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 Colunistas

Quirino Ribeiro

Com mais de 45 anos de atuação jornalística, Quirino Ribeiro já passou pelos principais veículos de comunicação do País. Atualmente, é gerente comercial do SBT/SC - região Oeste, comentarista na Rádio Chapecó, colunista no Jornal Sul Brasil e, de agora em diante, se fará presente também no Portal Oeste News. De segunda a sexta-feira acompanhe aqui o que é destaque no Brasil. 


E-mail: quirino@scc.com.br

Momento crítico
17/08/2018
Quirino Ribeiro

“Quem sabe aonde quer chegar, escolhe o caminho certo e o jeito de caminhar”.


O nosso empobrecido país, como o mundo todo está assistindo, vive um momento único e assustador. Como se não bastasse o fato de ter sido mergulhado, por vontade explícita dos governantes, numa fantástica e destruidora crise econômica, também está envolvido, por força de uma forte onda de corrupção, numa crise política sem precedentes.


CONTA DE LUZ


Para tapar rombos do governo e de empresas amigas do Planalto, sempre aparece uma desculpa esfarrapada para alta da energia elétrica, que, somente neste ano, foi reajustada em 13,79% contra inflação de 2,94%. E, de 2015 a 2018, alta de 30% maior do que a inflação do período. Esse reajuste cavalar, nem pela falta de chuva ou de subsídios para famílias de baixa renda poderia ser justificado.


OCORRE, NA REALIDADE,


Que aumentos são embutidos em forma de subsídios para tapar rombos de empresas prestadoras de serviço público sem relação alguma com o setor elétrico. Ou seja, esses custos de energia, infelizmente, não revelam a realidade do setor, e servem mais para corroer custos do segmento produtivo e das famílias. Aliás, depois que a trapaceira ex-presidente Dilma Rousseff (PT) reduziu em 2012, numa absurda canetada, o preço da energia elétrica, nunca mais esse setor se organizou. E por conta daquela farsa e demagogia, qualquer desculpa tem sido fator para reajustar o já altíssimo e insustentável preço da energia elétrica no País.


SAÚDE EM CHAPECÓ


A excelente estrutura de saúde que além dos Hospitais Regional, da Criança, da Unimed, clinicas, médicos e profissionais da saúde qualificados que atendem diariamente todas as cidades da região. Toda a região na área da saúde é da maior importância para mais de um milhão de pessoas gravitam e dependem de sua eficiência. É impressionante o vaivém de ambulâncias na BR-282, pois é centralizado o atendimento médico em Chapecó.


DAÍ A IMPORTÂNCIA DO PODER PÚBLICO


Na ampliação do Hospital Regional de Chapecó para transformar o HRO no maior hospital público de Santa Catarina. Leitos para a UTI geral, UTI pediátrica e o setor de coronária e mais salas cirúrgicas. No setor de alta complexidade leitos para o tratamento intensivo, oncologia, quimioterapia e mais para recuperação pós-cirúrgica.


NÃO É POR ACASO


Que a administração pública está projetando um hospital no Bairro EFAPI para atendimento da demanda do maior Bairro de Chapecó e maior de que a maioria das cidades do estado.


INICIATIVA PRIVADA


Também é vital a importância da iniciativa privada, como por exemplo, da construção do novo hospital da Unimed. Com o funcionamento novos leitos de internação, seis pavimentos com previsão para receber outros quatro andares.  Estes empreendimentos marcarão um novo tempo na área da saúde do grande oeste catarinense.


DA UNIVERSIDADE DA FRONTEIRA SUL


O curso de medicina que dá oportunidade para o moradores do oeste ingressarem no curso em uma universidade pública aqui na região, modificou o cenário, pois além de alunos, teremos profissionais médicos vindos para exercer a docência, um grande salto no atendimento e no fortalecimento da cultura médica.


FUTUROS PROFISSIONAIS MÉDICOS


Atuarão na promoção da saúde pública e agregarão mão de obra qualificada às unidades promotoras e que vão estar inseridas no sistema de saúde dos municípios. Mais uma vez é comprovada a qualidade da saúde em Chapecó, uma das mais importantes de todo o Brasil.



Comentários e sugestões podem ser enviados para o e-mail quirino@scc.com.br.

Cooperativismo
16/08/2018
Quirino Ribeiro

“O talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe ganha campeonatos” (Michael Jordan)


Movimento que se fortalece no mundo todo, responsável por números que impressionam. Este é o cooperativismo. Capaz de gerar milhões de empregos, com crescimento sustentável, o modelo nasceu com princípios claros e sólidos, que permeiam gerações. Valores que passam pela cooperação, equilíbrio e transformação. Mais que modelo de negócio, o cooperativismo é filosofia de vida centrada no ser humano e na conexão de pessoas com um propósito comum.


