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OESTE CATARINENSE
 Colunistas

Quirino Ribeiro

Com mais de 45 anos de atuação jornalística, Quirino Ribeiro já passou pelos principais veículos de comunicação do País. Atualmente, é gerente comercial do SBT/SC - região Oeste, comentarista na Rádio Chapecó, colunista no Jornal Sul Brasil e, de agora em diante, se fará presente também no Portal Oeste News. De segunda a sexta-feira acompanhe aqui o que é destaque no Brasil. 


E-mail: quirino@scc.com.br

Perigo no interior
29/05/2020
Quirino Ribeiro

“A felicidade consiste em três pontos: trabalho, paz e saúde”.


O ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, alertou, que o efeito do coronavírus em cidades do interior ainda está por vir. Ele explicou que a pandemia tem três etapas: preparação, impacto nas regiões metropolitanas e capitais e impacto no interior.


O PAÍS ESTÁ NA SEGUNDA ETAPA.


Dados da Fundação Fiocruz apontam que 44% das cidades do país de 20 a 50 mil habitantes já tinham casos da Covid-19 no início deste mês. Os números são emblemáticos para a discussão que se trava sobre as medidas a serem adotadas.


ENQUANTO NAS METRÓPOLES


E cidades de porte grande e médio, dentre elas Chapecó, as ações de isolamento estão em curso, embora nem todos com sucesso, no interior a vida prossegue como se nada tivesse acontecido, ressaltadas, evidentemente, as exceções, sob o argumento de a doença estar longe.


TRATA-SE DE UM FATO


Mas, se não houver precaução, o vírus pode levar a danos irreversíveis, sobretudo por estas comunidades não terem a mínima estrutura para atendimento dos casos mais graves. E aí surge o outro problema: sem meios para acolher seus pacientes, pois nem hospitais têm, a maioria dessas regiões recorre ao município sede, enviando para este os seus doentes, como já ocorre em Chapecó que tem em seu entorno inúmeros municípios que diariamente buscam aqui atendimento a saúde.


SE ESTES MUNICÍPIOS


Não tomarem as providências, tal situação pode ser vista aqui, comprometendo, inclusive, as decisões tomadas no município de Chapecó para flexibilização de seus serviços. Uma adesão consciente tornou-se uma necessidade não apenas das metrópoles, mas também das prefeituras de cidades de menor porte. Ao acolherem as regras do programa, certamente estarão tomando as medidas que o ministro considera como fundamentais para conter o avanço da pandemia para o interior.


POR SUA VEZ


A recíproca tem que ser verdadeira. Instadas a aderirem ao programa, tais regiões precisam, no curto prazo, de recursos e meios para executar suas medidas dentro da própria base, assegurando o atendimento in loco de seus doentes. É um projeto que exige envolvimento, coordenação e, sobretudo, vontade política – sem temer os danos políticos – para colocá-lo em prática.


SANTA CATARINA


É um grande produtor de alimentos, reconhecido internacionalmente pela qualidade e segurança da sua produção. Os frigoríficos e indústrias da carne são responsáveis por 60 mil empregos diretos e 18 mil produtores integrados (suínos e aves). O agronegócio responde por aproximadamente 30% do Produto Interno Bruto (PIB) e por mais de 70% das exportações do estado no primeiro quadrimestre de 2020.


AGROINDÚSTRIAS


Ligadas ao segmento, para o combate à pandemia, desde o mês de março, já doaram, direta ou indiretamente, cerca de R$ 35 milhões em recursos, equipamentos e alimentos para hospitais, municípios e para o Governo do Estado. Isto prova a preocupação com a sociedade e com as pessoas que estão inseridas ao meio, dando sua carga de contribuição ao estado, e as comunidades onde estão inseridos reconhecendo o papel relevante no combate à Covid-19.



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Adiamento das eleições
28/05/2020
Quirino Ribeiro

“Promover a morte ou promover a vida! O que você está escolhendo?"


Parece que o Senado está preocupado na aprovação do projeto de autoria do senador Randolfe Rodrigues que prevê o adiamento das eleições municipais, de 4 de outubro para 6 de dezembro. E a votação do projeto deve ocorrer em caráter de urgência, mesmo que a sessão seja realizada de forma virtual neste período em que o País está em ‘guerra’ contra a Covid-19.


E O MAIS IMPORTANTE DISSO TUDO


É que não há nenhuma esperança de que esse problema seja extinto antes das eleições, sejam elas adiadas ou não. A propósito, o Ministério da Saúde, segundo nota no portal da Transparência Brasil, informa que ‘enfrentaremos quatro meses muito duros’ a respeito do novo coronavírus. E alerta que estudo vinculado ao Imperial College, no Reino Unido, diz que o distanciamento físico pode durar até 12 meses ou mais, devido à Covid-19, o que pode fazer com que as eleições não aconteçam com a mesma normalidade.


