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 Colunistas

Quirino Ribeiro

Com mais de 45 anos de atuação jornalística, Quirino Ribeiro já passou pelos principais veículos de comunicação do País. Atualmente, é gerente comercial do SBT/SC - região Oeste, comentarista na Rádio Chapecó, colunista no Jornal Sul Brasil e, de agora em diante, se fará presente também no Portal Oeste News. De segunda a sexta-feira acompanhe aqui o que é destaque no Brasil. 


E-mail: quirino@scc.com.br

Eleições 2020 terão barreiras contra fake news
07/08/2020
Quirino Ribeiro

“Uma mentira repetida mil vezes torna-se realidade”. (Paul Joseph Goebbels).


Em um ano tão atípico e impactante para a vida das pessoas como está sendo 2020, o processo eleitoral brasileiro também será diferente. Além do adiamento de data para proteger a população e evitar aglomerações por conta do coronavírus, as eleições municipais serão foco de atenção, com mais controle de informações que interferem no processo de escolha dos representantes públicos.


A LEGISLAÇÃO ELEITORAL


Assumiu o protagonismo na criminalização das fake news. Com a Lei 13.834/2019, foi criminalizada a denunciação caluniosa eleitoral, que abrange a propagação de notícias falsas que prejudiquem adversários políticos. O Congresso Nacional trabalha na investigação de informações falsas que foram largamente propagadas durante as eleições de 2018, por meio da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News.


O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (TSE)


Também está atento aos preparativos para a eleição deste ano e aperfeiçoou os mecanismos de controle de propagação de notícias através das mídias sociais, evitando a prolação indiscriminada de notícias. A inovação criminaliza a "boca de urna virtual" e medidas concretas deverão ser adotadas, e serão tidos como criminosos, os pedidos de votos através das ferramentas de comunicação virtual nas 24 horas que antecedem o pleito.


DO OUTRO LADO


As próprias plataformas de redes sociais vêm criando aos poucos mecanismos para inibir a disseminação de fake news, como limitação da ação de robôs, de perfis falsos e da prática de impulsionamentos ilegais.


A IDEIA É BOA


Mas é necessário verificar o seu grau de implementação, pois, para um país com mais de 200 milhões de habitantes e diferenças sociais de grande magnitude, talvez não seja suficiente. Dificilmente um projeto de tal monta atingirá um público expressivo. Antes da educação midiática, é fundamental investir na educação formal de qualidade, com a adoção simultânea de uma legislação capaz de punir de forma adequada os autores de falsas notícias.


DESINFORMAÇÃO, NÃO!


O Congresso tem em sua pauta a elaboração de uma legislação de combate às fake news, mas a população também precisa estar apta a perceber o que é fato e o que é pura invenção. O Senado já aprovou um projeto com medidas relacionadas à disseminação de conteúdo falso na internet, mas a Câmara, em alguns pontos, tem uma visão distinta a despeito de ter pressa em apresentar sua proposta.


UMA DAS SUGESTÕES


Prevê o rastreamento de mensagens reencaminhadas em aplicativos de conversa. Outra é a exigência de os provedores de redes sociais terem sede no Brasil, a fim de se submeterem às suas leis. Todas as iniciativas são importantes, pois é fundamental combater informações que, em vez de ajudarem, só comprometem o entendimento da população, especialmente dos segmentos mais carentes.


AS FAKE NEWS NÃO SÃO INFORMAÇÕES INGÊNUAS OU EQUIVOCADAS.


São produzidas sob forte viés profissional e têm por trás uma série de interesses, que se aguçam, principalmente, no período eleitoral. Pelo mundo afora, são pródigas as informações que mais distorcem do que retratam a realidade. Eleições são vencidas ou derrotadas por tal esquema, no qual a desconstrução de biografias é uma das principais estratégias, sobretudo pelo fato de, ao serem disseminadas, são de difícil recuperação. Por trás, há sempre um jogo de poder que se apresenta envolvendo segmentos importantes que não medem consequências de seus atos.


NO MEIO DE TUDO ISSO


Está o usuário comum, que não só acompanha como comete o dano mais grave, que é replicar tais informações. A imprensa tem tido um importante papel no processo de enfrentamento às fake news, mas suas ações só terão sucesso se o usuário das redes sociais também souber ou tiver interesse em buscar o fato real.



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Quem poderia imaginar
06/08/2020
Quirino Ribeiro

"A felicidade dos grandes homens consiste em levar amor e solidariedade a quem necessita". (Walyson Garrett)


Que um dia estaríamos em uma situação como essa? Ou seja, em pleno século XXI, na era da modernidade, celulares, tablets e demais meios digitais que pautam o nosso dia a dia, enfrentando um inimigo praticamente invisível? Acredito que ninguém, mas ninguém mesmo jamais cogitaria tal situação.