NO BRASIL


O cooperativismo prova a existência de alternativa econômica viável em unir ideias e propostas coletivas de crescimento. Práticas como justiça, igualdade, ajuda mútua e autossustentabilidade fazem com que o sistema cooperativo seja capaz de gerar milhões de empregos e crescimento sustentável. Para se ter ideia, as 300 maiores cooperativas do planeta geram volume de negócios anual de US$ 2,5 trilhões, segundo dados da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras).


NO MODELO COOPERATIVISTA


Todos constroem e ganham juntos. Em uma cooperativa, o que tem mais valor são as pessoas. Quanto mais o cooperado se desenvolve, a comunidade na qual ele está inserido também cresce, e a consequência é o sucesso da cooperativa. Essa definição também se encaixa perfeitamente no contexto da economia colaborativa, que está mudando nossas relações pessoais. Exemplos disso são as tendências globais AirBNB e Uber, que passaram a fazer parte do mundo corporativo e estão em constante crescimento.


SUSTENTABILIDADE


É outra palavra de ordem no universo cooperativista. Cooperativas investem em práticas como inovação, consumo consciente, respeito à natureza e à coletividade. O compromisso com a inovação começa pelo ambiente, que precisa ser favorável. Acredito ainda que criar condições, compartilhar ideias e potencializar o talento das pessoas são tripé importante para o fomento da inovação.


SER COOPERATIVISTA


Também é zelar pelo bem-estar social, querer impactar não só a sua própria realidade, mas a da comunidade e a do mundo. Acreditar que é possível colocar do mesmo lado o que parece oposto: o individual e o coletivo, desenvolvimento econômico e desenvolvimento social, a produtividade e a sustentabilidade. E, assim, colaborar para a construção do futuro.


AS NOVAS TECNOLOGIAS


Servem como meio para essa transformação. É o engajamento das pessoas em cultura de colaboração e compartilhamento que contribui para que o cooperativismo permaneça sólido, como modelo que ultrapassa séculos, contribui com o progresso e se destaca ao promover melhores oportunidades e soluções inovadoras para todos. (Luiz Paulo Tostes Coimbra).


ELEIÇÕES 2018


O principal desafio para o candidato que vencer a eleição presidencial deste ano, quem quer que seja, serão as contas do governo. O país está quase quebrado, com tantos gastos obrigatórios, que sobra pouco ou quase nenhum dinheiro para implementar um programa de governo. De um lado, as despesas que ainda podem ser cortadas devem ficar em apenas R$ 85 bilhões no ano que vem. Parece muito, mas numa máquina do tamanho do governo é quase nada e deixa o país perto da paralisia. De outro, se não há onde cortar, também não sobra para investir: pelas contas do Planejamento, vai sobrar só 0,5% do PIB para investimento em 2019, o patamar mais baixo em 15 anos.


O GRANDE PROBLEMA É QUE


A pouco menos de 50 dias do primeiro turno, a maioria dos candidatos finge que o problema não existe. As propostas apresentadas no último debate são todas pouco claras, quando não claramente inconsistentes, como analisaram os especialistas.



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Reforma tributária
15/08/2018
Quirino Ribeiro

“Reformemos as nossas escolas, e não teremos que reformar grande coisa nas nossas prisões”. (John Ruskin)


Há tempos discute-se a necessidade de repensar o sistema tributário brasileiro para que se possa alcançar maior simplicidade, transparência, equidade e um melhor ambiente de negócios no país.


A AUSÊNCIA DESSAS CARACTERÍSTICAS


Em nosso sistema produz diversas consequências negativas, como distorções distributivas em que situações equivalentes são tributadas de forma discrepante, redução da produtividade e da competitividade, excesso de benefícios e regimes especiais, falta de transparência, etc.

Sem dúvida é preciso agir e mudar. Mas qual caminho seguir?


EM ANÁLISE NO CONGRESSO


A Reforma Tributária prevê a manutenção da atual carga de impostos cobrados no país, mas com redução dos tributos sobre o consumo. Outras fontes devem compensar as diminuições propostas. Além das reformas política e da Previdência, a reforma tributária deve mobilizar Brasília neste segundo semestre.


VOTAÇÃO EM SETEMBRO


O relator do texto. Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) calcula que a PEC possa ser colocada em votação na Câmara, em setembro. Segundo ele, a proposta pretende drástica redução do número de tributos, em especial os incidentes sobre o consumo. Seriam extintos IPI, IOF, PIS, COFINS, ISS, ICMS, Salário-Educação, CIDE-Combustíveis e CSLL3, os quais seriam substituídos pelo Imposto de Bens e Serviços (“IBS”) e pelo Imposto Seletivo (“IS”). O texto mantém impostos patrimoniais, como IPTU e IPVA e faz mudanças no Imposto de Renda.


