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 Colunistas

Quirino Ribeiro

Com mais de 45 anos de atuação jornalística, Quirino Ribeiro já passou pelos principais veículos de comunicação do País. Atualmente, é gerente comercial do SBT/SC - região Oeste, comentarista na Rádio Chapecó, colunista no Jornal Sul Brasil e, de agora em diante, se fará presente também no Portal Oeste News. De segunda a sexta-feira acompanhe aqui o que é destaque no Brasil. 


E-mail: quirino@scc.com.br

Primeiro as reformas
14/06/2019
Quirino Ribeiro

“Sou responsável pelo que eu falo, não pelo que você entende”. (Autor Desconhecido).


Projeto da Previdência deve ser prioritário no debate político, embora conversas entre ministro e procurador devam ser investigadas em toda a sua extensão. Os diálogos entre o ministro Sérgio Moro (no período ainda de juiz) e o procurador Deltan Dallagnol, captados num vazamento que chegou às redes sociais, indicam imprudência de duas autoridades que deveriam falar apenas nos autos; mas, a partir daí, não há, pelo menos por enquanto, espaço para ilações mais amplas.


CONVERSAS ENTRE JUÍZES


Promotores e advogados, fazem parte da rotina forense, desde que não impliquem em qualquer tipo de sugestão que culmine em sentença. Ademais, num momento de corda esticada no mundo digital, é fundamental apurar o contexto pleno das conversas, pois se tornou comum pinçar trechos e fazer destes uma notícia.


É FATO QUE AMBOS


Devem explicar suas ações e qual é a motivação que levou às conversas vazadas no fim de semana. No entanto, em momentos como esses, é fundamental ter serenidade suficiente, sobretudo quando se trata de autoridades de tal porte. Ademais, recomenda-se aos demais atores evitar posições, especialmente quando há chances de serem julgadores de um possível feito.


OS MINISTROS


Gilmar Mendes e Marco Aurélio de Mello, ambos do STF, já dão pistas de seu voto, o que não é bom para a instância judicial. Mendes, por exemplo, tem divergências insuperáveis com os dois personagens, fruto de embates pela mídia, distante do processo. Como prudência e canja de galinha nunca fizeram mal, é naquela que tais autoridades devem se escudar.


OPOSIÇÃO SISTEMÁTICA


Tudo que é dosado em excesso não presta. Não serve. Não seria o caso da bancada oposicionista ao Governo da Nação, já declarado pelos deputados federais (PT, PCdoB e PSOL) que vão obstruir todas as votações na Câmara dos Deputados, em razão de alegarem vazamento de conversas do ministro da Justiça, Sergio Moro, com procuradores da Lava Jato.


A OPOSIÇÃO


Tem o direito de aventar a possibilidade da criação de CPI visando o caso revelado pelo The Intercept Brasil. Todavia, não seria mais importante pensarem em criar, antes, a possibilidade de uma CPI a fim de averiguar a invasão criminosa de celulares dos procuradores? Os nossos deputados federais (também os da oposição) foram eleitos para, acima de tudo, pensarem no bem do Brasil. Fazer oposição sistemática lembra os tempos dos "coronéis". Lamentável!


CELESC RURAL


Para reforçar as redes de distribuição de energia na área rural e garantir o crescimento do agronegócio no estado, a Celesc lançou o programa que vai permitir a substituição de redes de energia elétrica monofásicas por redes trifásicas em diversos municípios catarinenses. Ao todo, serão investidos R$ 65,7 milhões em 1,2 mil quilômetros de rede da área de concessão da Celesc, com início já no segundo semestre deste ano.


VICE-GOVERNADORA DANIELA REINEHER


"Quero agradecer à Celesc e a todos os envolvidos no programa por olharem com carinho a uma importante questão para quem vive no meio rural e no oeste catarinense, região que nasci. É uma honra muito grande participar do lançamento de um projeto que vai melhorar muito a qualidade de vida e as condições de trabalho no campo”.


RICARDO DE GOUVÊA


Secretário estadual da Agricultura e da Pesca, Ricardo de Gouvêa, reforçou a importância do agronegócio. "Estamos acostumados a ouvir que a agricultura mantém o país e por isso devemos fazer mais pelo setor. O agronegócio responde por 30% do PIB de Santa Catarina, estado que mais exporta frango de um país que é líder mundial na exportação da ave. Certamente o Celesc Rural vai ajudar os produtores catarinenses a desenvolverem ainda mais a economia regional”.