No entanto


Algo vem acontecendo gradativamente entre famílias, amigos e pelo visto, com toda a população mundial. A solidariedade, a quem necessita ao próximo, o amor e a compaixão, sentimentos talvez esquecidos por muitos no mundo inteiro, vem tomando a vida de muita gente, de grandes homens mostrando que, indiferentemente do que vem acontecendo nos últimos anos, precisamos uns dos outros.


O medo do "invisível",


Mas real (visto os vários casos de Covid-19 que permeiam o Brasil e mundo), nos colocou em isolamento para nos cuidarmos e assim, podermos voltar a nossas vidas e seus afazeres. Mas ao mesmo tempo, fez muitos perceberem que a vida é feita para dividir, para ouvir e ao mesmo tempo construir juntos.


Quantas famílias


Já não sabiam mais, como era sentar a mesa para as refeições com seus filhos? Quantos filhos já não sabiam como era contar sobre o seu dia para seus pais? Quantos casais já não tinham tempo para conversar entre si sobre o relacionamento?


Rápido demais?


Parece que o mundo estava girando tão rápido, que já não sabíamos mais valorizar as pequenas e saborosas coisas da vida, como, por exemplo, estar ao lado das pessoas que amamos. Que tudo isso acabe, que possamos voltar as nossas rotinas.


No entanto


Tenhamos em mente que, 'se tudo isso for uma lição', que possamos ter a humildade de entender de uma vez por todas, que o mundo é feito por e para as pessoas. Somos um só e o amor, a solidariedade e a união devem existir em qualquer tipo de situação. Pense nisso.


Energia Rural de Qualidade


Mesmo diante da pandemia, as obras do Programa Celesc Rural ganham reforço e auxiliam produtores rurais do estado. Serão cerca de 1.000 obras que vão substituir redes monofásicas nuas por redes monofásicas ou trifásicas com cabos protegidos, até meados de 2021, em cerca de 2.500 quilômetros em SC.


O investimento no Programa


É de mais de R$ 151 milhões, sendo que R$ 81 milhões já foram licitados e as obras iniciadas para construção das redes compactas com cabos protegidos e outros R$ 30 milhões investidos na aquisição de religadores para o campo. Além disso, mais R$ 40 milhões serão lançados para licitação com foco em novas redes até agosto deste ano.


No Celesc Rural,


Novas redes trifásicas com cabos compactos protegidos permitirão a instalação de equipamentos mais potentes e modernos para as atividades rurais, contribuindo para o aumento da produção e trazendo uma nova realidade para os produtores e garantirão maior confiabilidade ao produtor rural, pois este novo padrão de rede garante a continuidade da distribuição de energia elétrica mesmo quando tocado por vegetação, o que não ocorria com os cabos nus.



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Na carona do corona
05/08/2020
Quirino Ribeiro

"O problema da desigualdade social não é a falta de dinheiro para muitos, e sim o excesso nas mãos de poucos." (João Carlos).


Além do medo do vírus, da depressão, cientificamente comprovada pelo isolamento social, e de tantos outros fatores que vêm na "carona do corona", temos que enfrentar em razão da pandemia, algumas instituições públicas seguem fechadas. As respostas enviadas por e-mail são automáticas, ou seja, você nem consegue argumentar mais. Informam recebido e ponto.


NOS SENTIMOS MAIS IMPOTENTES


Do que nunca contra o "corona" e em relação aos órgãos públicos, principalmente federal e estadual. Todos em home office com seus salários garantidos.


OU SEJA


Uns se arriscam e trabalham porque se não morrerem por causa da Covid, morrem de fome. Outros (aqueles que podem) ficam em casa! Alguns (muitos) recebendo seus "gordos salários" das referidas instituições governamentais.


O BRASIL


Tem cerca de 37 milhões de trabalhadores informais que, se não colocarem a máscara na cara e saírem para trabalhar, não tem dinheiro pra botar comida na mesa. Isso sem falar nos mais de 13 milhões de desempregados...


ALIÁS, DÁ PARA SE TER UMA IDEIA


Da quantidade de pessoas passando pelo mesmo problema, já que as mortes pela Covid no Brasil passam de 95 mil pessoas. Imaginem milhares de pessoas tentando recorrer aos órgãos públicos estaduais e federais, sem nenhum respaldo...


E NÓS CIDADÕES


Seguimos pagando pontualmente nossas contas, os mais altos e extorsivos impostos, as mensalidades caríssimas da faculdade dos nossos filhos, com aulas on-line, que estão muito aquém das presenciais, etc etc etc... Sem falar na guerra contra o vírus que se transformou em uma batalha política, que mais atrapalha e assusta a população do que ajuda.


CONTINUAMOS REFÉNS


Das desigualdades sociais, das injustiças, do descaso com a população e ainda temos que encarar a implacável Covid-19. Ainda bem que moramos em um País tropical muito abençoado por Deus e bonito por natureza. Mas, infelizmente, é só isso.