REMÉDIOS E ALIMENTAÇÃO


O deputado diz que a proposta dele é zerar as cobranças sobre remédios e alimentação, reduzindo a tributação sobre o consumo. O modelo seria o europeu. Lá eles cobram mais sobre a renda e a propriedade e menos sobre o consumo. Hoje, o consumidor brasileiro com renda de dois salários-mínimos para 53% de impostos, segundo estudo do IPEA de 2008. Então, nós matamos o poder de consumo do consumidor.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS E A EXPORTAÇÃO


Também teriam arrecadação zero de impostos. Segundo o relator da proposta, os tributos que hoje são cobrados desses produtos ou serviços seriam alocados para outras fontes que ainda precisam ser definidas.


DISCURSOS


Quem ouve os confusos discursos e opiniões dos postulantes ao cargo de presidente da República chega à inequívoca conclusão de que os indecisos não são os eleitores, mas os próprios candidatos, que até o presente momento não disseram a que vieram.


ELEIÇÕES


Para as próximas eleições, esperamos que o povo brasileiro comece a colocar em prática o ditado de que é melhor andar só do que mal acompanhado. Portanto, quanto mais coligação, mais corrupção e mais atraso na Nação. Vamos votar conscientes.


VENEZUELA


A continuar esse verdadeiro êxodo da Venezuela em direção aos países vizinhos, logo o tirano Nicolás Maduro não terá a quem governar. Com ironia, por favor!



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Reajuste de salários
14/08/2018
Quirino Ribeiro

“O prazer no trabalho aperfeiçoa a obra”. (Aristóteles)


Decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou uma proposta de reajuste de 16,38% nos próprios salários, o que levará os salários dos ministros a R$ 39,3 mil. O aumento, que precisa ser aprovado pelo Congresso, pode gerar um efeito cascata de R$ 4 bilhões em todo o setor público. Autor do projeto que serve de base para o orçamento da União em 2019, o senador Dalírio Beber (PSDB-SC) afirmou que não há espaço para reajustes salariais de servidores públicos no ano que vem.


SÓ PARA A UNIÃO


O custo adicional pode ser de R$ 1,4 bilhão, incluindo todos os Poderes. Isso acontece porque já há atualmente servidores ganhando, no papel, mais que os R$ 33,7 mil mensais permitidos pelo teto atual. Eles são alvo do chamado “abate-teto”. Se for aprovada no Congresso, a elevação da remuneração máxima para R$ 39,2 mil mensais, haverá servidores que terão um “reajuste automático”.


NOS ESTADOS


O impacto deve chegar a R$ 2,6 bilhões. Mas os consultores admitem que o número pode estar superestimado, pois a conta pressupõe que todos os juízes, por exemplo, terão ganhos com a mudança. Esse modelo é usado para facilitar o cálculo, pois é muito difícil identificar e excluir da conta aqueles servidores que ganham abaixo do teto atual e, por isso, não sentirão efeito algum.


O “EFEITO CASCATA”


Do reajuste proposto pelo STF preocupa a área econômica. As estimativas de gasto com pessoal já estão ficando piores antes mesmo de qualquer alteração no teto do funcionalismo. Em abril, o governo projetou uma despesa de R$ 322 bilhões com a folha de pagamento da União para 2019 – a segunda maior do Orçamento, atrás apenas dos benefícios previdenciários. Ao refazer as contas para o Orçamento do ano que vem, que precisa ser enviado até 31 de agosto, a área econômica já percebeu que o gasto vai crescer mais. A estimativa atual está em R$ 328 bilhões.


DECISÃO NEGATIVA


A decisão dos ministros do Supremo foi vista pela equipe econômica como um sinal bastante negativo em meio ao esforço de ajuste fiscal. A avaliação é que o timing do aumento atrapalha inclusive a argumentação do governo a favor do adiamento do reajuste dos servidores da União de 2019 para 2020, medida essencial para equilibrar o projeto de lei orçamentária para o ano que vem.


SE O REAJUSTE DO STF


For levado adiante, boa parte da economia de R$ 6,9 bilhões será injetada em salários de servidores que já estão no topo das remunerações, em vez de ser direcionada à manutenção de serviços públicos e a investimentos.


A PROPOSTA DO ADIAMENTO


Dos reajustes dos servidores partiu justamente da necessidade do governo de abrir espaço no teto e desafogar os gastos voltados para custeio e investimentos, que estão sofrendo severas restrições diante do avanço acelerado de despesas obrigatórias como salários e Previdência.


VALORIZAÇÃO DAS FESTIVIDADES RURAIS


A promoção e organização de qualquer evento, seja urbano ou rural nos dias atuais, demandam muita disposição de enfrentar obstáculos e reserva financeira dos promotores. No meio rural, muitos eventos são promovidos como o mais importante festivo ou cultural em um grande número de municípios, e isso se torna uma atração esperada, quando com calendário permanente ou mais frequente.