VIDAS VALEM A PENA


A principal recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) e dos especialistas em epidemiologia é que em caso de infecção pelo coronavírus a pessoa que não desenvolveu os sintomas graves da doença seja isolada por pelo menos dez dias do restante da família para evitar o contágio. Mas como a realidade econômica e social das famílias de nossas grandes cidades é bastante diferente isso reflete diretamente nas condições de moradia.


E PENSANDO NAS FAMÍLIAS


Que vivem em habitações de elevada precariedade, é importante criar condições para as pessoas infectadas pelo coronavírus que vivem em situação de maior vulnerabilidade social, em moradias precárias, sem as devidas condições de realizar o isolamento em sua própria casa, possam evitar a transmissão da doença para outras pessoas de sua família que as Prefeituras tenham centros municipais de acolhimento e isolamento de pacientes com o vírus.


ESSES CENTROS


Em todos os municípios de nossa região, poderão ser criados em espaços públicos ociosos neste momento, como os ginásios poliesportivos das Prefeituras, escolas municipais e estaduais, ou até por meio de vagas ociosas na rede hoteleira das cidades.


DESTAQUE NACIONAL E MUNDIAL                                                            


Santa Catarina completou 13 anos do reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação. Em 25 de maio de 2007, o estado recebeu o certificado da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e desde então se mantém como referência em saúde animal e defesa agropecuária. Na última década, os catarinenses se tornaram os maiores produtores de suínos do Brasil, o segundo maior produtor de aves e o quarto maior produtor de leite, com acesso aos mercados mais exigentes e competitivos do mundo.


RICARDO MIOTTO


Secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural em exercício, destacou: "Em maio celebramos uma conquista muito importante para o agronegócio de Santa Catarina, em especial a produção de proteína animal. Nós estamos comemorando 13 anos da obtenção do nosso certificado, junto à OIE, como área livre de febre aftosa sem vacinação. Esse é um status sanitário diferenciado, que coloca Santa Catarina em posição de destaque no mercado mundial, dando acesso a mercados mais nobres”.


A CERTIFICAÇÃO DA OIE


É o maior status sanitário que um estado ou país pode alcançar e demonstra ao mundo, principalmente aos mercados internacionais, que cumpre todos os requisitos técnicos e que consegue comprovar a saúde de seu rebanho. A febre aftosa é uma das doenças com maior risco sanitário e econômico, por isso alguns países só compram carnes de áreas livres da doença sem vacinação, onde comprovadamente não existe a circulação do vírus e, consequentemente, o controle sanitário é maior.


É IMPORTANTE RESSALTAR


Que tudo isso foi construído desde a década de 60, envolvendo todo o setor, desde produtores, iniciativa privada, técnicos e Governo do Estado. Esse reconhecimento traz também muita responsabilidade e contamos com o apoio de todos os catarinenses para que cumpram seu papel de zelar pela sanidade animal de Santa Catarina.



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Sérios problemas brasileiros
27/05/2020
Quirino Ribeiro

“Às vezes, precisamos ir bem fundo dentro de nós para resolver nossos problemas”.


Além do CORONAVÍRUS DO PIB E DO DÓLAR, o Brasil deve perder posto no top 10 das maiores economias. A Queda do PIB e desvalorização do real devem fazer om país sair deste seleto grupo com o Canadá, Coreia do Sul e Rússia passando à frente do Brasil no ranking mundial. No mercado interno, a econômica tem perdido dinamismo: país cairá da 9ª posição para a 12ª como maior economia do mundo.


COM A PERDA DE VALOR DO REAL


Frente ao dólar, o Brasil pode ser ejetado da posição, com a desvalorização da moeda brasileira de 46% só este ano, o Produto Interno Bruto (PIB) do país murchará quando cotado em dólar, que é o deflator comum para fazer comparações entre os tamanhos das economias.


DE ACORDO COM ESTUDO


Realizado pela agência de avaliação de crédito soberano Austin Ratings, o Brasil cairá da posição de 9ª maior economia do mundo para a 12ª colocação. O país já chegou a alcançar o 7º lugar, em 2011, à frente de Reino Unido e Itália. As três nações que devem ultrapassar o Brasil são Canadá, Coreia do Sul e Rússia.


NÃO ESTÁ APENAS NA DESVALORIZAÇÃO DO REAL.


A previsão do Fundo Monetário Internacional (FMI) para o crescimento da economia brasileira este ano também é um fator preponderante para a queda no ranking. O FMI prevê que o PIB do Brasil irá encolher 5,3% no período. A perda de posições não significa uma queda adicional para a economia. Ela apenas reflete a perda de dinamismo da atividade econômica do país frente a outras nações, algumas delas competidores diretos do Brasil.


