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GRUPO SUL BRASIL DE COMUNICAÇÃO
 Colunistas

Quirino Ribeiro

Com mais de 45 anos de atuação jornalística, Quirino Ribeiro já passou pelos principais veículos de comunicação do País. Atualmente, é gerente comercial do SBT/SC - região Oeste, comentarista na Rádio Chapecó, colunista no Jornal Sul Brasil e, de agora em diante, se fará presente também no Portal Oeste News. De segunda a sexta-feira acompanhe aqui o que é destaque no Brasil. 


E-mail: quirino@scc.com.br

Direito de informação
18/04/2019
Quirino Ribeiro

“Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.” - Evelyn Beatrice Hall


É senso comum no mundo jurídico não se questionar decisões dos juízes, mas delas é possível recorrer, a fim de corrigir possíveis incorreções ou até mesmo injustiças, mas não dá para ficar somente nos autos quando um ministro do Supremo, num ato com forte viés corporativista, censura uma reportagem envolvendo um dos membros da Corte.


ELE JUSTIFICOU A DECISÃO


Pela falta de provas contra o paciente, no caso o ministro Dias Toffoli, ora no exterior. O ministro entende como censura apenas a restrição prévia da reportagem, e não sua retirada das ruas após a publicação, num claro equívoco de interpretação.


NO CASO EM QUESTÃO


Há vários caminhos que poderiam ser seguidos. Um deles é o direito de resposta, imanente a qualquer reportagem; o segundo seria uma ação de possíveis danos morais caso a matéria se mostre – ao fim das investigações – inverídica. Cortar caminho é um meio perigoso, pois tira do cidadão o direito de ser informado, sobretudo quando estão envolvidas personagens públicas.


O CENTRO DA POLÊMICA


É a reportagem “O amigo do amigo de meu pai”, publicada pela revista digital “Crusoé”, que eu nem sabia que existia, e pelo site “O Antagonista”. De acordo com o texto, o empreiteiro Marcelo Odebrecht identifica que o apelido do título, citado em um e-mail, refere-se ao presidente do STF.


AO IMPEDIR A PUBLICAÇÃO DA MATÉRIA


O ministro dá margem, por outro lado, a uma série de especulações, em vez de resolver o caso. Tirar das ruas informações alegando tratar-se de uma fake news também exige provas em contrário, isto é, somente pelo contraditório, pelo qual se possa apontar falhas no texto, é que se chega à verdade. Tirar as informações do ar, não.


A CONSTITUIÇÃO FEDERAL


Como destacam as Associações Nacionais de Editores de Revistas e de Jornais, é clara ao vedar tal tipo de violação. Em nota destaca: “A decisão configura censura, vedada pela Constituição cujos princípios cabem ser resguardados pelo STF”. Como há espaço para recursos, a discussão deve chegar ao plenário do Supremo, no qual o gesto do ministro Alexandre de Moraes encontra restrição, mas também respaldo. O que se espera é uma decisão serena da Corte, mas suficiente para garantir o direito de informação.


COOPERATIVAS DE SC


Cresceram 7,22% em 2018 – ou seja, 6,5 vezes mais que a economia brasileira – e obtiveram receita operacional bruta de 35,6 bilhões de reais. A expressão do setor é reconhecida nacionalmente: as 258 cooperativas catarinenses – com atuação no campo e nas cidades – reúnem mais de 2,4 milhões de associados e mantêm 63.348 mil empregos diretos. Consideradas as famílias cooperadas, isso significa que metade da população estadual está vinculada ao cooperativismo.


AO APRESENTAR AVALIAÇÕES E PROJEÇÕES


O presidente da Ocesc Luiz Vicente Suzin e o superintendente Neivo Luiz Panho destacaram que, em 2018, o setor investiu na base produtiva, na diversificação de produtos e serviços e na qualificação de colaboradores, dirigentes e associados. Suzin e Panho apontaram que cresceu em 3% a participação da mulher no quadro social das cooperativas de SC. Atualmente, 38% dos associados são do sexo feminino, índice que representa 936.597 pessoas. (Fonte: Ocesc).