A FRENTE PARLAMENTAR DO AGRONEGÓCIO


Eventos Rurais ficou de liderar as providências para alteração da legislação, após discussão com todos os atores envolvidos no assunto. É sempre bom lembrar que o Brasil é um país cheio de leis e normas, tornando burocrática qualquer ação de interesse público, e para esse caso há necessidade de agilidade nas alterações das normas, sob pena de não dar tempo de segurar a derrocada de promoções culturais do gênero no interior catarinense. A população precisa ficar atenta e cobrar dos parlamentares ações concretas para resolver esse problema. Pense nisso. (Por Ivan Ramos – diretor executivo da Fecoagro)



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Novos municípios
13/08/2018
Quirino Ribeiro

“Algumas pessoas querem que aconteça; outras desejam que aconteça; outras fazem acontecer”. (Michael Jordan)


Temos que estar de olho para o que acontece no Congresso Nacional. Projeto de lei do Senado cria municípios em todo o País. O governo estima que serão aproximadamente 300 novos municípios. O projeto é do senador Flexa Ribeiro, do PSDB do Pará. Esta é terceira vez em que a proposta é apresentada. Os projetos anteriores foram vetados. A equipe econômica do Planalto já se manifestou contrária ao PLS. Aumentar o número de municípios acarretará série de gastos e possíveis problemas. Tudo o que um país em crise não precisa.


COM A CRIAÇÃO DE OUTROS MUNICÍPIOS


O número de prefeitos e vice-prefeitos aumentará: serão 600 novos cargos. Também haverá mais vereadores e deputados. Sabemos que políticos têm direito a salários altos e penduricalhos. A conta ficará bem salgada. Existe a possibilidade de que muitos desses novos municípios não tenham capacidade financeira para sobrevivência, o que, consequentemente, gerará a dependência de recursos dos governos estaduais e federal.


5.570 MUNICIPIOS


Já é um alto número e o País tem déficit nas contas públicas e que muitos Estados – Rio Grande do Sul (497 municípios) e Minas Gerais (853), por exemplo – estão cheio de dívidas. O Rio de Janeiro, outro endividado, sequer paga em dia os salários dos servidores.


DO PONTO DE VISTA POLÍTICO


Mais municípios implicam em mais influência regional e mais barganha política para terem mais cabos eleitorais nas próximas eleições. A quem isso beneficia? Apenas aos próprios políticos e a seus partidos. É mais poder e dinheiro no bolso dessa turma. Aprovar projeto de lei de tamanha importância em período de pré-eleições é bem questionável, muito menos em época na qual o País tenta ajustar suas contas.


25,5% DE IDOSOS NO BRASIL


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou estimativas atualizadas de sua análise Projeção da População, referente ao período 2010 a 2060. De acordo com o estudo, um quarto dos brasileiros será idoso em 2060, o que corresponde a 25,5% da população. Esses números refletem o aumento da expectativa de vida e a queda da mortalidade.


E A REFEORMA DA PREVIDÊNCIA?


Os dados do IBGE chamam a atenção para a necessidade da Reforma da Previdência e ações que preparem o País para dar suporte à população com 65 anos ou mais. Quais os aspectos que devem ser revisados pelo governo e, ainda, a respeito das mudanças que beneficiariam a população idosa que tende a ser maior no futuro. Cabe uma grande reflexão.


O MUNDO PRECISA DA AGRICULTURA BRASILEIRA


A agricultura brasileira se expande, adota cada vez mais tecnologia e busca a sustentabilidade. Essa é uma das leituras possíveis do Censo Agropecuário recém-concluído pelo IBGE. No território brasileiro, 41% são utilizados para a produção de alimentos, entre lavouras, pastagens, matas naturais e matas plantadas que somam 350 milhões de hectares. SC tem 183.000 estabelecimentos rurais ativos que ocupam 6,4 milhões de hectares. A importância do setor primário barriga-verde é inquestionável e representa 29% do PIB estadual.


PARA ALIMENTAR O PLANETA (Zezo Pedrozo)


O mundo precisa da agricultura brasileira. O produtor e o empresário rural precisam de um ambiente amigável. O Estado brasileiro, no cumprimento de suas funções de incentivo e planejamento, deve oferecer segurança jurídica e outras formas de apoio para as atividades econômicas que se situam no universo do agronegócio. A agricultura e o agronegócio merecem uma política de Estado permanente e não apenas políticas transitórias de governo.



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Mais um rombo nos cofres públicos
10/08/2018
Quirino Ribeiro

“No Brasil, a corrupção parece ser legalizada”. (JWA)


Brasília possui um grupo formado por empresas com contratos nebulosos com o governo. São 1.105 firmas de Tecnologia da Informação (TI), que receberam juntas, R$ 3 bilhões dos cofres públicos no ano passado, montante corresponde a 62,5% dos gastos federais com o setor.