ISSO PODERÁ GERAR UM EFEITO PSICOLÓGICO


Sobre os mercados. Investidores tendem a olhar para os maiores mercados consumidores e tirarem conclusões sobre o tamanho das economias para decidirem onde investir. Quando uma empresa pensa aonde alocar seus investimentos, sempre olha para o desempenho da economia dos países. Agora seremos a 12ª economia, é algo bem pior do que ser a 7ª, e com certeza, os estrangeiros olharão para o Brasil com maior cautela.


BOA NOTÍCIA EM SC


A estimativa do Gás natural é que deve ficar 20% mais barato em SC a partir de julho, conforme projeção de evolução do custo do gás natural e seu transporte, feita com base em levantamento realizado até abril, que prevê uma queda superior a 20% nas tarifas praticadas no mercado a partir de julho no estado. Mesmo com a alta do dólar, há um aumento de competitividade em razão da forte queda do preço do petróleo no mercado internacional, ocasionado pela crise da pandemia de Covid-19. 


PRODUTIVIDADE E SUSTENTABILIDADE NO AGRONEGÓCIO


Sem aumentar a produtividade não há como ser sustentável no agronegócio, é a frase dos especialistas do setor. A cada 1% a mais de produtividade significa 1% a menos de desmatamento e 1% menos emissão de gases do efeito estufa. Sem aumentar produtividade não há como ser sustentável. “E os números dos dez anos do Desafio estão aí para mostrar que isso é possível”.


WEBINAR DO SETOR


Uma iniciativa do CESB em parceria com a Elevagro buscou informações e debates que acrescentem aos trabalhos dos agricultores do Brasil todo, destacando a importância de se preparar o solo e utilizar diferentes técnicas agrícolas, e até mesmo agropecuárias, para ajudar a aumentar o nível de produtividade das lavouras. “Temos diversas tecnologias hoje em dia, como a melhoria genética, fixação biológica, plantio direto. Se não fosse o plantio direto, o Brasil hoje seria um deserto. A integração de lavoura e pecuária, por exemplo, também nos permite sermos muito mais sustentáveis.”



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Adiar as eleições municipais
26/05/2020
Quirino Ribeiro

“A única arma capaz de combater a violência é a inteligência”. (Nagib Anderáos Neto)


É prova de respeito à democracia. As declarações do ministro José Roberto Barroso, novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, que afirmou considerar manter a data de eleição ou "adiar" pelo tempo de 1 mês, vai ao encontro da manifestação da sociedade.


NÃO HÁ DÚVIDA


De que a pandemia e seus efeitos colaterais são fatores de inesperada relevância, que introduziram no processo sócio-político e eleitoral um notório distúrbio. Portanto é num contexto de anormalidade que se deve buscar pontos de equilíbrio para não desestabilizar as institucionalidades que sustentam a nação nas quais, indubitavelmente, estão inseridos os processos eleitorais, instrumento fundamental para a construção da representação democrática e do estado de direito.


AS ELEIÇÕES


São o sopro de vida da liberdade, embora ultimamente venham sendo atacadas até por amigos da democracia, que não atentaram para esse fato e enfraquecem involuntariamente a representação e, por consequência, a democracia e as liberdades. Adiar as eleições municipais e dar mais tempo para que os candidatos que pleiteiam se encontrem com os seus eleitores, representa hoje, na verdade, um ato de respeito à democracia e às liberdades.


DAR VALOR AO PROCESSO ELEITORAL


É necessário como prova do nosso compromisso como nação com o estado democrático de direito, por meio da celebração do grande ato litúrgico democrático das eleições municipais: as eleições cidadãs em essência, que carregam em si aspirações e esperanças intrínsecas às necessidades próximas dos cidadãos — pois é ali, no município, onde se travam as batalhas diárias pela sobrevivência das famílias, nos bairros, nos rincões.


ONDE SE PROCESSAM


Por meio da atuação diuturna de vereadores e prefeitos, os anseios das comunidades pelas mais básicas necessidades, como a creche, a merenda escolar, os remédios nos postos de saúde, a condução (transporte público municipal e escolar), as vias públicas e rurais, as podas de árvores, a iluminação pública, as calçadas, os serviços de fornecimento de água, de afastamento do esgoto, da cesta básica, do médico da família, dos postos de saúde, da própria vida em si do brasileiro. Como certa vez disse Mário Covas: "As pessoas vivem nas cidades".


VIVEMOS UM MOMENTO TRISTE


Da vida política nacional, quando novos políticos, sob o falso pretexto de representarem uma renovação que nunca se concretiza quando chegam ao poder, estimulam a destruição da própria classe política como instituto de representação social. Miram na cabeça do adversário, mas acertam a cabeça da democracia e acabam por explodir os próprios miolos.