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Convocação à Petrobrás
17/04/2019
Quirino Ribeiro

“Quem sabe aonde quer chegar, escolhe o caminho certo e o jeito de caminhar.”


Presidente Jair Bolsonaro: “Convoquei todos da Petrobras para me esclarecerem por que 5,7 por cento de reajuste quando a inflação projetada para este ano está abaixo de 5 (por cento). Só isso, mais nada. Se me convencerem, tudo bem. Se não me convencerem, nós vamos dar a resposta adequada para vocês”.


CANCELADA ALTA DO DIESEL


A Petrobras voltou atrás em um reajuste do diesel nas refinarias após pressão do presidente Jair Bolsonaro, que defendeu nesta sexta-feira “um preço justo” para o combustível e disse que quer ser convencido pela estatal sobre a necessidade do aumento. O movimento da Petrobras levanta preocupações no mercado sobre possíveis intervenções do governo em suas políticas de preços, que poderiam prejudicar a recuperação financeira da petroleira, ao mesmo tempo em que mostra preocupação do governo federal com eventual nova greve dos caminhoneiros.


A POLÍTICA DE PREÇOS


Da Petrobras não tem relação com a inflação. A estatal tem perseguido paridade com as cotações internacionais, o que na prática significa acompanhar fatores como o preço do barril do petróleo Brent e o câmbio. Mas o custo do combustível tem gerado forte insatisfação entre caminhoneiros, lembrando episódio de maio do ano passado, quando uma greve da categoria gerou caos no país.


O PRESIDENTE AFIRMOU AINDA


Que “o Brasil não pode continuar com essa política de preços. Estou preocupado também com o transporte de carga no Brasil, com os caminhoneiros e nós queremos um preço justo para o óleo diesel”. Ao comentar o tema a Petrobras reafirmou em nota seu compromisso com o Preço de Paridade Internacional.


OCORRE, NA REALIDADE


Que na Argentina e no Paraguai você encontra a gasolina produzida aqui no Brasil e vendida nos postos da Petrobras sem a mistura de etanol. Ou seja, 100% pura. O que nós brasileiros não temos, já que misturam o etanol para baixar os preços praticados. Que política é essa? Uma empresa que deveria beneficiar a nós brasileiros, pagadores de impostos e que andamos em carros econômicos, prefere beneficiar países vizinhos?


A ROTA DO MILHO


Está se tornando realidade em Santa Catarina. O trajeto diminui os custos logísticos para a importação do grão e abastecimento das agroindústrias no estado. O Governo catarinense busca agora apoio federal para melhorar os serviços prestados na aduana de Dionísio Cerqueira, porta de entrada do milho vindo do Paraguai. Esse foi um dos assuntos tratados pela vice-governadora Daniela Reinehr e o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Ricardo de Gouvêa, durante audiência com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, e com o secretário executivo do Ministério da Economia, Marcelo Pacheco dos Guaranys, em Brasília.


VICE-GOVERNADORA DANIELA REINEHR


“Foi um dia muito produtivo. Tivemos encaminhamentos importantes sobre a Rota do Milho, para viabilizarmos e melhorarmos o processo de entrada do grão em Santa Catarina. Além disso, tratamos de questões relativas ao setor pesqueiro, defesa agropecuária e políticas de crédito fundiário. Temos um prazo para recebermos as respostas do Governo Federal e estamos otimistas de que vamos avançar em várias questões. O Governo do Estado segue empenhado para que o nosso agronegócio continue sendo referência para o Brasil e para o mundo”.


ROTA DO MILHO


Os catarinenses apresentaram à ministra da Agricultura e ao secretário executivo do Ministério da Economia uma proposta para garantir a inspeção sanitária na entrada dos produtos no Brasil e também para agilizar o atendimento na Aduana de Cargas Integradas de Dionísio Cerqueira. Segundo o secretário Ricardo de Gouvêa, os investimentos em logística para melhorar o transporte de milho são fundamentais para manter a competitividade do agronegócio catarinense. “Santa Catarina é um gigante na produção de carnes. Nossos produtos são exportados para os mercados mais exigentes do mundo. Para mantermos essa produção nós temos que buscar soluções para o abastecimento de grãos e a Rota do Milho é uma alternativa importante, que reduz custos para os produtores catarinenses”.