UMA INVESTIGAÇÃO


Jornalística do GLOBO, com auxílio da Associação Contas Abertas identificou que a lista de pagamentos do governo é formada, em grande parte, por empresas que só existem no papel e estão registradas em salas vazias, academia de ginástica e clínica médica. A maioria dos contratos não passou por processo de licitação. O esquema envolve pagamentos que variam de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões, patamar que é considerado a “Faixa de Gaza” dos contratos.


UNIDOS CONTRA A CORRUPÇÃO


Após um longo processo de construção coletiva, uma coalizão de organizações e movimentos apartidários lançou a campanha ‘Unidos contra a Corrupção’. Este é um projeto que unirá o País para que as novas medidas contra a corrupção possam ser referências no debate eleitoral e que cheguem ao novo Congresso Nacional em 2019, como pauta prioritária. O maior pacote anticorrupção do mundo composto por 70 medidas. 


EM CHAPECÓ


Voluntários do Observatório Social (OS) estarão reunidos na próxima segunda-feira (13 de agosto) às 19h na Cantina do CESEC, para tratar sobre o movimento nacional Unidos Contra a Corrupção. Dirigentes, empresários, estudantes e pessoas interessadas em contribuir com a causa estão convidados a participar do evento.


A BUROCRACIA É A MÃE DA CORRUPÇÃO


Matéria do Deputado Federal Valdir Colatto, que é Engenheiro Agrônomo trata deste assunto, é antiga, e foi reforçada recentemente pelos inúmeros casos comprovados de corrupção, revelados por operações como a Lava-Jato, por exemplo. Presidente da Frente Parlamentar da Desburocratização, que tem foco no atendimento mais ágil e menos oneroso ao cidadão.


DESDE A CONSTITUIÇÃO DE 1824


A primeira Constituição da República, o Estado virou refém de um emaranhado de leis. Esse excesso de regras engessou o Estado, impossibilitando o cidadão de receber atendimento a suas necessidades em menor tempo e com mais qualidade. Nosso país acabou criando uma série de repartições, órgãos, autarquias para colocar em prática suas leis, com isso, entra em prática o “carimbório”. Quanto mais carimbos, mais mãos sedentas por benesses aparecem. Uma licença que precisa passar pelo aval de vários órgãos, sem prazo para resposta, prejudica o desenvolvimento do país.  O Ministério da Desburocratização foi criado, existiu por sete anos, sem, contudo, trazer grandes resultados.


GARANTIR A EFICIÊNCIA DO SISTEMA


Determinando punições para quem não cumpre os prazos de análise pode ser uma das maneiras de diminuir o tempo que levamos para obter resposta de órgãos públicos é a proposta do deputado. O princípio da legalidade obriga o administrador público, em sua atividade funcional, a respeitar os mandamentos da lei maior e o interesse público, deles não podendo se afastar ou desviar, sob pena de praticar ato inválido e se submeter à responsabilização disciplinar, civil e criminal, conforme a gravidade do ato. Ou seja, ao gestor público só é permitido fazer aquilo que a lei autorize de forma prévia e expressa. Essa é a nossa proposta, por um Brasil com menos burocracia e mais desenvolvimento. Afinal, muito ajuda quem pouco atrapalha!



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Um Brasil que não educa
09/08/2018
Quirino Ribeiro

“O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”. (Immanuel Kant)


Ora, tudo bem se o censo de 1906 indicava que no Brasil, dos seus 21 milhões de habitantes, 74,6% eram analfabetos! Porém, é de estarrecer que passados 112 anos, ou seja, neste ano de 2018, ainda temos no País 38 milhões, ou 29% de brasileiros com idade de 15 a 64 anos, como analfabetos funcionais, ou que não conseguem ler palavras ou frases, como indica um estudo feito pelo Ibope Inteligência.


10,5 MILHÕES, OU 8% DOS CIDADÃOS


Com idade de 15 a 64 anos, são literalmente analfabetos! É bom lembrar que o Brasil, até a década de 70 do século passado, era a economia que mais crescia no mundo! E pelo jeito nada fez para oferecer educação de qualidade e erradicar o analfabetismo! Uma vergonha!


JÁ A COREIA DO SUL


Que tinha uma economia paupérrima e com mais analfabetos que o Brasil, na década de 60, passou a investir pesado em educação, erradicou o analfabetismo, e a sua economia pelo alto grau de produtividade, hoje, coloca o Brasil no bolso... Espero que na eleição o eleitor não invista seu voto em corrupto, mas naquele comprometido com a melhora da educação!


A EDUCAÇÃO E A INSTRUÇÃO


São fatores ou componentes essenciais na formação da personalidade de qualquer pessoa. A boa educação constitui o alicerce principal para o ser humano, vem do berço, do cerne familiar. A instrução começa no banco escolar e até junto da família, fato mais escasso e bem vindo hoje em dia neste Brasil conturbado e sem rumo, consequência e obra de governos e cidadãos corruptos.