DA COLUNA DE IVAN RAMOS


No caso do setor agropecuário parece que Governo do Estado já conseguiu entender a importância do agro não apenas para o setor, mas para a economia como um todo. A prova disso foi que na semana que passou o governador deu mais uma demonstração de que voltar atrás não é ser derrotado, e sim reconhecer uma realidade com o bom senso.


POR INICIATIVA DO PRÓPRIO GOVERNADOR


Foi realizada uma reunião com as principais lideranças do setor agrícola de SC onde conheceu os números da nossa agricultura, do cooperativismo e o trabalho social que as cooperativas desenvolvem, como instrumento de apoio às ações de governo.


CONSEGUIU MUDAR A VISÃO


Pelo menos daqueles que estavam na reunião, sobre as intenções do governador. Comprometeu-se de valorizar o setor, participar em eventos do agro, fato que ainda não aconteceu nesse governo. Verdade precisa ser dita.


O SECRETÁRIO RICARDO DE GOUVEA


Esua equipe continuaram firmes, trabalhando tecnicamente. Os programas que já existiam não tiveram paralização, ao contrário, foram ampliados; novos programas foram implantados, e o setor está contente com a área técnica e operacional da Secretaria.


MUDANÇA NO RUMO?


Não, mudanças de postura e reconhecendo a realidade. Espera-se que de agora em diante o barco não pare nem sofra interrupção na viagem. Estarão ganhando todos os catarinenses com essa mudança de postura. Nada como um dia atrás do outro para cairmos na real. Pense nisso.



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Todos por todos
04/08/2020
Quirino Ribeiro

"As oportunidades são como o nascer do Sol: se você esperar demais, vai perdê-las". (William Arthur Ward).


Vivemos um momento delicado. As pessoas precisam de alternativas e informações sobre como reagir, em âmbito pessoal ou profissional. São oferecidas parte do que o cidadão precisa, reunindo centenas de oportunidades de capacitações em instituições respeitadas no País e facilitando a encontrar, inclusive, vagas no mercado.


COM O COMEÇO DA PANDEMIA


Causada pelo novo coronavírus, o Governo Federal criou a plataforma Todos por Todos, em que a população pode encontrar vagas no mercado de trabalho e cursos de capacitações em áreas como a do empreendedorismo. O portal completa quatro meses no ar, concentrando 816 serviços gratuitos e voltados à redução dos impactos da pandemia na vida do cidadão.


PELA FERRAMENTA


É possível encontrar desde o curso para aprender a criar produtos de interesse no mercado, desenvolvido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de Santa Catarina e disponível para todo o País, até cursos sobre bolos decorados e decorações de festas infantis, por exemplo, realizados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat).


2020.


Um ano que ficará marcado para sempre na história deste século em que vivemos. Não encontrei ainda algum astrólogo, vidente ou quem quer que seja que tenha previsto tudo isso que estamos vivenciando neste ano de pandemia, vírus chinês e isolamento social num mundo completamente à mercê do novo, do inusitado, da ciência e do medo.


UM ANO QUE COMEÇOU


Com as notícias vindo do outro lado do mundo dando conta do surgimento de um vírus que poderia levar à morte. Nem os países da Europa nem os da América do Norte deram muita importância, achando que aquele vírus não chegaria tão distante. Na América do Sul, normalmente com países governados por ineptos, a tragédia anunciada não poderia ser pior.


AS MUDANÇAS NA SOCIEDADE


Começaram em março, com o estabelecimento do isolamento social, algo nunca feito nem vivido por esta nossa geração. O inusitado entrou em cena, neste momento esperava-se que com trinta dias tudo pudesse ser resolvido, o sacrifício seria pequeno diante do problema gigante. Porém, nada disso aconteceu, não houve seriedade nem dos governantes, nem dos brasileiros em geral.


EM MEIO A BOATOS


Infundados de surgimento de medicamento para a suposta cura, lá se foi mais um tempo perdido. Os dias foram se passando e depois de 120 dias ainda temos isolamento social, casos novos surgindo, óbitos e muita confusão na saúde, economia e na vida da sociedade em geral.


A HUMANIDADE


Não soube lidar com o inusitado, o novo assustou e transformou o que seria difícil em algo insuportável para essa travessia de alguns meses. Desemprego, comércio fechando portas, negócios ruindo, mais de setenta mil mortos, ou seja, um caos.


UM PRESIDENTE


Que não aproveitou a oportunidade para ser um líder, preferindo ser o bobo da corte. Governadores perdidos entre seguir a ciência e ceder a pressão da economia, deixando como sempre o rastro da corrupção à vista nas compras emergenciais e nas licitações.