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Questão de gestão
13/06/2019
Quirino Ribeiro

“A Reforma Política é importante, mas nenhuma reforma será maior do que a conscientização popular”. (Victor Bello Accioly)


Para aplicar muito bem estes recursos que são arrecadados e que infelizmente boa parte se destina ao ralo da corrupção! O Brasil não precisa nada além de gestores que sejam íntegros, honestos, descentes, verdadeiros, honrados, leais ao povo e ao País, que sejam dignos de nos representar, que tenham moral, ética, enfim, que sejam do bem e Patriotas! Patriotismo é a essência!


O ESTADO BRASILEIRO PRECISA DE REFORMAS


Estruturais para alavancar o crescimento econômico do País. Além da Reforma da Previdência, fundamental e urgente, a reforma tributária é da maior importância. Por quê? Primeiramente, nosso sistema de arrecadação e gestão de tributos é trava para o desenvolvimento, principalmente pela sua complexidade legislativa, regimes de exceções, multiplicidade de regras, em muitos casos, decorrente de incentivos e isenções, guerras fiscais, resultando em muita burocracia e insegurança jurídica.


OUTRO PONTO NEGATIVO


É que a arrecadação tributária no Brasil não cumpre com a finalidade primordial, que é dar ao governo as condições ideais para atender às necessidades financeiras nos âmbitos: social, de saúde, segurança e bem-estar da população.


COMPARAÇÃO COM OUTROS PAÍSES


Nos Estados Unidos, um a cada 1.000 funcionários trabalha na área fiscal; na Europa, um a cada 500; e, no Brasil, um a cada 200 colaboradores dedica horas na gestão dos tributos. Segundo o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), para atender o Fisco cada empresa gasta, em média, 1.958 horas por ano. O Brasil tem a maior carga tributária da América Latina e uma das maiores do mundo, com 33% do PIB (Produto Interno Bruto).


O PRIMEIRO PASSO


É simplificar os processos de declaração e pagamentos de tributos, principalmente para as empresas de menor porte. O Fisco tem alguns projetos de simplificação de obrigações acessórias, mas precisamos avançar ainda mais. A segunda iniciativa é buscar a unificação de tributos. Hoje, temos mais de 200 mil normas fiscais em vigência no País, sendo 30 novas regras ou atualizações por dia, na média, segundo o IBTP.


MAS HÁ GRANDE RISCO


Se a reforma tributária entrar em vigor de uma vez. O melhor modelo seria adoção fragmentada. A primeira etapa serviria para dar fôlego para as empresas entenderem o cenário e realizarem as mudanças necessárias para a adaptação mais eficiente. A segunda fase é a transitória, específica para maiores tributações ou tributos de maior complexidade, como os tributos indiretos.


PASSADAS AS DUAS PRIMEIRAS FASES


Com intervalo de seis a nove meses entre elas, as empresas estariam prontas para fazer parte de novo sistema tributário, mais justo e equilibrado. Simplificação na forma de arrecadação dos tributos vai possibilitar redução de todo esforço necessário das empresas para gestão e pagamento de impostos, além de promover, de forma imediata, aumento de produtividade das companhias, elevaria a combatividade do Brasil no cenário internacional e atrairia o investidor estrangeiro.


RICARDO DE GOUVEIA


Secretario da Agricultura e Pesca de SC, foi enfático: “O agronegócio catarinense se tornou uma referência internacional em qualidade da produção agropecuária, no cuidado com a saúde dos rebanhos e a segurança alimentar. Hoje, Santa Catarina tem acesso aos mercados mais exigentes do mundo, o setor agropecuário é o carro chefe da nossa economia, gerando emprego e renda ao longo de toda a cadeia produtiva. A alta nas exportações mostra que estamos no caminho certo”.


RANKING BRASILEIRO DE EXPORTAÇÕES


Santa Catarina volta a ocupar o primeiro lugar no ranking brasileiro de exportações de carne de frango. O estado, que também é o maior produtor nacional de suínos, responde por 39% de todo faturamento gerado com os embarques de carne de frango no país em 2019. De janeiro a maio deste ano, o agronegócio catarinense já embarcou 626,9 mil toneladas do produto, gerando receitas que passam de US$ 1,08 bilhão.



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Mercado informal
12/06/2019
Quirino Ribeiro

“O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.” (Autor Desconhecido)


O número de trabalhadores na informalidade aponta para a necessidade de reformas urgentes, a começar pela Previdência Social. O mercado informal, fruto dos impasses econômicos que permeiam o dia a dia do país – há no mundo situações semelhantes -, é um dado relevante na análise de cenários e perspectivas, por apontar para a necessidade de reformas, a começar pela Previdência.


HÁ CONSENSO


Para superação de possíveis problemas, como a reforma. Ela é fundamental por ser o primeiro passo para o aquecimento da economia. O setor produtivo só vai perder o seu ceticismo quando a matéria for aprovada pelo Congresso. Até lá, todos ficam com pé atrás, implicando a não contratação de profissionais.