A EDUCAÇÃO FOCA O SER HUMANO


De maneira diferente da instrução. Não acrescenta quantidade e qualidade de conhecimentos, mas quantidade e qualidade de valores pessoais transmitidos de gerações para gerações. A convergência entre os dois constitui uma união de forças positivas favorecendo o objetivo principal:- dar à pessoa doses eficientes de valores morais e éticos para que tenha equilíbrio e postura dignos no exercício de sua profissão e na convivência social.


PERGUNTA:


Como pode o nosso país constituído por milhões de famílias destroçadas por problemas sociais de toda ordem, crise econômica grave, com total insegurança pública, educação e instrução deficientes praticar a democracia que não nasce e se fortifica por conta própria? Seu desempenho a contento exige a participação de todos.


ESSE REGIME POLÍTICO IDEAL


Para todas as nações deve ser cultivado como se fosse qualquer planta que gera alimento que vai trazer saúde para as pessoas no campo da cidadania, da igualdade de direitos, da convivência pacifica mesmo havendo confronto de idéias. A nossa estrutura de ensino não está preparada para formar, motivar o cidadão para o exercício pleno da Democracia.


A BAIXA ESCOLARIDADE


Unida à desestrutura familiar destrói a soberania popular, base da Democracia, que por sua vez mantem o cidadão ignorante de seus direitos e deveres, desinformado dos acontecimentos do seu país e manipulado, tornando-se presa dócil de políticas encabeçadas por teorias populistas e demagógicas e aliadas da corrupção. Sabemos que milhões de eleitores vão às urnas mais por obrigação do que por ter conhecimento da importância do voto consciente.


O VOTO CONSCIENTE E BEM AVALIADO


Nas eleições de 2018 é fundamental como início de faxina. Mas falta ainda uma reforma política profunda para eliminar os excessivos privilégios daqueles que foram eleitos para governar para o povo soberano e não o fazem. Vamos abandonar um sistema ou círculo vicioso e adotar um círculo virtuoso.


VAMOS EM BUSCA DOS DIREITOS


Especialmente no que se refere ao retorno para a população dos impostos pagos em forma de benefícios nos setores da saúde, educação, ensino, segurança pública, preservação do meio ambiente, estruturas viárias em geral e mobilidade social. Dificilmente essa classe política empoleirada no poder abolirá suas próprias vantagens, mesmo carentes de moralidade perante a sociedade.



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Vale a pena lembrar
08/08/2018
Quirino Ribeiro

“O maior estímulo para cometer faltas, é a esperança de impunidade”. (Cícero)


Maximin Isnard, deputado francês que em 1791, ao ver a anarquia tomando conta do Parlamento, disse: "Nós nos encontramos entre o dever e a traição, entre a coragem e a covardia, entre a estima e o desprezo. Nós reconhecemos que eles são culpados e, se não os punirmos, é porque sejam príncipes”? No Brasil, infelizmente, no Senado e na Câmara, falta alguém com a coragem para fazer o mesmo.


É A LONGA IMPUNIDADE


Dos grandes criminosos que transforma o povo em carrasco. A impunidade é uma das coisas que mais revoltam a sociedade A impunidade promove os crimes, e de algum modo os justifica. É preciso vigiar. As nações que dormem ainda que por um instante acordam acorrentadas. Se queremos ser livres, é necessário que só a lei governe.


PAÍS DAS CONVENIÊNCIAS


Em tempos difíceis para nós, povo brasileiro, a casta política continua sua orgia de benesses a quem nada produz. Redis beneficiam igrejas e times de futebol. Dois setores totalmente improdutivos dentro de uma economia! O generoso deputado Newton Jr. já conseguiu aprovar o perdão de dívidas e parcelamentos para esses dois setores. Agora, você eleitor, experimente não pagar um dos inúmeros tributos com que nos massacra o poder público...


FUNDO PARTIDÁRIO E FUNDO ELEITORAL


Os Fundos de campanha aumentam ano a ano e em 2018 o Fundo Eleitoral vai liberar R$ 1,7 bilhão aos partidos; verba do Fundo Partidário é de R$ 888 milhões. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) determinou o valor que cada partido receberá do Fundo Eleitoral para o financiamento de campanhas nas eleições 2018. Além desses recursos, as siglas poderão usar dinheiro do Fundo Partidário nas candidaturas. Ambos os fundos são abastecidos com recursos do Orçamento da União. Ou seja, com dinheiro público.


MAS, AFINAL, QUAL É A DIFERENÇA ENTRE ESSES DOIS FUNDOS?


Conhecido como Fundo Eleitoral, o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) foi criado em 2017 pelo Congresso Nacional para compensar o fim das doações por empresas, proibidas desde 2015. O Fundo Partidário, por sua vez, é uma das principais fontes de renda das legendas brasileiras, que recebem os recursos mensalmente para a manutenção da máquina partidária.