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Um grande passo adiante
16/04/2019
Quirino Ribeiro

“Todo homem que se vende recebe mais do que vale.” (Barão de Itararé)


As ações anunciadas pelo presidente Jair Bolsonaro são importantes para o país; as correções que eventualmente serão feitas pelo Congresso são parte do processo, mas não podem perder a sua essência.


O PACOTE DE MEDIDAS ANUNCIADO


No final da semana passada pelo presidente Jair Bolsonaro, nas comemorações dos cem primeiros dias de seu Governo, é importante para o país, pois indica, principalmente, o rumo da gestão inaugurada no dia 1º de janeiro de 2019. A despeito dos percalços dos primeiros meses, comuns em todas as gestões, ele avança, sobretudo se tiver meios de implementar todas as medidas, uma vez que algumas delas dependem de aprovação do Legislativo.


A AUTONOMIA DO BANCO CENTRAL


Veio oficializar o que ocorre informalmente, mas agora ganha viés prático para dar à instituição o gerenciamento pleno da política monetária do país. Também foi positivo exigir dos dirigentes dos bancos estatais o aval do BC, pois encurta mais a rédea do jogo político. Muitos dirigentes, a despeito da total incapacidade, foram guindados a postos-chaves em tais instituições apenas para atender a interesses políticos ou partidários. Um Banco Central autônomo pode acabar com essa farra.


O PACTO FEDERATIVO


Demanda que já passou por vários governos e ainda não saiu do papel. Mesmo não sendo imediato, ele sinaliza para uma questão que envolve governos estaduais e prefeituras, hoje em plena dependência da União, responsável por um desequilíbrio que hoje leva os estados e municípios a uma situação crítica, por não terem meios de gerenciar suas próprias contas sem o aval de Brasília.


O REVOGAÇO


Que dá fim a cerca de 250 leis consideradas ineficazes, também é uma pauta importante, pois o país tem um excessivo número de normas, muitas delas tratando do mesmo assunto e sem resultados práticos. Ao reduzir tais ações, diminui também a burocracia, muitas vezes a responsável por emperrar projetos importantes, muitos deles na área ambiental. Ninguém prega comprometer princípios no setor, mas há uma demora sistemática na análise de projetos, fruto de legislações que se sobrepõem sem que se saiba a qual delas recorrer.


A REFORMA DA PREVIDÊNCIA


Mesmo que haja discordâncias sobre o seu teor, o que faz parte do processo, sua aprovação tornou-se fundamental não apenas para a União, mas também para estados e municípios. Os entes federados e as prefeituras estão no limite de suas previdências, deixando milhares de beneficiários em risco se não houver mudanças. Em alguns estados, os recursos para seu financiamento já estão saindo diretamente do Tesouro, comprometendo outros projetos afetados pela divisão dos recursos.


O PAÍS PRECISA AVANÇAR


Em várias questões e, junto com a Previdência, deve pôr na agenda a reforma tributária, também já encaminhada ao Legislativo. Destravar tais pautas será a resposta que a sociedade espera. E aí se insere também o projeto anticrime elaborado pelo ministro Sérgio Moro, e que faz parte das ações dos três primeiros meses da nova gestão. A sociedade não suporta o avanço da criminalidade, e o pacote, feitas as devidas e necessárias correções, é fundamental para o país.



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Aurora 50 anos
15/04/2019
Quirino Ribeiro

“Administrar uma grande empresa significa contratar gente muito boa e colocá-las nos lugares certos." (Bill Gates, fundador da Microsoft)


Sem dúvidas hoje é um dia muito importante para nossa cidade, nosso estado, nosso pais e para o mundo que contam com a Aurora há 50 anos.  A Cooperativa Central Aurora Alimentos é a maior cooperativa produtora de alimentos do Brasil e referência mundial na tecnologia e processamento de carnes. Através da cooperação a Aurora equilibra seus objetivos empresariais com o compromisso social, e esse trabalho, baseado na política da coletividade e na partilha dos resultados, reflete no seu dia a dia, com produtos de alta qualidade, valorização no campo e na cidade e cuidados com o planeta. Ninguém melhor porta voz do que Mário Lanznaster, Presidente da Cooperativa Central AURORA ALIMENTOS e vice-presidente para o agronegócio da FIESC, que transcrevo abaixo para comemorar esta data!