VÁRIOS PERSONAGENS


Que tentam ganhar a vida na informalidade não por interesse próprio, mas por terem sido induzidos para este caminho. Muitos têm qualificação, mas não acham vagas; outros estão despreparados para os novos tempos, ficando na retaguarda das contratações. Os profissionais como destacam os técnicos do mercado, precisam de atualização permanente ante um segmento cada vez mais competitivo.


MAS A REFORMA NÃO ESGOTA


O problema se não for acompanhada de outras ações, como a reforma tributária, a fim de garantir incentivos para o setor produtivo e o fim das hostilidades na instância política. A despeito de fazer parte do jogo, os enfrentamentos não produzem dados positivos, ampliando apenas as incertezas dos investidores. Tanto o Executivo quanto o Legislativo precisam se convencer de que estão todos dentro do mesmo projeto de recuperação do país.


O CIRCO DO PT CONTRA MORO


Hackers que, infelizmente, agem por toda parte do mundo conseguiram criminosamente atacar os celulares do ex-magistrado e hoje ministro da Justiça, Sergio Moro, e de procuradores da República.


E O SITE THE INTERCEPT BRASIL


Divulgou supostas falas de Moro com o procurador Deltan Dallagnol, do período que cuidava da Lava Jato. Que, a meu ver, essas falas não ferem e nem podem gerar suspeitas de conchavo contra os investigados nas operações da Lava Jato.


COMO BEM AFIRMOU O VICE HAMILTON MOURÃO


“Conversa privada é conversa privada". Porém, a oposição, e principalmente o PT, através de advogados de Lula, querem incendiar o País, sonhando com a anulação da condenação deste chefe de quadrilha e ex-presidente, preso há mais de um ano em Curitiba. Inclusive, já circula pela internet versão adulterada das supostas falas de Moro.


COINCIDÊNCIA OU NÃO


Este excrescente movimento ocorre no exato momento em que a reforma da Previdência ganha apoio da sociedade, de boa parte do Congresso, e principalmente também dos governadores e prefeitos, para que este Brasil, literalmente quebrado pelo PT, encontre novamente o caminho saudável do equilíbrio fiscal, crescimento econômico e recuperação de empregos.


OU SEJA, OUTRA FARSA DO PT.


Então seria hora também de colocar dúvidas sobre até encontros de autoridades, principalmente do Judiciário, que ocorrem frequentemente com políticos, lideres de partidos, etc., que vão aos gabinetes até de membros do Supremo.


COMO TAMBÉM DE JUÍZES


Que pedem informações sobre ações em curso para procuradores, polícia federal etc. O que dizer então que o próprio Gilmar Mendes visitava corriqueiramente o Palácio do Jaburu, o ex-presidente Michel Temer, e não foi contestado?


ORA, SE É UM GRAVE PROBLEMA ÉTICO,


Que se crie lei para impedir esses contatos. O que seria um absurdo... Porém, infelizmente, no Brasil, serve somente para fazer esse circo de horrores contra figuras de reputação inabalável como a do ministro da Justiça, Sérgio Moro. (Paulo Panossian).     



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Regras do trânsito
11/06/2019
Quirino Ribeiro

“A única situação que você deve cuidar da vida dos outros, é no trânsito.” (Cassal Brum)


Mensagem do presidente já provoca polêmica, mas caberá ao Congresso avaliar as vantagens e as desvantagens do projeto. Desde a campanha eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro vem dizendo que iria combater a indústria da multa, em uma alusão direta à pontuação na carteira de motorista por infrações no trânsito, e o uso de radares móveis, que, em sua visão, consiste em armadilhas.


HÁ CONTROVÉRSIAS


Mas está no jogo, sobretudo, por essas ideias terem sido compradas pelos 58 milhões de eleitores que lhe deram o mandato. O que deve ser colocado em questão, porém, é a eficácia do pacote entregue ao Congresso, que muda boa parte das ações de combate à violência no trânsito.


O NÃO USO DE CADEIRAS


Para proteção de crianças, infração gravíssima passível de multa, passaria apenas para advertência por escrito. A suspensão da CNH, hoje aos 20 pontos, ocorreria somente quando chegasse aos 40 pontos; o farol baixo aceso durante o dia em rodovias, por sua vez, terá sua obrigatoriedade mantida apenas em rodovias de pista simples ou, ainda, em tuneis, sob chuva, neblina ou cerração. O condutor que não usar a luz baixa de dia só será multado no caso de o proprietário ser pessoa jurídica e não haver identificação do condutor.