SAIREMOS COMO ENTRAMOS


Nem melhores nem piores, não aprendemos a lição que a pandemia possibilitou, com raras exceções de gestos humanitários, vimos mais do mesmo neste quadro patético da nossa sociedade gananciosa, que pensa em si e apenas em si mesmo e no seu vil metal. Perdemos a chance de crescer como seres humanos, de dignificarmos nossa passagem neste planeta. Não foi desta vez.



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Saneamento básico
03/08/2020
Quirino Ribeiro

“Saneamento Básico eficiente é o melhor cartão postal que um Município pode ter". (Nenê Bronson).


É comum se ouvir que as administrações públicas relutam em fazer obras que ficam ‘embaixo do chão’. Longe das vistas, caem logo no esquecimento, não rendem votos aos executores. Em alguns casos pode até ser verdade. Na hora de optar sobre algum investimento, o gestor pode ficar tentado a escolher o que renderá visibilidade.


REDES DE ÁGUA E ESGOTO


Estão entre as consideradas invisíveis. Mas em boa medida a sua falta se deve mesmo à escassez de recursos públicos. E 94% dos serviços são de companhias estaduais ou municipais.

Entre os números preocupantes desta situação, cita-se que 48% dos brasileiros ainda não contam com redes de esgoto, algo como 100 milhões de pessoas, e quase 36 milhões não têm acesso a água tratada. Onde já há o abastecimento, 38% da água já tratada se perde até chegar às torneiras. Os dados são de 2018 do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento.


O MARCO REGULATÓRIO DO SANEAMENTO BÁSICO


Vem para mudar este cenário. Depois de tramitar por cerca de 20 anos no Congresso, foi finalmente aprovado e sancionado no dia 15 de julho pelo governo federal. Resta ao Legislativo derrubar ou manter alguns vetos da Presidência da República para que vire lei e abra o caminho para a participação da iniciativa privada, atraindo investimentos para levar água e esgoto a toda a população, melhorar a qualidade do serviço e estimular a retomada da economia.


A ESTIMATIVA É


Que a nova lei resulte em investimentos de até R$ 800 bilhões e gere cerca de 1 milhão de empregos para, até o fim de 2033, atingir cobertura de 99% no fornecimento de água potável e de 90% na coleta e tratamento de esgoto no País. Municípios ou Estados terão que fazer concorrência aberta a empresas privadas, por meio de licitação, e as interessadas terão que se comprometer com essa meta.


SAÚDE PÚBLICA


Mas se isso será importante para a retomada da economia, inestimáveis serão os efeitos na saúde pública. A pandemia da Covid-19 que nos assola hoje, cujo controle principal se dá pelas boas práticas de higiene, é o exemplo mais recente. Mas há tempos convivemos com a dengue, chikungunya e diversas infecções, principalmente em crianças, que se proliferam pelo contato com o esgoto não tratado.


A OMS (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE)


Aponta que a cada R$ 1 investido na área, R$ 4 são economizados em saúde. Assim como não vemos canos sob o asfalto, não veremos também imensas filas em unidades de atendimento nem a proliferação de doenças causadas e transmitidas simplesmente porque muitos não têm acesso às condições mínimas de higiene.


OCB E A REFORMA TRIBUTÁRIA


A Organização das Cooperativas Brasileiras está acompanhando de perto os trâmites do projeto de lei do Governo Federal, que trata da Reforma Tributária no país e que pode atingir o setor cooperativista. A Organização está esclarecendo os parlamentares e o Governo Federal sobre a natureza jurídico-tributária diferente das cooperativas em relação às empresas, enfatizando a necessária garantia da manutenção do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo. Todos os atores importantes nesta discussão recebem um folder explicativo sobre a necessidade de se levar em consideração as especificidades das cooperativas na Reforma Tributária.


DESDE O ANO PASSADO


A OCB vem acompanhando o assunto, inclusive participando de reuniões com os Poderes Legislativo e Executivo. Também esteve presente em duas audiências públicas no Congresso para discutir os textos que já estão em tramitação e criou um grupo de trabalho, com especialistas de cada ramo, para debater cada ponto das propostas e elaborar as emendas específicas do cooperativismo para a reforma tributária. (Fonte: OCB).



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Procurador-Geral da República
31/07/2020
Quirino Ribeiro

“A impunidade tolerada pressupõe cumplicidade”. (Marquês de Maricá)


Augusto Aras criticou a Operação Lava Jato durante um debate virtual. Ele chamou a força-tarefa de “caixa de segredos”, sugerindo que falta transparência no trabalho dos procuradores de lá. Chegou a dizer que “é hora de corrigir rumos” para que o “lavajatismo não perdure”.


BANDIDO TEM QUE SER INVESTIGADO


E a Lava Jato investigou e botou bandidos na cadeia. Muitos outros também falam que houve “exageros” na operação. Mas na hora de roubar não teve exagero? Na hora de meter a mão no dinheiro público não teve exagero? A Lava Jato é que é um exagero? Quanto foi encontrado naquele apartamento com o Geddel Vieira Lima? R$ 51 milhões. E ele está lá tranquilo agora, comendo pizza na casa dele. E o caso do Sérgio Cabral? E o caso da Odebrecht?