CADA SIGLA


Deve reservar ao menos 20% para a criação e manutenção de fundações (institutos de pesquisa ou educação política) e 5% para programas que promovam a participação feminina na política. Neste ano, R$ 888,7 milhões serão distribuídos pelo Fundo Partidário. A divisão do dinheiro é feita conforme determina a Lei dos Partidos Políticos: 95% são distribuídos às legendas na proporção dos votos obtidos na última eleição para a Câmara dos Deputados; os outros 5% são distribuídos em partes iguais a todos os partidos com registro no TSE.


COOPERITAIPU: 50 ANOS 50 PRÊMIOS


A Cooperativa Regional Itaipu reuniu direção, conselheiros, gerentes, coordenadores de filiais; parceiros comerciais, autoridades e imprensa. O presidente Arno Pandolfo que fez um breve resgate da história da Cooperitaipu, seguindo da apresentação da Campanha que é comemorativa aos 50 anos a ser completado em 26 de abril de 2019.


50 PRÊMIOS


03 Veículos (Onix/Saveiro/Gol); 04 Motos Honda; 05 TVs Samsung; 05 Refrigeradores Consul, 05 Freezers Consul, 05 Freezers Electrolux, 05 TVs LG, 02 Fogões a gás Realce, 02 Fogões a gás Clarice, 08 Lava Jato Vonder, 03 Fornos Micro-ondas Brastemp, 03 Fornos Elétricos Fischer além R$ 80,00 em compras no supermercado e eletrodomésticos, R$ 120,00 em compras nos postos de combustíveis, R$ 500,00 nas Lojas Agropecuárias, R$ 1.000,00 na venda da produção de milho, soja, trigo, suínos, leitões e aves e, R$ 500,00 na venda de leite. O sorteio acontecerá no dia 27 de abril de 2019 dia em quem será realizado um evento especial em comemoração ao cinquentenário da Cooperitaipu.



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Não é tudo, mas...
07/08/2018
Quirino Ribeiro

“Aquilo que escuto eu esqueço, Aquilo que vejo eu lembro, Aquilo que faço eu aprendo!”. (Confúcio)


A Operação Lava Jato, comandada exemplarmente por Sérgio Moro, recuperou cerca de R$ 13,5 bilhões dos R$ 42 bilhões estimados de roubalheira na Petrobras. Se olharmos somente cifras, a recuperação é pequena, haja vista que quase 70% desse valor permanecerá nas mãos de corruptos e corruptores criminosos. Nunca é demais lembrar que essa façanha se deu especialmente no governo federal sob a batuta do PT-MDB juntamente com outras siglas, como PSDB, PP, DEM e tantas outras vergonhosas. Não é tudo, mas o avanço foi grande na apuração dos fatos e punição aos culpados, embora nem todos tenham sido alcançados pela Justiça.


HÁ MUITO AINDA QUE AVANÇAR


Nas apurações, mecanismos de combate à corrupção e punição aos infratores. Neste processo, também aprendemos que, embora imprescindíveis para elucidar os fatos, os acordos de delações premiadas não podem ser tão generosos para os infratores.


SUPREMO CORPORATIVISMO?


O STF (Supremo Tribunal Federal) concedeu liminar pedida pela Petrobras para suspender a execução imediata de uma condenação bilionária, a ‘bagatela’ de R$ 15 bilhões que a estatal sofreu no TST (Tribunal Superior do Trabalho). Adivinhe quem foi o ministro que proporcionou tamanha mamata? Ele mesmo, o senhor Dias Toffoli, próximo presidente da Suprema Corte. É de se imaginar o que vem por aí.


PARA MELHORAR O BRASIL


Penso que a população só votar em candidatos que se manifestarem a favor do Brasil, da diminuição dos seus gastos enormes na máquina pública, das estatais inúteis, da redução do seu exagerado número de políticos, que só dão despesas e ainda atrapalham os que querem trabalhar. Quais são os candidatos de hoje que pregam a responsabilidade no uso das verbas públicas sem as negociatas com os políticos corruptos e sem mau uso em benefício da política suja que vivemos atualmente?


O BRASIL SÓ SERÁ BOM


Para o povo brasileiro mais humilde e trabalhadores quando tivermos um Executivo de coragem, responsável, patriota e governando para os não corruptos. Sem isso, o Brasil continuará igual ou pior do que está.


POLÍTICA


Acho que os eleitores já estão percebendo que os candidatos para as próximas eleições começaram as negociações com outros partidos pouco se importando qual a ideologia desses aliados. Estão preocupados, sim, em serem eleitos ou se reelegerem e pouco importa se estão se aliando com Deus ou o diabo. Portanto, vamos ficar atentos até às vésperas do dia da votação, a fim de confirmarmos nas urnas o voto consciente, para não nos arrependermos e regredir em mais quatro anos, tanto o Brasil quanto em nossas vidas.