A SOMA DE TODOS NÓS


Dois homens e um ideal. O projeto para a fundação de uma Cooperativa Central, destinada a reunir as cooperativas agropecuárias, nasceu do encontro de Aury Luiz Bodanese, que presidia a Cooperativa Mista Agropastoril Chapecó, com Setembrino Zanchet, na época gerente do Banco do Brasil. Era o final da década de 1960. Aquelas duas lideranças tinham uma visão muito nítida do futuro: tornava-se imperativo para o desenvolvimento regional que o oeste catarinense deixasse de ser simples fornecedor de matéria-prima e passasse a industrializar proteínas animal e vegetal.


O PROJETO DE BODANESE E ZANCHET


Consolidou-se quando, em 15 de abril de 1969, 18 dirigentes representando oito cooperativas formalizaram a criação da Coopercentral. O primeiro anseio era o abate e processamento de suínos, pois a atividade encontrava-se em franca expansão, mas servia apenas para abastecer frigoríficos de vários Estados brasileiros. Setembrino Zanchet viabilizou o primeiro financiamento, através do qual foi possível adquirir a massa falida do Frigorífico Marafon e adaptá-lo para atender as normas do Serviço de Inspeção Federal (SIF). O primeiro abate (200 suínos) da unidade reformada e ampliada ocorreu em 15 de outubro de 1973. Adjacente à compra daquela indústria veio a marca Aurora, que notabilizou-se internacionalmente como sinônimo de qualidade e sabor e, atualmente, identifica o próprio nome da empresa.


A PARTIR DAÍ


A Aurora nunca mais parou de crescer e construiu essa inspiradora trajetória de 50 anos que pode ser descrita como a vitória do trabalho e da perseverança sobre toda sorte de desafios e dificuldades. Em 1988 a Aurora ingressava na moderna avicultura industrial ao inaugurar a unidade em Maravilha. Em 2008 passava a atuar em outra frente pioneira com o início de atividades da avançadíssima indústria de lácteos em Pinhalzinho.


ATUALMENTE


Nossos números testemunham de forma altissonante a condição de terceiro maior grupo brasileiro do segmento de proteína. Nossas plantas industriais processam 20 mil suínos/dia, 1 milhão de aves/dia e 1 milhão e 500 mil litros de leite por dia. Empregamos diretamente 28.300 funcionários. Nossa receita operacional bruta é de aproximadamente 10 bilhões de reais ao ano. Temos 100.000 clientes no Brasil e exportamos para 60 países.


A COOPERATIVA CENTRAL AURORA ALIMENTOS


Pertence a 11 cooperativas filiadas que, juntas, congregam uma extraordinária base produtiva no campo formada por 70.000 famílias rurais, 85% delas tecnicamente classificadas na categoria de agricultura familiar. Portanto, a Aurora pertence a essa comunidade cooperativista e é a extensão dos braços dos associados, agricultores e produtores de todas as 11 sociedades cooperativas filiadas.


NO BRASIL E NO MUNDO


A Aurora tornou-se paradigma de sustentabilidade, qualidade em alimentos, compromisso com o bem-estar social e respeito ao meio ambiente – tudo temperado pelos princípios do cooperativismo universal. Assim é o cooperativismo que acalenta sonhos, realiza-os pela força do trabalho e faz seus frutos retornarem de forma proporcional à contribuição de cada um.


A SOMA DE TODOS NÓS, O IMENSO CAPITAL HUMANO!