A LÓGICA


Não apenas em relação à Lava Jato, mas em qualquer operação. Se o dono de uma empresa começa a roubar, a Justiça precisa fazer o que? Botar o vagabundo na cadeia e disponibilizar essa empresa a grupos de empresários que estejam interessados em agir honestamente. E no Brasil existem empresários maravilhosos que estariam dispostos a isso!


JÁ HOUVE PROCURADOR


Engavetador, trapalhão, devagar. Agora temos Augusto Aras, que se manifesta como político e não institucionalmente, o que nos preocupa. Vejo isso acontecer porque tanto ele como outros juízes tentam se cacifar junto à Presidência da República atrás de cobiçado cargo no STF (Supremo Tribunal Federal).


ENQUANTO NÃO MUDAR A FORMA


Como são escolhidos para a Procuradoria-Geral da República e o STF, não pelo presidente em exercício, teremos esses tapas na cara da maioria povo brasileiro. Aras disse que o pessoal da Lava Jato tem mais de 50 mil pessoas em uma lista e que ele nem sabe o critério usado.


PENSO QUE ISSO É POUCO


Diante da roubalheira que vem acontecendo há muito neste País, e o critério deve ser o mesmo: ladroagem. O senhor devia sentir orgulho, pois, afinal, o Ministério Público Federal, por meio de seus procuradores, fez e continua fazendo excelente trabalho, mesmo com toda a ciumeira, inveja e empecilhos dos demais integrantes do Judiciário!


A OPERAÇÃO LAVA JATO


É orgulho para o Brasil. Trabalho de procuradores, Polícia Federal e juízes, que trabalharam incessantemente para punir malfeitores do colarinho-branco. Inacreditável que o senhor Augusto Aras esteja querendo minar essa operação, que escancarou ao mundo a cara dos criminosos e ladrões do dinheiro público. A quem interessa a morte da Operação Lava Jato?


O GOVERNADOR CARLOS MOISÉS


Recebeu no Palácio da Agronômica, dirigentes das principais entidades do agronegócio de SC lideradas pelo secretário da Agricultura Ricardo de Gouvêa, para mostrar ao governador a expressão da agropecuária catarinense e os números do cooperativismo estadual.


O SUPERINTENDENTE DA OCESC


Neivo Panho fez um resumo dos principais números do cooperativismo de SC, mostrando todos os ramos e a importância desse segmento para o desenvolvimento do Estado. O secretário da Agricultura Ricardo de Gouvêa apresentou os dados da secretaria nos programas criados neste ano para auxiliar no enfrentamento da pandemia do coronavírus, da estiagem e do ciclone que atingiu o Estado.


O GOVERNADOR MOSTROU-SE IMPRESSIONADO


Pela expressão do cooperativismo estadual e deixou claro que nessa segunda fase do governo pretende interiorizar as ações com sua presença no campo e prestigiar os eventos do setor agropecuário e cooperativista. Também, anunciou que brevemente iniciará uma campanha publicitária para mostrar as ações já desenvolvidas pelo Estado, já que a opinião pública tem pouco do que está sendo realizado. (Fonte: Fecoagro)



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Disputa de poder
30/07/2020
Quirino Ribeiro

“Numa disputa a pior das posições é a da corda, pois irá acabar nas mãos do mais violento nesta disputa”. (Adailton JC).


Legislação que trata do fim das coligações tem como foco a redução dos partidos, mas, para mudar o cenário partidário do país, é preciso avançar na legislação. Uma das razões para implementação do fim das coligações proporcionais, com a primeira experiência prevista para o pleito de 15 de novembro, foi reduzir o número de partidos, uma vez que os acordos de outras épocas, muitos deles firmados por partidos sazonais, ficaram comprometidos.


A ELEIÇÃO DE VEREADOR


Como será o caso deste ano – tornou-se uma demanda de cada um por si, distante do cenário anterior, em que muitos eleitos conseguiram o mandato por conta do esforço de terceiros e outros ficaram de fora, embora tenham tido um volume de votos bem mais expressivo do que alguns que chegaram ao Legislativo.


ERA DO JOGO, E NÃO HÁ O QUE DISCUTIR.


Mas a tentativa de reduzir o número de legendas não se esgota nessa elaboração da Justiça Eleitoral com respaldo do Congresso. São necessárias novas medidas, pois muitos acordos são forjados depois do pleito, com a criação de blocos políticos apartados do interesse popular.


NO CONGRESSO


Especialmente, funcionam vários lobbies informais instalados dentro das próprias legendas. Há, assim, a bancada da bala, a bancada dos religiosos, dos fundos de pensão e outros tantos, que acabam atuando mais em função de grupos do que em nome do todo.