ESSA POSTURA


Criou a falsa ideia de que a democracia não consegue cumprir seu papel de representar, mas a maior prova em contrário é constatar o trabalho feito por prefeitos e vereadores por todos os cantos do país, mesmo representando o ente federativo mais pobre, segurando nas pontas das unhas os fios esgarçados do tecido social e mantendo a amarração institucional.


CONHEÇO NOTÁVEIS HOMENS PÚBLICOS


Administrando com muita garra os destinos de alguns dos 5.564 municípios do país, mas percebo que isso talvez não esteja sendo valorizado hoje. Sei que não é fácil "defender Judas em sábado de aleluia", mas trago testemunho franco da luta das instituições municipalistas para manter pulsando o coração da esperança do povo nas cidades. Não podemos, então, relegar as eleições municipais a um plano menor, como se não tivessem importância. Adiá-las é dar a elas o destaque de que precisam ter a importância que merecem.



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Em SC, proteína animal lidera exportações
25/05/2020
Quirino Ribeiro

“As grandes mentes discutem ideias; mentes médias discutem acontecimentos; as mentes pequenas discutem com as pessoas”. (Eleanor Roosevelt).


No primeiro quadrimestre de 2020, as exportações do agronegócio catarinense faturaram US$ 1,85 bilhão, com altas expressivas nos embarques de carne suína (39,8%), carne de perus (110%), arroz (334,9%) e soja (51%). A proteína animal responde por 38,4% do total exportado por SC, seguido pelos produtos florestais (16,4%) e produtos de origem vegetal (15,6%).


A AGRICULTURA


Mostra sua importância para o estado e mostra que o trabalho de excelência feito pelo produtor rural rende frutos e representa muito na balança comercial catarinense. Isso aumenta ainda mais a nossa responsabilidade em trabalhar e prover um ambiente seguro no que tange à sanidade animal e vegetal e as demais condições de extensão e pesquisa para que nossos produtores rurais continuem fazendo aquilo que fazem de melhor: produzir alimentos com segurança e qualidade para o mundo todo. (Ricardo Miotto).


DIFERENCIAIS DE SANTA CATARINA


Santa Catarina coleciona os títulos de maior produtor nacional de suínos, maçã e cebola; segundo maior produtor de aves e arroz e quarto maior produtor de leite. O estado é livre de Cydia pomonella, considerada o pior inseto praga da fruticultura e também é o único do país reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação - status que abre as portas para os mercados mais exigentes do mundo.


O TEMA DO MOMENTO É O NOVO CORONAVÍRUS


É a crise causada por ele. Não por menos, já que não há precedentes na história recente de algo tão impactante para a saúde, a economia e a vida em escala global. Mas o fato é que, ainda que tenhamos mudado o jeito de trabalhar e que muitas empresas do varejo estejam com as portas fechadas, a vida não parou, e muita coisa continua andando.


BOLSONARO


Comprometeu o seu mandato e a permanência na política ao proteger os seus filhos e insistir no uso da cloroquina no combate ao novo coronavírus. Em atitudes prejudiciais ao Brasil, foi inflexível a ponto de causar a saída dos ministros Luiz Henrique Mandetta e Sergio Moro. Aliou-se ao Centrão para não sofrer Impeachment, praticando o toma lá dá cá que condenou em sua campanha eleitoral, admitindo em cargos importantes não técnicos para gerir vultosos recursos.


CONCILIADOR?


Em live com governadores, vimos um Jair Bolsonaro fora de sua conduta normal, conciliador! Bom para o País! Porém, não muito à vontade, mas que, de forma inédita neste governo, ocorreu em clima cordial e republicano, no qual os governadores deram seu apoio ao presidente para que sancione o projeto de ajuda de R$ 60 bilhões a Estados e municípios, em razão da queda de arrecadação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e ISS (Imposto Sobre Serviços), com a importante contrapartida de vetar reajustes salariais de servidores públicos federais, estaduais e municipais até dezembro de 2021.


E COMO RESULTADO DESSE BOM AMBIENTE POLÍTICO


Que não seja simples espuma, o dólar teve queda e a bolsa de valores subiu 2,1%, com grande movimentação financeira. E, como voto de esperança, oxalá, em meio a esse caos da pandemia da Covid-19, as temperaturas política e institucional sejam favoráveis no pós-pandemia, para recuperação da nossa economia e dos milhões de empregos perdidos.



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Agronegócio catarinense
22/05/2020
Quirino Ribeiro

“Cuide muito bem da água, pois sem ela não há agricultura nem vida; agricultura é vida.” (Inácio Mateus Assane)


Agronegócio responde por 70% das exportações catarinenses. De janeiro a abril de 2020, o agro faturou US$ 1,9 BILHÃO com os embarques de carnes, produtos de origem vegetal e produtos florestais.