EM QUARTO LUGAR


Na lista dos países com maior volume de acidentes, o Brasil adotou medidas duras que deram resultados parciais, pois os abusos continuam sendo registrados tanto nas rodovias quanto nas áreas urbanas.


A LEI SECA FOI UM AVANÇO


Mas durante os anos também ocorreram absurdos, como o kit de primeiros socorros, que mais parecia uma ação encomendada para benefício de terceiros do que uma medida de combate à violência no trânsito. Milhões de reais foram para o ralo, como ocorreu também com a obrigatoriedade dos extintores.


AO CONGRESSO


Cabe considerar o que for positivo e refutar possíveis distorções, pois está nas suas prerrogativas. Ademais, há espaço para discussões envolvendo especialistas que poderão aferir as consequências.


ROTA DO MILHO


Lideranças de Santa Catarina, da Argentina e do Paraguai para analisar a situação atual da rota do milho na última sexta-feira em Chapecó, reunindo lideranças da governança do Movimento de Integração e Complementaridade Produtiva de Santa Catarina, Missiones, Itapua e Alto Paraná, vice-governadora Daniela Reinehr, o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Ricardo de Gouvêa, a presidente da FIESC, Maria Teresa Bustamante, o gerente regional do Sebrae/SC, Enio Alberto Parmeggiani, e demais lideranças políticas e empresariais de SC, Argentina e Paraguai.

“A rota do milho tem sido recorrente. Enquanto governo, temos empreendido todos os esforços possíveis para agilizar o pleno funcionamento dessa importante rota para o agronegócio catarinense.”


RICARDO DE GOUVÊA


Destacou que a rota do milho é fundamental para a agroindústria e para manter a competitividade do Estado tanto no mercado nacional como no internacional. “O maior setor exportador de SC depende do milho e uma alternativa para reduzir os custos da agroindústria é trazer o grão do Paraguai, mas encurtando as atuais distâncias que são percorridas. Da mesma maneira, a ampliação do aeroporto é importante para o turismo e para trazer mais tecnologia e inovações”.



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Dependentes químicos
10/06/2019
Quirino Ribeiro

“As drogas me deram asas para voar, depois me tiraram o céu.” (John Lennon)


O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei aprovada pelo Congresso que autoriza a internação involuntária (sem consentimento) de dependentes químicos sem a necessidade de autorização judicial. A medida ainda gera divergências entre profissionais responsáveis pelo tratamento.


POLÍTICA NACIONAL ANTIDROGAS


Além de endurecer a política nacional antidrogas, a lei fortalece as comunidades terapêuticas, instituições normalmente ligadas a organizações religiosas. A nova lei estabelece que a internação involuntária só poderá ser feita em unidades de saúde e hospitais gerais e a internação voluntária dependerá do aval de um médico responsável e terá prazo máximo de 90 dias, tempo considerado necessário à desintoxicação.


RESPONSABILIDADE


A solicitação para que o dependente seja internado poderá ser feita pela família ou pelo responsável legal; não havendo nenhum dos dois, o pedido pode ser feito por um servidor da área da saúde, assistência social ou de órgãos integrantes do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas.


SISNAD


Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas, nova lei, o conjunto ordenado de princípios, regras, critérios e recursos materiais e humanos que envolvem as políticas, planos, programas, ações e projetos sobre drogas, incluindo-se nele, por adesão, os Sistemas de Políticas Públicas sobre Drogas dos Estados, Distrito Federal e municípios. Atuará articulado com o Sistema Único de Saúde( SUS) e com o Sistema Único de Assistência Social – SUAS”.


SEMANA NACIONAL DE POLÍTICA SOBRE DROGAS


Foi instituída e será comemorada anualmente na quarta semana de junho, e dispõe sobre a internação voluntária e a involuntária, que ocorre contra a vontade do dependente.


AVANÇOS NA AGROPECUÁRIA CATARINENSE


A agropecuária catarinense é referência para o Brasil. Com apenas 1,12% do território brasileiro, Santa Catarina é o maior produtor de suínos do Brasil, o segundo maior de aves e o quarto na produção de leite. O Estado possui um status sanitário diferenciado como área livre de febre aftosa sem vacinação e livre de peste suína clássica. O sucesso do setor no território barriga-verde passa pelas mãos de milhares de produtores rurais que, diariamente, labutam no campo para oferecer à mesa dos consumidores alimentos de qualidade.


A FAESC


Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina organizou encontros que ocorreram em cinco regiões do Estado, coordenados pelo presidente José Zeferino Pedrozo. Contribuição Sindical Rural, segurança no campo, crédito rural e qualificação no campo foram alguns dos assuntos abordados durante os encontros.