Que faz a Aurora é nosso maior patrimônio. Imensa gratidão e esses homens e mulheres que – nos campos e nas cidades, nas indústrias e nas fazendas – mantêm essa admirável dinâmica de trabalho produtivo. Vamos em frente. Os próximos 50 anos nos esperam. (Mario Lanznaster)



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Responsabilidade coletiva
12/04/2019
Quirino Ribeiro

“Nada é mais difícil e, portanto, tão precioso, do que ser capaz de decidir”. (Napoleão Bonaparte)

 

Manter o espaço público é de responsabilidade do Poder Público e associados, mas também da população, pois o vândalo age na calada da noite ou diante da omissão dos próprios usuários.

 

O CUIDADO COM OS EQUIPAMENTOS PÚBLICOS

 

Deve ser uma agenda permanente das muitas entidades representativas, por se tratar de uma questão preocupante com a deterioração de vários espaços por conta do vandalismo. Praças e pontos de ônibus, sistematicamente depredados por pessoas que agem contra todos os princípios de ocupação. Na última instância, a culpa, de modo fácil, é jogada para o Poder Público.

 

O MUNICÍPIO

 

Como zelador da res publica, tem, sim, o papel de manter tais locais de acordo com a sua vocação, mas há o outro lado da questão. Os equipamentos têm sido quebrados, pichados e inutilizados por personagens que agem no silêncio da madrugada, fruto, em parte, da falta de educação, mas, muitas vezes, de má-fé.

 

PARA OS PRIMEIROS

 

A questão deve ser levada às comunidades por meio de campanhas indicando que todos têm responsabilidade, inclusive na fiscalização desses próprios, já que a população é a única penalizada pelo vandalismo. Para aqueles cuja disposição é ampliar o dano, resta a lei. Não dá para transigir com um personagem que quebra deliberadamente o vidro de um ponto de ônibus, depreda o banco ou impõe uma pichação, pois seria virar as costas para o ilícito.

 

EM CHAPECÓ UMA ROTINA

 

Na Praça Medellín lâmpadas instaladas no local são destruídas por vândalos. O monumento de Chapecó é o 30º construído no mundo. O Marco da Paz é um monumento idealizado pelo italiano Gaetano Brancati Luigi, nascido durante a 2ª Guerra Mundial, onde lembra aos homens dos cincos continentes a necessidade da Paz e a promessa de um mundo melhor.

 

HOMENAGEM

 

O Marco da Paz foi construído na Praça Medellín e é uma forma de lembrar as vítimas do acidente com o avião da delegação da Associação Chapecoense de Futebol, na Colômbia, em novembro de 2016, e o Monumento do Centenário de Chapecó, localizado no fim da Avenida Getúlio Vargas, no Bairro Bom Retiro, foi pichado varias vezes. O monumento é uma homenagem a três pioneiros da cidade de Chapecó — o colonizador Ernesto Bertaso, o industriário Plínio de Nes e o cooperativista Aury Bodanese, com objetivo de representar a trajetória do desenvolvimento do município.

 

BAIROO SAIC EM CHAPECO

 

No Ceim Ciranda do saber vândalos estragaram todos os toldos da creche e os colocaram em cima dos brinquedos da creche.

 

CUSTOS

 

Enquanto estão sendo recuperados os estragos provocados pelo vandalismo, deixamos de aplicar o recurso em outra área. São atos lamentáveis. O dinheiro para o reparo dos ambientes vandalizados sai do bolso dos Chapecoenses. O governo não é dono do dinheiro, ele só repassa o valor dos impostos para as obras que precisam ser feitas na cidade. Com intenção de coibir novos atos de vandalismo, as secretarias de Defesa do Cidadão e Infraestrutura Urbana, trabalham em cima de um Plano de Segurança, que inclui parceria com a Polícia Militar e das atividades da Guarda Municipal.

 

 

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Águas de abril
11/04/2019
Quirino Ribeiro

“Aprender é a única coisa da qual a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende.” (Leonardo da Vinci)


Temporais se tornam um desafio permanente para as metrópoles, a maioria delas sem infraestrutura para aguentar o fluxo das águas. Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, em sua antológica obra musical, Águas de março, enumera o fim do verão, mas os tempos, também nesse aspecto, estão mudando.