O AGRONEGÓCIO


Segue como o carro-chefe das exportações catarinenses em 2020. De janeiro a abril, o estado faturou US$2,64 bilhões com os embarques internacionais e 70% desse total teve origem no agronegócio, principalmente nos produtos de origem animal. Os dados foram apresentados pelo governador Carlos Moisés, ao lado do secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural em exercício, Ricardo Miotto.


EM MOMENTOS COMO ESSE


A atuação do Estado é ainda mais importante. Os números das exportações demonstram a força do nosso agronegócio, que permanece como um setor essencial para a nossa economia.

O secretário Miotto salientou a importância de se ter um ambiente favorável para o desenvolvimento do agronegócio. Segundo ele, Santa Catarina conseguirá superar os desafios impostos pelo novo coronavírus.


APESAR DE TODA DIFICULDADE


Que estamos enfrentando devido à pandemia de Covid-19, o agronegócio segue com números muito positivos. A Secretaria da Agricultura e o Governo do Estado têm trabalhado na criação de um ambiente favorável para que o agro se desenvolva. E o resultado que conseguimos verificar é que 70% do total exportado pelo estado nos primeiros quatro meses deste ano provém do agronegócio. Um número bastante expressivo e que devemos enaltecer, além de agradecer o trabalho feito pelos produtores e agricultores familiares de Santa Catarina.


CRESCIMENTO DE CARGOS


Cargos relacionados à área da saúde, supermercadista, farmácia e logística são os que mais apresentaram crescimento desde o início do isolamento social. Fisioterapeuta respiratório, profissionais à frente das UTIs e responsáveis pelo manuseio de ventiladores mecânicos e intubação de pacientes, obtiveram crescimento de mais de 4.000%. Ainda na área da saúde, profissionais como maqueiro (1.517%) fisioterapeuta hospitalar (1.408%), técnico de radiologia (1.041%) e enfermeiro de UTI (933%) são os cargos de maior crescimento desde o início da implementação da quarentena.


VITAMINA C A FAVOR DA IMUNIDADE


O costume de oferecer chá com limão quando alguém manifesta sintomas de gripe vai muito além do gesto de carinho. A vitamina C, presente no limão, é comprovadamente importante na resposta imunológica do organismo. Ela está relacionada aos mecanismos de resistência a infecções e aos processos de reação inflamatória e de reações alérgicas, além de proteger a função pulmonar.


ESTUDOS RELACIONAM


O consumo de doses corretas de vitamina C ao tratamento de gripes e resfriados com resultados positivos com relação ao desenvolvimento de sintomas menos intensos e menor duração da doença.  A vitamina C também tem a capacidade de aumentar a absorção de ferro. Isso explica o fato de servir laranja com feijoada, pois o feijão é rico em ferro de baixa absorção, que é compensada pela vitamina C na mesma refeição. Essa vitamina ainda está relacionada à síntese de colágeno e a processos de cicatrização.


É NO OUTONO E NO INVERNO


Que estão disponíveis nos pomares excelentes fontes de vitamina C, basicamente as frutas cítricas: laranja, limão, bergamota e tangerina, de uma infinidade de sabores e espécies. Outras frutas que fornecem boas quantidades são acerola, goiaba, morango, abacaxi, mamão, manga, maracujá e kiwi. E ainda é possível garantir o aporte da vitamina consumindo repolho, tomate, rúcula, brócolis, pimentão e couve-folha.



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Pandemia vai transformar áreas do agro
21/05/2020
Quirino Ribeiro

“Na era da agricultura, mandava no mundo quem tinha terra, os coronéis. Na era industrial mandava no mundo quem tinha capital, quem tinha dinheiro, os capitalistas. Hoje a moeda mudou, e quem tem informação dominará o mundo”. (Lair Ribeiro)


O coordenador do Núcleo de Agronegócios da ESPM, Ernani Carvalho da Costa Neto, acredita que dois fenômenos mudarão de forma estrutural a produção agropecuária brasileira no pós-covid. A primeira é uma adaptação às mudanças nos hábitos de consumo. A segunda é a adoção mais veloz da tecnologia, levando à agricultura 4.0.


NO PROCESSO DE ADAPTAÇÃO


Fornecedores que trabalham com clientes do chamado food service, formado por redes de comida rápida, bares e restaurantes, hoje fechados, esses negócios podem ser duramente afetados pela recessão econômica prevista para o país em 2020. O produtor terá que, muito provavelmente, diversificar a cadeia de distribuição. Alternativas são a venda direta para o consumidor, para supermercados ou para a exportação. A conjuntura levará a ajustes que podem exigir mais profissionalização e mais domínio de áreas como a logística e o marketing.


FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS


A pandemia também deverá forçar produtores mais conservadores a adotar ferramentas tecnológicas. Historicamente, há uma preferência pelo contato presencial nas negociações do campo. A tendência é que cada vez mais produtores busquem formas não presenciais de se relacionar com o mercado. Atualmente, existem inúmeras ferramentas tecnológicas disponíveis no mercado para facilitar a vida do produtor, desde a gestão dos negócios até o monitoramento de dados, que podem ajudar na produtividade e na diminuição de riscos.


O AGRO SALVA A ECONOMIA, MAIS UMA VEZ


Apesar dos problemas econômicos que a pandemia da covid-19 legará ao país, o agronegócio brasileiro será relativamente menos afetado pela crise. Ainda que tenha reduzido a estimativa de expansão do PIB agropecuário para 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) prevê um crescimento de 2,4% em 2020.


MESMO QUE OCORRA


Uma queda na demanda mundial, a vantagem da alta do dólar leva o Brasil a ser mais competitivo em relação a concorrentes como os Estados Unidos. O especialista avalia que, na hipótese da continuidade de alta na moeda americana, uma maior escolha por produtos brasileiros pelo mercado externo vai acelerar novos processos de negócios que normalmente levariam anos para serem implementados.


EXISTE SOLUÇÃO PARA O BRASIL SAIR DESTA CRISE?


Sem dúvida é muito difícil, ou quase impossível, pois depende de decisão daqueles que realmente são privilegiados. Além de exigir que congressistas tenham salários reduzidos, reivindiquemos diminuição do número de representantes parlamentares em todos legislativos em ao menos um terço, corte de benefícios como auxílios moradia e transporte, passagens aéreas, além da extinção de funcionários comissionados, cargos que deveriam ser preenchidos por concurso público, em número reduzido.


UNIFICAR ELEIÇÕES


Para todos os postos do Executivo e Legislativo a cada cinco anos. Igualmente necessária taxação de grandes fortunas e heranças milionárias, além do estabelecimento de teto salarial a funcionários públicos.


TENHO ABSOLUTA CERTEZA DE QUE


Com essas medidas, governos economizariam e arrecadariam incomparavelmente mais e poderiam aumentar investimentos em saúde, educação, habitação e saneamento básico, sem ter que reduzir gastos públicos essenciais e salários de servidores municipais, estaduais e federais, atualmente penalizados com cortes propostos em várias instâncias.



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Pelas ferrovias
20/05/2020
Quirino Ribeiro

“A zona de conforto leva pessoas inteligentes a seguirem conceitos errados”. (Maycon Tienga)


O país tem muitos desafios, e a mobilidade é um deles, o que leva os governos, em todas as instâncias, especialmente o federal, a reverem conceitos, a fim de garantir eficiência da sua infraestrutura.


TRANSPORTE RODOVIÁRIO


Ao dar prioridade com a abertura de novas estradas, o país fez uma opção importante, sem considerar o futuro, mesmo sabendo que sempre há riscos de se colocarem todos os ovos numa única cesta. A conta, agora, começa a ser cobrada. Enquanto países do primeiro mundo abriram estradas, mas não se desfizeram do modal ferroviário, no Brasil, o sucateamento das linhas de trem tornou-se um problema: as estações viraram museus e as ferrovias, um arremedo de outros tempos.


RECUPERAR AS FERROVIAS


É um processo caro, mas, aperfeiçoar aquelas que ainda estão disponíveis deveria ser uma prioridade de Estado, sobretudo num país de dimensões continentais. Na Europa, onde se situam os melhores exemplos, há uma divisão de modais. As ferrovias escoam a produção, mas também são responsáveis pelo trânsito de passageiros, inclusive de um país para o outro.


ALÉM DISSO, O BRASIL


Priorizou as rodovias apenas pela metade. Abriu estradas, mas não zelou pela sua qualidade. Hoje, elas são armadilhas para todos os usuários, pela falta de manutenção, bastando acompanhar o noticiário. Há trechos que não permitem o mínimo trânsito de veículos; em outros, faltam acostamento e sinalização adequada. O resultado são vidas perdidas e custo de transporte mais caro, pois nem sempre há a garantia de entrega dos produtos no tempo previsto.


AS COOPERATIVAS CATARINENSES


Contribuíram aos cofres públicos no ano passado com R$ 3,2 bilhões, crescimento de 13,02 por cento em relação ao ano anterior, ficando muito evidente, que as cooperativas são arrecadadoras fieis dos impostos, pois os tributos acompanharam o crescimento da receita bruta. Ao par disso há que ser ressaltado que no ano passado as cooperativas foram responsáveis por 67.558 empregos, tendo crescido 6.62 por cento em relação ao ano anterior.


OS DEMAIS RAMOS DO COOPERATIVISMO


Também tiveram crescimento considerável, porém pelas suas características de atividade não representam faturamento expressivo, mas pelos serviços que prestam aos seus associados também merecem o reconhecimento da população.