OPERAÇÃO CAMPO SEGURO


Grande esforço coletivo que vem sendo desenvolvido entre a Faesc e a Polícia Militar de Santa Catarina, por meio da ação da Polícia Militar Ambiental, no combate a violência no campo, em todo o território catarinense, com barreiras policiais em proximidades das áreas rurais. O intuito é minimizar a incidência de crimes e oferecer para a população do campo mais segurança e, consequentemente, qualidade de vida.



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Socorro aos estados
07/06/2019
Quirino Ribeiro

“Entre um governo que faz o mal e o povo que o consente, há certa cumplicidade vergonhosa.” (VICTOR HUGO)


Enquanto o relator da reforma da Previdência na Comissão Especial da Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), decide se mantém estados e municípios no projeto ou se os retira, o governo Jair Bolsonaro enviou ao Congresso Nacional na terça-feira, dia 4, um projeto de lei complementar que trata de uma ajuda a estados em apuro fiscal.


PLANO DE EQUILÍBRIO FISCAL (PEF)


Já ficou conhecido como Plano Mansueto, em referência a Mansueto Almeida, secretário do Tesouro Nacional, e exigirá dos estados que realizem operações de ajuste para que possam ter acesso a novas operações de crédito garantidas pelo Tesouro.


O PROJETO ESTIPULA


Uma lista de oito medidas, das quais os estados interessados em aderir e também os municípios, mas apenas a partir de 2021, quando começam novos mandatos de prefeitos, terão de realizar pelo menos três.


ELAS INCLUEM


Programas de privatizações e concessões (por exemplo, na área de saneamento básico), redução de benefícios fiscais já existentes e proibição de adotar novas medidas similares, a implantação de um teto de gastos semelhante ao que vale para o governo federal, e reformas contábeis para melhorar a gestão financeira.


PLANOS COMO O PEF NÃO SÃO NOVIDADE


Há um bom tempo o governo federal vem tentando encontrar meios de socorrer os estados, especialmente aqueles cujos governantes conseguiram a proeza de ser mais irresponsáveis que os criadores e executores da “nova matriz econômica” que levou o Brasil à pior recessão de sua história.


ESTADOS IMPORTANTES


Como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, promoveram o caos fiscal a ponto de causar o colapso da prestação de serviços básicos e adiar por vários meses o pagamento de seus servidores – que, é preciso dizer, muitas vezes partiram para a estratégia suicida de tentar bloquear no grito as mesmíssimas medidas que ajudariam a sanear as contas de seus empregadores. Mas a percepção que levou o governo federal a montar o PEF, no entanto, pode antecipar o resultado deste novo socorro.


SEGUNDO A EQUIPE ECONÔMICA


Os planos anteriores, que costumavam envolver renegociação de dívidas dos estados com a União, não ajudaram a resolver o problema dos estados. Não por falta de boa vontade do Planalto, mas por falta de iniciativa dos governos estaduais, que manifestavam interesse na prorrogação dos prazos, mas não colocavam em prática as medidas de ajuste fiscal exigidas como contrapartida.


CRÉDITO COM JUROS SUBSIDIADOS


A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados (CFT) aprovou por unanimidade, relatório do deputado Celso Maldaner (MDB-SC), coordenador da Comissão de Agricultura Familiar da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que permite a oferta de crédito por bancos privados e cooperativas de crédito com juros subsidiado (PL 7740/17). Atualmente, apenas bancos públicos e cooperativos podiam oferecer o benefício.


SEGUNDO MALDANER


A medida atende praticamente todos os municípios brasileiros. “Esse instrumento incentiva as instituições financeiras a direcionar recursos captados no mercado para o financiamento das atividades dos produtores rurais a partir de taxas de juros mais atrativas".


CRÉDITO RURAL


De acordo com o texto, bancos públicos federais, privados, cooperativos e confederações de cooperativa de crédito estarão autorizadas a operar com o crédito rural a partir da mesma taxa de juros e demais encargos. A ideia é estimular maior competitividade entre os agentes financeiros. Segundo o relator, “a medida propiciará maior volume de crédito aos agricultores, principalmente, aos agricultores familiares”.



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Dia Mundial do Meio Ambiente
06/06/2019
Quirino Ribeiro

“Ambiente limpo não é o que mais se limpa e sim o que menos se suja. Faça do Meio Ambiente o seu Meio de Vida".


Comemorado no dia de ontem, 5 de Junho, com pouco a celebrar, mas a data serve para discussões sobre o que deve ser feito. Desde 1972, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano vem fazendo desse dia um momento de reflexão permanente, a fim de chamar a atenção da população e dos governos para os problemas ambientais e a importância de preservação dos recursos naturais. Conscientizar é um trabalho relevante, sobretudo quando todos estão no mesmo barco.