A SEMANA COMEÇOU


Com o MDB e o DEM anunciando seu desembarque do Centrão, talvez o bloco mais expressivo, que, ao curso da história recente, vem se equilibrando diante de vários governos. Desde a social democracia de Fernando Henrique – quando contribuiu expressivamente para o projeto de reeleição -, passando pelo petismo de Lula e Dilma e pelo equilibrismo de Michel Temer, o grupo, agora, tenta se aliar ao Governo Bolsonaro, utilizando os fins para justificar os meios.


A SAÍDA DO MDB E DO DEM


No entanto, não foi apenas em função de pruridos éticos, sendo marcada, também, pelo jogo de poder que começa a ser jogado em torno da sucessão tanto na Câmara quanto no Senado. O Governo tem um interesse distinto da corrente liderada pelo deputado Rodrigo Maia, que pode até sair do cargo, mas tem séria pretensão em continuar sendo um player da política. O senador Davi Alcolumbre, do Senado, é menos discreto. Tenta, ao arrepio da atual legislação, emplacar mais um mandato na presidência. A conferir.


VACINA


É grande notícia – na verdade, a maior deste ano – sobre o início dos testes com a vacina chinesa, mesmo sendo apenas em pessoas ligadas à saúde, inclusive no Brasil. A nossa torcida – e até nossas orações – é para que essa vacina seja realmente eficiente contra o coronavírus. Temos essa esperança. Mas algumas questões precisam ser levantadas para que as respostas possam nos trazer paz. Por exemplo, se as vacinas não derem resultados esperados, qual o plano B? Se comprovada a eficiência e conseguirem combater o coronavírus, em quanto tempo teremos toda a população imunizada? Se o Butantan tem capacidade para produzir 120 milhões de doses, conforme informa a reportagem, e o restante, já que no Brasil somos mais de 200 milhões de habitantes? Quem poderia responder? Que Deus nos livre de voltarmos à estaca zero.



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Para questionar
29/07/2020
Quirino Ribeiro

“A falta de questionamento é o lado mais obscuro da ignorância”. (Juahrez Alves)


Circulando pelas redes sociais a informação de que em Chapecó no maior hospital Regional do Estado, o HRO, em tempo de pandemia registra a menor quantidade de óbitos dos últimos 4 anos, e dificilmente vai atingir o número dos anos anteriores, pois faltam apenas 2 dias para terminar o mês. No período registrado de março até julho de 2020 foram 355 óbitos, Em 2019 no mesmo período, foram 422 óbitos, em 2018 foram 400 óbitos e no ano de 2017 foram 437 óbitos.


FONTE DA INFORMAÇÃO


A princípio até achei que fosse fake News, então encaminhei e-mail para o amigo Edu Vial diretor de comunicação do HRO sobre a veracidade da informação e a origem da procedência. Retornou informando: “Olá Quirino. Isso foi passado pelo diretor geral HRO, Osmar Arcanjo de Oliveira para integrantes da Associação que administra o HRO".


QUESTIONAMENTO


Esses números me levam a fazer um questionamento para a grande mídia, que até consórcio organizou para acompanhar os números da Covid: "Quantas pessoas por dia morrem COM COVID, mas NÃO POR CAUSA da Covid?” O Brasil tem cerca de 4 mil óbitos por dia de todas as causas.


EXISTEM ESTIMATIVAS


Que para cada caso de Covid confirmado por exame existem, pelo menos, 10 contaminados. Então já teríamos quase 15% da população positiva. Então umas 600 pessoas por dia morrem de outras causas e têm Covid. Se morreram em hospitais, presumo que a maioria fez teste.

Se não separar isso, a tal curva de óbitos por Covid por dia só vai aumentar.


PERGUNTA?


O negócio é dizer que é de coronavírus para impressionar estatisticamente, para responsabilizar o governo federal e buscar recursos para os estados e municípios. Estratégia de esperteza. Adivinha quem vai pagar essa conta lá na frente? Nós e nossos filhos e netos... Mundo cão.


CLOROQUINA?


Enquanto muitos questionam sobre o uso e eficácia do medicamento contra a Covid-19, um grupo com nomes de peso sai em defesa da Cloroquina. Dante Senra, PhD pela Faculdade de Medicina da USP, especialista em Cardiologia, Clínica Médica e Terapia Intensiva, autor do livro Medicina Intensiva (Prêmio Jabuti), Cardiologista dos Hospitais Sírio-Libanês e Albert Einstein e Médico coordenador das Unidades de Terapia Intensiva e Clínica Médica do Hospital IGESP;


ALÉM DELE:


José Henrique Andrade Vila, cardiologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo; Luciana Cruz, anestesiologista; Nise Yamaguichi, médica pela USP, oncologista e imunologista, doutora em pneumologia; Paulo Porto De Melo, médico pela Universidade Federal de SP, neurocirurgião, mestre em ciências militares, chefe do Serviço de Neurocirurgia e Presidente da Comissão de Residência Médica (COREME) do Hospital Militar de Área de São Paulo; Ruth Costa, pesquisadora. (Fonte: youtube.com/watch?feature=share&v=DEDNnhWE0rw).