AS 61 COOPERATIVAS DE CRÉDITO


Dos diversos sistemas existentes também apresentam cifras significativas. Em número de associados são as mais expressivas, pois dos 2,7 milhões de associados em cooperativas existentes em SC, quase dois milhões são de cooperativas de crédito, que também somaram valores importantes no movimento econômico ultrapassando R$ 6 bilhões, sendo o segundo mais expressivo no conjunto dos ramos cooperativistas.


O QUE SE ESPERA


É que esses números sejam considerados pelas autoridades, políticos e setor empresarial como a mola propulsora do setor agropecuário e de crédito cooperativo no estado, mas principalmente pelas suas ações naturais do que é de centralizar negócios, buscar resultados econômicos e sociais de interesse comum das pessoas, e distribuir as sobras, contribuindo para melhor distribuição de renda, aliada a manutenção de controles que garantam o recolhimento fiel dos impostos, e dessa forma contribuído com as arrecadações aos governos municipais, estadual e federal.


QUALQUER PESSOA BEM INTENCIONADA


Sabe valorizar a ação das cooperativas e todos os governantes e políticos que querem o bem comum, também devem estar atentos para, quando necessário apoiar e estimular as cooperativas. E os associados, independentemente do ramo que pertença, ter a segurança que esta sendo buscado o melhor para todos, com transparência e gestão democrática e a confirmação de que juntos somos mais fortes. Pense nisso. (Ivan Ramos – Diretor executivo da Fecoagro)



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Informações falsas
19/05/2020
Quirino Ribeiro

“Escuta e serás sábio. O começo da sabedoria é o silêncio”. (Pitágoras)


Além de não serem ações ingênuas, pois se situam no campo dos boatos ou das fofocas. São premeditadas e com objetivos claros. A desinformação é um dos principais problemas de boa parte da população, pois a transforma em território fértil para a implementação das chamadas fake news.


O DANO SE ACENTUA


Quando esses mesmos personagens, diante destes dados, sem qualquer preocupação em aferir as consequências, compartilham com terceiros, criando um efeito dominó de graves repercussões. Em decorrência disso, profissionais de saúde do Brasil e de outros 16 países juntaram esforços em uma carta em que pedem medidas severas contra a circulação de notícias falsas.


“NOSSO TRABALHO É SALVAR VIDAS”.


É o que destaca a carta documento, mas neste momento, além da pandemia da Covid-19, enfrentamos também uma ‘infodemia global’, com desinformações viralizando nas redes sociais e ameaçando vidas ao redor do mundo. Os profissionais da saúde apontaram situações em que as fake news criam falsas expectativas. Uma delas é a de que a cocaína era uma cura para a doença. A olho nu parece um absurdo, mas há quem compre, como também ora ocorre nas redes sociais, indicando que a Covid-19 foi desenvolvida como uma arma biológica pela China.


NO BRASIL


A despeito da crise, há um clima polarizado, em que tal ferramenta se prolifera sob o viés político, causando, em vez de esclarecimento, mais desinformação. As fake news não são um ato ingênuo. São pensadas e têm motivações de toda sorte em sua retaguarda, beneficiando seus autores, sobretudo para desconstruir não apenas biografias, mas também projetos de vieses políticos e econômicos.


NUM MOMENTO EM QUE


Todos estão fragilizados devido à pandemia, tais discursos proliferam em proporções geométricas, e o desmentido não alcança o mesmo público, daí a importância de ações como a investigação ora em curso no Supremo Tribunal Federal avaliando as fontes propagadores de notícias falsas, que vão além da coronavírus.


TRATA-SE DE UM PROBLEMA


De alcance global, que tem sido utilizado graças ao alcance da própria internet, que, por não ter fronteiras, amplia ilimitadamente a informação falsa, mesmo diante de legislações que punam seus autores.


COOPERATIVISMO CATARINENSE


Os números divulgados mais uma vez demonstram a importância do cooperativismo em nosso estado que tem avançado ano após ano, crescendo em diversos pontos, bem acima do que cresce a economia e as estatísticas do país. O ano de 2019 foi particularmente positivo para o agronegócio e o cooperativismo, confirmando as expectativas de que, com a posse de um governo mais liberal e menos estatizante, a livre iniciativa se reativou criando confiança, e os reflexos aparecem em todo o setor produtivo com repercussão nos empregos e na economia de modo geral, e, no caso do cooperativismo, promovendo a inserção social sem necessidade da defesa ideológica e extremista em nome do povo.