VÁRIOS GOVERNOS


No entanto, consideram que há um discurso alarmista em torno do tema, preferindo adotar uma política mais flexível no setor. Desde a ascensão do presidente Donald Trump, os Estados Unidos vêm se desfazendo do legado de gestões anteriores, especialmente de Barack Obama, como sua renúncia ao Tratado de Kioto, que aborda o aquecimento global. Para Trump, é pura balela.


NO BRASIL


O governo Bolsonaro, agora com menos ímpeto, entrou na mesma vibe, sobretudo com o ministro Ricardo Salles, que tem um novo olhar sobre as políticas ambientais. É do jogo, pois foi com esse discurso que os eleitores mudaram os rumos da política brasileira. Há, contudo, questões que precisam ser mais bem posicionadas para evitar danos irreparáveis.


O TEMA DESTE ANO É A POLUIÇÃO DO AR


De acordo com a Organização Mundial de Saúde, nove em cada dez pessoas no mundo estão expostas a altos níveis de poluição do ar. O relatório acrescenta o custo global de US$ 5 trilhões por ano, cifra com tantos zeros que impressiona em todos os níveis. O Brasil não ostenta os números impressionantes dos Estados Unidos e da China, que ficam com os principais dados dessa equação. No entanto, a despeito do distanciamento das duas maiores economias do planeta, o país precisa estar atento.


ALGUMAS DE SUAS METRÓPOLES


Como São Paulo, ostentam índices preocupantes. Sua linha do horizonte, mesmo em dia do chamado “céu de brigadeiro”, é marcada por uma faixa cinza, fruto das matérias em suspensão. O resultado são contaminações silenciosas que comprometem a saúde da população e aumentam os custos com o tratamento.


O ENFRENTAMENTO


Passa também por pequenas ações. Induzir queimadas, jogar lixo na rua são questões pessoais. Aos governos cabe, entre outras medidas, preservar seus mananciais, tratar adequadamente o lixo, com políticas de reciclagem abrangentes e estações sanitárias com revisão frequente.


LIXO ZERO


Um exemplo. Foi lançado projeto em Chapecó, com o prefeito Buligon lançando o programa para que em 2030 a cidade que gasta 23 milhões por ano na coleta de lixo consiga a certificação da primeira cidade brasileira com este projeto. E para dar o exemplo, o poder público se comprometendo a que em todas as unidades municipais este sucesso seja alcançado até 2020. É uma meta ética, econômica, eficiente e visionária para guiar as pessoas a mudar seus modos de vidas e práticas de forma a incentivar os ciclos naturais sustentáveis, onde todos os materiais são projetados para permitir sua recuperação e uso pós-consumo.


O SOMATÓRIO


De grandes e pequenas medidas irá ditar o futuro do mundo, pois os próprios estudos indicam que, daqui a 50 anos, se nada for feito, a situação irá caminhar para o ponto crítico da irreversibilidade.


LEITE EM SANTA CATARINA


Santa Catarina é o quarto maior produtor de leite do Brasil. Esta é a atividade agropecuária com o maior crescimento no estado. Em 2017, a produção catarinense girou em torno de 3,4 bilhões de litros, um aumento de 8% em relação ao ano anterior. Os três estados do Sul produziram 12,8 bilhões de litros de leite em 2017 – 38% do total produzido no país. As expectativas são de que até 2020 a região produza mais da metade de todo leite brasileiro.



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Já é mais do que sabido
05/06/2019
Quirino Ribeiro

“Entre um governo que faz o mal e o povo que o consente, há certa cumplicidade vergonhosa.” (VICTOR HUGO)


Que um dos mais graves problemas do Brasil é o inchaço da máquina pública. Políticos eleitos, assessores, altos funcionários do executivo, legislativo e judiciário, funcionários de empresas estatais, federais, estaduais ou municipais, juízes, promotores, procuradores, têm, além de seus altíssimos salários, privilégios sem fim. A lista é enorme: auxílio para moradia, paletó, viagens, combustíveis, escolas para filhos, planos de saúde, pensões nababescas, aposentadorias integrais etc., etc., etc.


A PREVIDÊNCIA SOCIAL


Foi criada para dar assistência plena ao trabalhador. Tanto para aqueles que estão em atividade no mercado, quanto para aqueles que já estão inativos, os aposentados. Cabe ao Poder Legislativo a principal função de protegê-los, como a todos os cidadãos nascidos em solo pátrio, ficando atentos os 513 deputados e os 81 senadores, além dos Poderes Executivo, Jurídico e também as Forças Armadas para garantirem ao povo a segurança, a paz, a ordem, o progresso, enfim, a prosperidade e o bem-estar social.