AS ÁGUAS FECHAVAM O VERÃO


E também davam um tempo, só voltando em setembro ou outubro. O Rio de Janeiro amanheceu sob o signo do caos devido ao temporal que caiu na noite de segunda-feira e se prolongou pela madrugada.


O CICLO DAS ÁGUAS


Dá margem a várias discussões. Uma delas em torno do comprometimento ambiental provocado pelo próprio homem, com reflexos diretos na natureza. Se antes era possível prever o comportamento das quatro estações do ano, isso já não é tão fácil a despeito da sofisticação dos equipamentos. Faz calor no inverno, frio no verão, e outono e primavera vivem situações de plena indefinição. Mesmo assim, as políticas ambientais são precárias, reforçadas por discursos que rejeitam, por exemplo, o efeito estufa.


O OUTRO DADO É A SITUAÇÃO DAS CIDADES.


As metrópoles, e as cidades de porte grande e médio, cada vez mais impermeabilizadas e com ocupações desordenadas, se tornam caóticas em tempos de chuvas. As políticas para o setor não funcionam com reflexos diretos, sobretudo nas camadas mais carentes residentes nas chamadas áreas de risco. Os governos por seu turno têm que programar investimentos permanentes nas ações preventivas. A falta de recursos é um dado presente, exigindo, também nesse aspecto, ações políticas nas instâncias estadual e federal, para a captação de verbas para tal demanda. Com a natureza instável, é fundamental o investimento permanente.


SERVIÇO PÚBLICO


Deve ser composto por funcionários públicos concursados e não por indicações politicas. Querem trabalhar no serviço público, estudem e passem nos concursos que é a forma correta, e não tentem se manter em "cargos políticos", não precisamos mais disso. Precisamos sim de valorização para o funcionário público de carreira, que estudou e entrou pela porta da frente.


SÓ NO GOVERNO FEDERAL


O Decreto nº 9.725/2019 estabeleceu o corte de 21 mil cargos, funções e gratificações do Executivo Federal. O quantitativo reduzido imediatamente é de 6.587 cargos que estão vagos (31,4%). Além disso, 2.001 (9,5%) gratificações técnicas deixarão de ser ocupadas em 30 de abril e as outras 12.412 (59,1%) serão extintas ou proibidas de ocupação no dia 31 de julho. A ação está prevista na agenda de 100 dias do governo federal. A medida é resultado de um estudo do Ministério da Economia sobre cargos em comissão e funções de confiança do governo federal, definido em conjunto com os ministérios envolvidos.


EM SANTA CATARINA


Corte de 922 cargos comissionados e funções gratificadas, a adoção de um governo 100% digital até o fim do primeiro semestre, a venda dos aviões do Estado, a compra direta de passagens aéreas (sem agências), um melhor uso da ferramenta do pregão eletrônico, o uso de aplicativos para o transporte de servidores e a revisão de alguns incentivos fiscais, dos processos de compensação previdenciária e de contratos em geral. Com tudo isso, a estimativa do governador é de uma economia de R$ 1,048 bilhão apenas em 2019.


PARTE DESTES VALORES


Virão do corte de comissionados e funções gratificadas (R$ 89 milhões), do aperfeiçoamento do pregão eletrônico (R$ 40 milhões), da adoção do governo digital (R$ 29 milhões), do uso dos aplicativos para transporte (R$ 4,8 milhões), da manutenção e venda das aeronaves (R$ 3,5 milhões) e da compra direta de passagens aéreas (R$ 2 milhões). Em relação às dívidas do Estado, Moisés contou que o passivo total é de R$ 37,8 bilhões, dos quais R$ 11,5 bilhões a serem honrados nos próximos quatro anos.



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A Campanha Nacional de Vacinação
10/04/2019
Quirino Ribeiro

“O homem joga sua saúde fora para conseguir dinheiro; depois, usa o dinheiro para reconquistá-la.” (Confúcio)


Contra Influenza (gripe) inicia hoje e acontecerá até 31 de maio de 2019, sendo o dia 04 de maio, o dia de mobilização nacional. As vacinas são disponibilizadas em Chapecó, nos 26 Centros de Saúde da Família, das 7h30 às 11h30 e das 13 às 17 horas. A meta em Chapecó é vacinar 59.232 pessoas.