OS DADOS DA OCESC MOSTRAM


Que o cooperativismo catarinense cresceu doze vezes mais do que a economia brasileira, e em comparação com o ano e 2018 cresceram em SC 12,71 por cento, o dobro do ano anterior, tendo atingido a cifra de R$ 40,7 bilhões em faturamento. Em termos econômicos, as 47 cooperativas agropecuárias, representam 63 por cento do faturamento, do total das 254 legalmente existentes no estado, ficando cada vez mais evidente que, embora não tenham o maior número de associados, pois somam 72.587, as cooperativas desse ramo é que mais geram negócios no conjunto dos demais ramos. (Fonte: Ivan Ramos – Fecoagro).



Comentários e sugestões podem ser enviados para o e-mail quirino@scc.com.br.

Enfrentar o coronavírus e salvar empregos
18/05/2020
Quirino Ribeiro

“Uma discussão prolongada significa que ambas as partes estão erradas”. (Voltaire)


Ações para este enfrentamento já somam mais de um trilhão de reais. Desde o financiamento de pesquisas sobre novos métodos de diagnóstico, tratamento e interrupção da transmissão da Covid-19 no país, destinados pelos ministérios da Saúde e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.


AUXÍLIO EMERGENCIAL


Um benefício financeiro destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados com objetivo de fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise no valor de R$ 600 será pago por três meses, para até duas pessoas da mesma família.


VULNERÁVEIS


No programa bolsa família que protege os mais vulneráveis no período da pandemia o Governo Federal incluiu mais 1,2 milhão de famílias. Agora são cerca de 14 milhões de famílias beneficiadas, o maior número da história do programa. Outra medida econômica é o novo saque do FGTS de até um salário mínimo (R$ 1.045) beneficiando cerca de 60,2 milhões de trabalhadores. A suspensão do pagamento da conta de luz, por até 3 meses, para os beneficiários da tarifa social é mais uma medida para auxiliar os mais carentes.


MICRO E PEQUENAS EMPRESAS


O Programa Emergencial de Suporte a Empregos oferece financiamento emergencial de folha de pagamento de pequenas e médias empresas. São R$ 40 bilhões de crédito que beneficiará até 12,2 milhões de trabalhadores em 1,4 milhão de pequenas e médias empresas. As empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões ao ano, as chamadas pequenas e médias empresas, terão acesso, por dois meses, a uma linha emergencial de financiamento de folha de pagamento. A empresa que participar não poderá demitir trabalhadores durante o período que vai da contratação do crédito ao 60º dia após a empresa receber a última parcela. O valor financiado por trabalhador será de até dois salários mínimos.


PROTEGER O ABASTECIMENTO


O transporte é um serviço essencial e não pode parar de funcionar no Brasil, são peças-chave na logística de distribuição de medicamentos e vacinas pelo país, teve ampliado o leque de atividades consideradas essenciais incluindo, por exemplo, serviços para caminhoneiros em rodovias; como os de comercialização, reparo e manutenção de partes e peças novas e usadas e de pneus. Também medidas de segurança para proteger os trabalhadores do setor portuário para garantir um ambiente mais seguro. Além disso, receberam a distribuição de kits de higiene e alimentação para os caminhoneiros por meio da Polícia Rodoviária Federal (PRF).


CRÉDITO RURAL


Outra medida adotada foi a ampliação do crédito rural por meio do Banco do Brasil com condições especiais aos produtores rurais pessoas físicas assim como para as empresas que atuam no agronegócio. O Banco do Brasil disponibilizou R$ 25 bilhões para reforçar suas linhas de crédito voltadas ao agronegócio: R$ 5 bilhões para comercialização, R$ 15 bilhões para o financiamento da produção agropecuária, R$ 2 bilhões para operações de investimento e R$ 3 bilhões para capital de giro.


ESTADOS E MUNICÍPIOS


O Ministério da Saúde liberou mais R$ 4 bilhões para estados e municípios reforçarem suas ações de combate ao novo coronavírus. O valor é um adicional ao montante que já recebem para custeio de ações e serviços relacionados ao enfrentamento específico da pandemia. Agora, com mais recursos, todas as localidades terão mais fôlego financeiro em caixa para aquisição de materiais e insumos, abertura de leitos, além do custeio de profissionais, ações e procedimentos, de acordo com a necessidade de cada região.


PRESERVAÇÃO DE EMPREGO


Políticas à parte, muito está sendo feito para preservar além da saúde, a renda e o emprego do trabalhador que está levando sustento à sua família e saúde para a população. Por isso, R$ 200 bilhões para a saúde e manutenção de empregos. Trabalhadores informais já começaram a receber um auxílio emergencial de R$ 600.


MÃES QUE SUSTENTAM FAMÍLIAS


Vão receber até R$ 1.200. Para os trabalhadores com carteira assinada, o governo tomou medidas como a complementação da renda dos que tiverem redução de jornada e de salário e crédito para custear a folha de pagamento de pequenas e médias empresas por dois meses, em troca da garantia dos empregos. Isto é real o restante é política partidária que nos envergonha.



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