ALÉM DISSO


Temos a corrupção endêmica, que também ocorre em todos os níveis de governo, e sabemos como é difícil no Brasil que a justiça, para os poderosos continue sendo feita. Com todo esse caldo em ebulição, a Petrobras adota um sistema de preços, que pode até ser correto para que a empresa gere lucro, mas que é absolutamente danoso para a economia do país.


O TRANSPORTE RODOVIÁRIO


Responde por 65% do total de cargas no Brasil, já o transporte de passageiros é majoritariamente rodoviário ou aéreo. Mas é o caminhão que abastece os postos de combustíveis e os aeroportos. Ou seja, no ano passado, a greve de uma semana dos caminhoneiros levou o país ao caos.


CAOS QUE SÓ SE AGRAVOU


Com a intervenção dos agentes governamentais, pois eles não atacam de frente o problema: a solução seria a redução da carga tributária com a respectiva redução de despesas e de privilégios da máquina pública.


DEVE-SE PERGUNTAR SE É LEGAL


Juridicamente, pessoas viverem na miséria, com falta de assistência médica, de segurança, de moradia e com uma aposentadoria insuficiente para suas necessidades básicas, enquanto outras vivem uma vida nababesca.


EMENDAS


Diante da importância e complexidade dos temas tratados, a Proposta de Emenda à Constituição da reforma da Previdência receberá muitas emendas e passará por quatro votações na Câmara e no Senado antes de ser aprovada.


PORTANTO


Como já podemos observar, o texto final da reforma será distinto do apresentado pelo governo. Precisamos dela? Só se faz reforma em algo que precisa de melhorias, sejam elas necessárias ou úteis. E, no caso da Previdência Social, são necessárias, úteis e urgentes.


O CIDADÃO BRASILEIRO


Está cansado de carregar um "elefante" em suas costas, esta paquidérmica máquina pública. Reforma da Previdência. Não pode um mal feito, tornar-se eterno! Terá que ter um fim! Consertem o que de errado a maioria dos congressistas fizeram! Querem fazer uma reforma na Previdência? Aí está a oportunidade de correção!



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Fórum de Competitividade
04/06/2019
Quirino Ribeiro

“Você nunca sabe a força que tem. Até que, sua última alternativa, é ser forte.” (Johnny Deep)


E Desenvolvimento para a Região Oeste de SC promove reunião na próxima sexta feira, das 09 às 11 horas, no auditório do SENAI discutindo alternativas para a viabilidade da rota do milho, entre Brasil, Argentina e Paraguai, e melhorias para o Aeroporto Municipal Serafim Enoss Bertaso em Chapecó.


NOVO TRAJETO PARA IMPORTAÇÃO DO GRÃO


A rota do milho ligando o Paraguai a Dionísio Cerqueira. Atualmente, quando importado do Paraguai, o milho chega ao Estado passando por Foz do Iguaçu, no Paraná. A viabilização desse novo trajeto pode reduzir consideravelmente o valor do frete e, consequentemente, proporcionando maior competitividade para as agroindústrias da região. 


SANTA CATARINA


Além de consumir todo milho que produz, ainda traz do Mato Grosso, centro do país em torno de 4 milhões de toneladas do grão para suprir a necessidade do setor produtivo de carnes. A operação rodoviária é tão grande e tão cara, que está se tornando irracional e absurda. Estamos falando de mais de 100 mil viagens de carretas com capacidade média de 30 toneladas que fazem o percurso de 2.200 km para trazer o milho. Isso representa mais de 5 bilhões de reais em fretes/ano.


A ROTA DO MILHO


Consiste em buscar no Paraguai o milho para abastecer a imensa cadeia produtiva da avicultura e da suinocultura industrial catarinense. O milho será adquirido em Itapuá e Alto Paraná (Paraguai), passará pelo porto paraguaio de Carlos Antônio Lopez, atravessará balsas no rio Paraná, entrará na argentina pelo porto de 7 de Agosto até a divisa com o Brasil, entrando por Dionísio Cerqueira. É necessário avançar entraves burocráticos e alinhar objetivos com os governos dos 3 países.


AEROPORTO DE CHAPECÓ


Também é uma melhoria considerada fundamental. Será discutido a ampliação e sua internacionalização na intenção de ampliar o número de voos e tornar os preços acessíveis, após o fechamento das operações da Avianca em busca de alternativas.