NESTA CAMPANHA


Além de indivíduos com 60 anos ou mais, serão vacinadas as crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde, professores das escolas públicas e privadas, povos indígenas, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.


A INFLUENZA


É uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório. É de elevada transmissibilidade e distribuição global, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais e também podendo causar pandemias. A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recém contaminadas por secreções respiratórias pode levar o agente infeccioso direto a boca, olhos e nariz.


A VACINAÇÃO CONTRA INFLUENZA


Mostra-se como uma das medidas mais efetivas para a prevenção da influenza grave e de suas complicações. As vacinas utilizadas nas campanhas nacionais de vacinação contra a influenza são trivalentes que contêm os antígenos purificados de duas cepas do tipo A e uma B. As vacinas da influenza sazonais são bem toleradas e seguras, constituídas por vírus inativados, não contêm vírus vivos e não causam a doença.


DICAS:


Manter os ambientes ventilados, lavar bem as mãos, uso do álcool em gel, uso de copo individual (em escolas e locais de grande circulação de pessoas), ter hábitos de vida saudável: praticar atividades físicas, alimentação balanceada e tomar bastante líquido. Etiqueta da tosse: ao tossir ou espirrar, usar o braço e não as mãos. Não se medicar… Em caso de sintomas, procurar atendimento médico, na unidade de saúde mais próxima.


TRIBUTAÇÃO DO AGRONEGÓCIO NÃO É PRIVILÉGIO


É de conhecimento geral que o agronegócio é a mola mestra da nossa economia, sendo responsável pelo resultado positivo da balança comercial brasileira, já que as demais segmentações econômicas historicamente, sempre trouxeram resultados negativos. E ao falar de agronegócio não podemos ter em mente os grandes produtores e seus variados conglomerados, mas sim os médios e, especialmente os pequenos produtores rurais, que geralmente trabalham em regime de economia familiar e são responsáveis por grande parte da produção alimentícia que abastece o mercado interno.


EM RAZÃO DA DIFICULDADE DO GOVERNO


Em honrar seus compromissos, sempre vem à tona um tema que desperta debates acalorados, qual seja: abolir incentivos e benefícios fiscais e impor maior tributação ao agro. Todavia, devemos partir da premissa que a forma de tributação desse segmento não é privilégio deste setor tão importante para a nação brasileira, mas sim advém de impositivos previstos na Constituição Federal e demais sistemas jurídicos brasileiros.


O SETOR AGROPECUÁRIO


Possui peculiaridades que jamais devem ser ignoradas pelo legislador, pelo administrador e, especialmente, pelo Judiciário, fator este, que justifica em demasia, a aplicação de tratamento diferenciado no que tange à matéria fiscal. Dentre as particularidades do agro, podemos chamar atenção para: o risco das alterações climáticas, que implica na variação dos preços; necessidade de estrutura adequada para estocagem (armazenamento); logística dinâmica quer por rodovias, ferrovias ou hidrovias; risco de doenças e pragas que podem gerar diminuição da produtividade; elevação de custos e até mesmo perda da produção; fatores ambientais como a restrição do uso da totalidade da propriedade, mesmo com alto potencial produtivo; maiores cuidados durante a colheita, abate, transporte e armazenamento, o baixo valor agregado aos produtos agropecuários que atinge sobremaneira os pequenos produtores rurais.


PORTANTO


A forma de tributação diferenciada aplicada ao agro são alguns dos instrumentos fiscais de incentivo e promoção da, na minha visão, mais importante atividade econômica. (Eduardo Segato).



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O agronegócio
09/04/2019
Quirino Ribeiro

“O agronegócio gera um terço do PIB e é responsável por milhões de empregos.”


O agronegócio abrange uma extensa rede de agentes econômicos que vai desde a produção de insumos, transformação industrial até armazenagem e distribuição de produtos agrícolas e derivados, sendo esta extensa cadeia um importante pilar da economia brasileira, implicando direta e consequentemente na sociedade. Porém, existem diversos gargalos que implicam o desenvolvimento exímio do setor.