FINALMENTE


Temos ou não que questionar tudo aquilo que diariamente recebemos de informações? É ou não verdade sobre as mortes? Existe manipulação nos números, para mais liberação de verbas?   Quem está mentindo?



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Lei de Gerson
28/07/2020
Quirino Ribeiro

“O futuro é imprevisível, mas tenho a certeza que as escolhas que faço agora irão ditar o meu destino”.


Craque nos campos e bom nos comentários, o ex-jogador Gérson protagonizou uma campanha que até hoje lhe custa caro. Nela, ele defendia o uso da vantagem como uma característica do sucesso. A ingênua publicidade da Lei de Gérson tornou-se símbolo dos aproveitadores que usam de todos os meios para levar algum. Certo? – dizia o ex-jogador. De forma alguma, mas é uma prática usual, que se revela, sobretudo, em momentos críticos para a sociedade.


NO CICLO DA PANDEMIA


Foram muitas as denúncias de compra de equipamentos com sobrepreço e outras de aquisição de material sem qualquer utilidade para o tratamento. O tirar vantagem tornou-se uma máxima, que deve ser combatida com toda ênfase pelo Estado e pela própria população.


ENUMERAR CASOS DE VANTAGENS


Indevidas é impossível, pois tornou-se uma rotina em todos os setores, sem qualquer constrangimento ético para tais personagens.  Os possíveis infratores não podem ficar impunes a esse abuso, mesmo de menor monta.


DURANTE A CRISE DO MENSALÃO


E os escândalos que o antecederam, viu-se claramente que tirar vantagens passa por todas as épocas e instâncias. Os anões do orçamento no Congresso, ainda nos anos 1980, manipulavam emendas; depois, vieram o “Mensalão”, o “Petrolão” e a “Lava Jato”, frutos de uma perigosa combinação entre público e privado, sangrando os cofres do Governo.


GÉRSON NÃO TEVE VANTAGEM ALGUMA


Mas os personagens desse jogo de interesse continuam agindo, mesmo diante de tantas investigações. Um estudo apresentado ontem aponta que golpes na internet dispararam na pandemia, numa clara demonstração dos riscos que se apresentam até mesmo em momentos críticos para a humanidade. Num cenário de incertezas e inseguranças, há os que se apresentam para tirar vantagens a despeito dos custos impostos às suas vítimas.


HÁ QUESTÕES DE INSTÂNCIA PENAL


E outras de viés moral, mas ambas enquadradas num processo em que tais atores ignoram os danos e nem se incomodam com os resultados sobre terceiros. Tanto o Estado, como agente, quanto a sociedade têm que exercer o papel de conter tais abusos que acontecem por todos os segmentos.


FRAUDES


Brincadeira! Um milhão de auxílio emergencial fraudado. Que pais é este? Não podemos confiar mais em ninguém nesta terra brasileira, neste País sem leis, de ladrões. É o fim da picada! Esta pandemia caiu do céu para essa multidão de bandidos de colarinho-branco. O miserável do trabalhador, o pipoqueiro, o catador de lixo, a diarista, o aposentado assaltado com seu salário defasado, sem possibilidade de correção, muitos receberam o auxílio sem merecer nem ter direito. Só no golpe! Cadê nossa Justiça? Barraram tantos trabalhadores necessitados desta ajuda e pessoas das classes média e alta recebendo com a maior cara de pau. Vemos essas notícias todos os dias neste País, no qual quem pode mais chora menos. Isso é uma vergonha. Esta pandemia enriqueceu muitos. Viram a roubalheira dos aparelhos respiratórios? Agora imaginem quando chegarem as vacinas!


VACINA DO CORONAVIRUS


A vacina que chegou ao Brasil na semana passada veio da China. Os testes serão feitos em 9.000 voluntários. Todos brasileiros. Todos da área da saúde, como médicos, paramédicos, enfermeiros e técnicos. O período para os resultados é de 90 dias. O mundo inteiro espera por vacina que acabe com o coronavírus, inclusive a China. Então, pergunto: por que os testes não foram feitos na China, com chineses? Por que os brasileiros foram escolhidos para cobaia? Qual o medo dos chineses em testar a vacina? O que devemos esperar se os resultados forem positivos e a vacina funcionar? E se não funcionar?



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Fecoagro - 45 anos
27/07/2020
Quirino Ribeiro

“‎Onde há trabalho, há riqueza, e onde há cooperação, há paz”. (Paulo de Tarso)


Sábado dia 25 de julho, dia dedicado ao Colono e ao Motorista, a Fecoagro-Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado de SC completa 45 anos de existência. Neste ano, devido a pandemia da Coronavirus, não haverá nenhuma comemoração festiva de aglomeração de pessoas, como acontecia há 40 anos.