FICHA LIMPA


Lei se cumpre, não se discute. Um ser humano condenado em segunda instância não pode ser eleito. Assim diz a Lei da Ficha Limpa. Fim. Não tem discussão, muito menos argumentação, menos ainda tentativa de reversão na Justiça. Será que essa impostura, esse disparate de tentar mexer na lei acontece em outros países do mundo? Duvido.


DESEMPREGO


O noticiário nos informa que o número de pessoas que não trabalham bateu novo recorde no País. O contingente fora da força de trabalho chegou a 65,6 milhões, o mais alto índice da série histórica do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), iniciada em 2012. Falar mais o quê?


MOBILIDADE


A mobilidade urbana é um problema que atinge número significativo de cidades brasileiras. Muitos automóveis que se somam a caminhões e, sobretudo, à falta de transporte coletivo adequado. O resultado são os constantes congestionamentos com reflexos inclusive no meio ambiente.



Comentários e sugestões podem ser enviados para o e-mail quirino@scc.com.br.

Um sinal de alerta
06/08/2018
Quirino Ribeiro

“Todo homem é o arquiteto de seu próprio destino”. (Salústio)


Recentemente, foi divulgado o aumento na taxa de mortalidade infantil no Brasil. Desde a década de 1990, o número vinha sendo progressivamente reduzido até que em 2016 ocorreu uma preocupante inflexão.


A MORTALIDADE INFANTIL


É um dos mais importantes indicadores utilizados para avaliar a qualidade da saúde de uma população. O registro de queda, ou a estabilidade em números próximos a zero, sugere que as ações e os serviços de saúde têm resolutividade positiva. Ao contrário, quando se registra aumento, como está ocorrendo atualmente, presume-se que há erosão na qualidade da intervenção pública.


OUTRA REALIDADE


Que o indicador é capaz de captar diz respeito aos condicionantes de saúde, ou seja, se o ambiente que enreda a população oferece mais ou menos riscos à vida. Tal avaliação está conectada à situação nutricional, ao saneamento e à exposição a fatores potencialmente geradores de adoecimento e morte. Uma das principais razões desencadeadoras dessa infeliz mudança de rumo, reconhecida pelo próprio Ministério da Saúde, é a atual crise econômica.


A QUEDA NA RENDA


Relacionada ao aumento do desemprego e do subemprego, associada à redução dos investimentos no Sistema Único de Saúde (SUS), resulta em simultânea piora nos condicionantes e na qualidade dos serviços ofertados. Porém o que o ministério não pode reconhecer é que, em vez de desenvolver uma estratégia para a retomada na redução da taxa, o fator desencadeador do aumento da mortalidade está sendo potencializado pelo Governo federal. Ou seja, o dilema econômico não está sendo mitigado, mas avultado pela agenda social da gestão Temer.


A REFORMA TRABALHISTA E A EMENDA CONSTITUCIONAL


Que estabelece o teto dos gastos públicos, por exemplo, criaram um ambiente de agravamentos da situação cujo aumento da mortalidade infantil é apenas um sinal de alerta. Em primeiro lugar, porque altera o perfil do mercado de trabalho em desfavor dos padrões mais civilizados de contrato de trabalho, capazes de ensejar condições mais propensas à vida saudável, desde a qualidade da alimentação até o acesso aos serviços públicos e suplementares de saúde, passando pela melhoria do nível de instrução e acesso à informação.


EM SEGUNDO LUGAR


Porque torna impossível realizar avanços no SUS, pior, inviabiliza a própria manutenção do atual padrão de investimento no setor, que já é reconhecidamente subfinanciado. Ao mesmo tempo em que a população SUS-dependente tende a aumentar, ampliando a demanda do sistema, a “Emenda do teto” congela seu orçamento, tornando impraticável sustentar-se. O cenário fica ainda mais apavorante quando se verifica a ocorrência de epidemias e endemias ocasionadas por novos tipos de infecções, como o caso do Zyka vírus, ou aquelas consideradas sob controle, como a febre amarela ou o sarampo.


É PRECISO AVALIAR


O aumento da mortalidade infantil como o primeiro sinal de alerta. Mais do que um indicador que torna evidente a defasagem na quantidade e na qualidade dos serviços públicos, é uma sinalização de que estamos caminhando em marcha forçada na direção inversa ao da civilização.


VOTEM SIM!


Está havendo campanha com o objetivo de desestimular o cidadão a votar. Claro que essa atitude beneficiará alguns grupos políticos. Mas, com a devida reflexão, observando que famílias morando nas calçadas, e lembrando gigantesca roubalheira, tem que haver reação, ou seja, votem nos candidatos de seus Estados e municípios, em especial naqueles que apresentarem projetos que tragam benefícios à população. Ou, então, que se renove. Assim o sistema pode ser mudado.



Comentários e sugestões podem ser enviados para o e-mail quirino@scc.com.br.



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