ATENDIMENTO


O aeroporto de Chapecó atende grande região com mais de 300 municípios, no sudoeste PR, noroeste do RS, oeste, extremo oeste e meio oeste de SC com mais de 2,5 milhões habitantes. Uma alternativa viável é a privatização. Tivemos um aumento considerável nos preços das passagens e o fluxo de voos também foi seriamente afetado. Precisamos de uma solução, sob pena de aumentar as dificuldades econômicas da região.


COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS


Do país têm encontro nesta terça e quarta em Campinas – SP. A partir das 8 horas da manhã o encontro que é organizado pela empresa Conecta e conta com o apoio da OCB, vai reunir as principais cooperativas e lideranças cooperativistas do Brasil, além de empresas parceiras e palestrantes de destaques do setor.


NA PAUTA


Temas como Aceleração do Crescimento, Governança, Tecnologias Digitais, Finanças e Gestão de Risco nas Cooperativas nortearão as discussões durante o evento. A programação conta com discussões, palestras práticas e inovadoras e networking com grandes players do mercado.



Comentários e sugestões podem ser enviados para o e-mail quirino@scc.com.br.

Constituição é clara
03/06/2019
Quirino Ribeiro

“Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”. (Confúcio)


“São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário". É triste, mas sem generalizar, podemos afirmar que é pura balela. A imprensa nos mostra, diariamente, desentendimentos e brigas entre membros dos Poderes constituídos e até do mesmo Poder. O que está ocorrendo em certas ocasiões não é o debate e a discussão válida e cívica sobre teses e diretrizes, mas a "judicialização da política" e a "politização da Justiça". Democraticamente, precisamos repensar o Brasil.


VAIDADES


Quando falamos e buscamos o novo, pensamos e buscamos um salvador, não da pátria, mas um interlocutor que possa agregar as mais variadas correntes, dentro do pensamento democrático. Mas, parece-nos, que o ego pessoal tende a digladiar com o pensamento nacional. Perdemos tempo com picuinhas, plantadas e mal elaboradas de improviso, que causam um embaraço atrás do outro e colocam as reformas em disputa política!


NÃO PODEMOS CONFUNDIR


O oficial com o paralelo, como se estivéssemos brincando de videogame. O necessário é a coerência no poder, para não contaminar com pensamentos de extrema direita, extrema esquerda, centro ou famigerado centrão! Precisamos de um grito de independência, para nos libertarmos de todo esse corporativismo oligárquico ultrapassado, que privilegia uma minoria, em detrimento da maioria.


O BRASIL


Não pode viver esse apartheid de insanidade! Metamorfose! Promessa de campanha não pode ser instrumento de pressão para salvar o Brasil. Precisamos de reformas abrangentes e reais, sem fisiologismo que atenda somente aos mais abastados em detrimento dos miseráveis, que mais uma vez não podem pagar a conta! O Brasil não pode ser tratado como brinquedo ou coisa pessoal, o Brasil e o povo precisam voltar a ter esperança e trabalho, para voltarem a ser felizes e sorrir... Sem pressões em nome da salvação!


FIM DOS RADARES MÓVEIS?


O Governo Federal afirmou serem desnecessários radares móveis nas estradas federais, ou seja, fiscalização por policiais militares federais expostos nas rodovias. Mas é possível implantar radares informatizados e aplicar multa aos infratores em tempo instantâneo via Satélite de dentro da cabine onde estiverem os policiais militares federais ou estaduais instalados. Afinal, estamos na era da informática.


COM O AVANÇO DA TECNOLOGIA


A mil por hora, nada impossível. Intelectuais nessa área não faltam. Radares informatizados são possíveis de coibirem os motoristas que ultrapassam limite de velocidade e causam danos a terceiros, assim como registrar outros tipos de ações nas estradas de todo o País.


CELESC RURAL


Para reforçar as redes de distribuição de energia na área rural e garantir o crescimento do agronegócio em Santa Catarina, a Celesc lançou, na semana passada em Ituporanga, o Celesc Rural. O Programa lançado em duas modalidades: substituição de redes monofásicas por trifásicas e substituição de cabos nus por cabos protegidos. Esse trabalho será realizado em milhares de quilômetros dos municípios catarinenses, na área de concessão da Celesc, e vai atender a um apelo antigo dos pequenos agricultores e produtores rurais do Estado.


OS INVESTIMENTOS


Alcançam R$ 65,7 milhões, aplicados em 1,2 mil quilômetros de rede, ainda em 2019. O lançamento contou com a presença do presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins, e do secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Ricardo de Gouvêa. O programa vai beneficiar diretamente o agronegócio, que é responsável por cerca de 30% do PIB (Produto Interno Bruto) catarinense. O maior objetivo é promover melhoria no desempenho das redes de distribuição nas áreas rurais.



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