EU COMECEI A ESCREVER E PESQUISAR


Sobre esta data da maior importância, e que eu admiro desde 1989, quando de minha vinda para Chapecó e conhecer Aury Bodanese, com o qual tive o orgulho de conviver e tê-lo como amigo. Fundou a Fecoagro, presente, há 45ª anos, estimulando e praticando a integração e a intercooperação em SC, pois acredita que juntos somos mais fortes!


DOLMAR FRIZON


Amigo de longa data, jornalista, e repórter da Fecoagro há 25 anos, escreveu esta semana uma matéria e lendo liguei a ele solicitando autorização para transcrevê-la em minha coluna e fazer minhas as palavras e homenagens por ele escritas:


A FECOAGRO


“Completou esta semana, no sábado dia 25 de Julho 45 anos. É quase meio século de uma historia repleta de sentimentos, construída por homens de fibra, que deram boa parte de suas vidas a esse ideal. Começou lá em 1975 com o saudoso Aury Luiz Bodanese e segue hoje com a presidência de Claudio Post”.


MAS NESSAS DÉCADAS TODAS


“Precisamos nos lembrar de outros gigantes cooperativistas, gente visionaria de sentimento social que tiveram a honra de comandar a entidade. Luiz Carlos Chiocca, Erico Frederico Gleber, José Zeferino Pedroso, Luiz Hilton Temp, Neivor Canton, Marcos Antonio Zordan e Luiz Vicente Suzin que também foram protagonistas deste legado. Será que faltou alguém? Claro que faltou”.


IVAN RAMOS


“Ele, mais do que ninguém simboliza a trajetória da Fecoagro. Em cada andar, cada mesa, gaveta, em cada novo projeto desenvolvido tinha a audácia de Ivan Ramos. Cooperativista de alma e coração, Ivan é o tipo de personagem que não se encontra por aí. Ele é altruísta, inovador, pensa grande, sonha alto, sempre com os pés no chão.  É o tipo de líder que a gente segue. Afinal nestes 37 anos de Fecoagro, Ivan conhece cada cantinho de cada estrutura que compõem o grupo”.


E ASSIM CADA UM DESTES LÍDERES


“Com seu estilo e modo de vida conseguiram fazer da Fecoagro, uma instituição séria, respeitada que é modelo de intercooperação para o |Brasil. Viger isto hoje em dia, é para mim algo imensurável. Porque estar ao lado destas pessoas reforça minha convicção no respeito às pessoas, e nos princípios que regem o cooperativismo. Sinais de que a vida me deu sinais de reaprender”.


AGRADEÇO


“Ao Suzim, ao Ivan, Cláudio, Arno, Cazarin, Zanatta, Martini, Lazarin, Harry, Paco e ao Bet pelas aulas de todos os dias. Porque com eles aprendi a saborear cada momento coimo algo único, desfrutando das conquistas e espalhando esta boa nova do campo para os nossos queridos telespectadores da TV Coop. Nestes 35 anos de jornalismo e 53 anos de vida, posso dizer com orgulho e peito estufado: Eu também faço parte desta historia. Parabéns Fecoagro/SC pelos 45 anos”. (Dolmar Frizon)


FECOAGRO ATUALMENTE


Hoje com 45 anos de fundação, com sua marca e conceito solidificado no mercado e nas esferas politicas e governamentais, a Fecoagro atua em quatro principais focos: A Central de Negócios que abriga a centralização de compras foi a principal atividade iniciada na segunda fase da Fecoagro isto é, a partir de 1993, na sua reativação. A Central de Negocio de Palmitos-SC, A indústria misturadora de fertilizantes da Fecoagro, instalada em São Francisco do Sul, tem sido a atividade econômica de maior vulto nas atividades.


NOS ÚLTIMOS 20 ANOS,


A Fecoagro tem atuado na coordenação operacional dos programas de Incentivos do Governo do Estado aos produtores rurais. Administra a execução dos programas Terra Boa – o troca-troca, que estimula o plantio de milho e pastagem, além de apoio a apicultura.


COMUNICAÇÃO


Mantem há mais de 40 anos dois programas de radio em 70 emissoras de SC. Produz dois programas de TV, com cobertura estadual e nacional. No Canal Rural sintonizado na TV por assinatura e nas parabólicas, e nos canais locais, em TV aberta, para atingir não apenas o meio rural, mas também os formadores de opinião nos meio urbanos. Além disso, mantem a TV COOOP, pela web, exclusiva da Fecoagro, onde por 24 horas por dia, veiculam programas, matérias vídeos de interesse dos agricultores e dos cooperados de outros ramos do cooperativismo.



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