INSUMOS


O conceito de agronegócio implica na ideia de cadeia produtiva, com seus elos entrelaçados e sua interdependência. A agricultura moderna, mesmo a familiar, extrapolou os limites físicos da propriedade. Depende cada vez mais de insumos adquiridos fora. É o caso dos grãos necessários ao funcionamento do gigantesco parque agroindustrial brasileiro – aquele que está salvando a balança comercial do país. O milho e o farelo de soja, itens essenciais na produção de carne, se tornarão escassos e caros.


INFRAESTRUTURA


O Brasil está refém do sistema rodoviário, enquanto o mundo desenvolvido adota a multimodalidade: recomenda-se o emprego do transporte rodoviário até 500 quilômetros e, acima dessa distância, o transporte ferroviário. A diferença de custo é de quase 50%.


LOGÍSTICA


Em Santa Catarina, hoje um dos maiores entraves para o setor deslanchar é a logística de infraestrutura do país. A insuficiência de milho catarinense para abastecer as gigantescas cadeias produtivas da avicultura e suinocultura obriga as indústrias de processamento da carne a buscar, todos os anos, 4 milhões de toneladas de grãos no Brasil central.


PARA ISSO


É necessária uma operação rodoviária que, de tão grande e tão cara, está se tornando irracional e absurda. Estamos falando de mais de 100 mil viagens de carretas com capacidade média de 30 toneladas que fazem o percurso de 2.200 quilômetros (imaginem o custo ambiental e humano) para trazer o precioso grão. Isso representa mais de 5 bilhões de reais em fretes, todo ano.


NO MÊS PASSADO


A parceria entre Santa Catarina e a Província de Missiones (Argentina) para a implementação da Rota do Milho aconteceu em Chapecó na Jornada Caminhos para a Integração Produtiva, com a presença da vice-governadora de Santa Catarina Daniela Reinehr e do secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Ricardo de Gouvêa.


ROTA DO MILHO


Lideranças empresariais e do agronegócio, investidores, cooperativistas e pesquisadores, além de representantes do governo da Argentina e de Santa Catarina. Santa Catarina produz em média três milhões de toneladas de milho por ano e utiliza sete milhões na alimentação de suínos e aves – o consumo diário passa de 19 mil toneladas. Com a implantação da Rota do Milho, o Estado poderá ser abastecido pelo Paraguai, com os caminhões passando pela Argentina e chegando a Santa Catarina pela aduana de Dionísio Cerqueira. O percurso do grão pelo modal rodoviário do Centro-Oeste até Santa Catarina deverá reduzir de aproximadamente dois mil quilômetros para 350 quilômetros. Aguardamos com expectativa!



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Governar com o parlamento
08/04/2019
Quirino Ribeiro

“Ninguém é suficientemente competente para governar outra pessoa sem o seu consentimento.” (Abraham Lincoln)


O objetivo da política é a busca incessante do bem comum. E para alcançar esse ideal a política carece que seus participantes lutem para conquistar o poder. Só assim terão condições de suprir as demandas e expectativas sociais. Sob essa lição, os representantes políticos agem no sentido de prover meios, instrumentos e condições necessárias para realizar promessas feitas junto às bases que os elegeram, por sufrágio universal, para compor a moldura representativa.


EXECUTIVO E LEGISLATIVO


Vivenciam um estado de tensão, provocado pela disposição do presidente em não aceitar o que chama de “jogo de recompensas”, o toma lá dá cá, prática consolidada do nosso presidencialismo de coalizão. Erra Bolsonaro quando atribui essa situação à velha política. A “nova política” que ele defende com expressão dura não é nova e não se inspira pelo ideal do bem comum.


NÃO SE MUDA UMA CULTURA


Por decreto ou vontade unilateral do presidente. O jogo de poder no Brasil, jogado desde os tempos coloniais, abarca o costume de inserção de quadros de partidos políticos na malha administrativa. O que tem ocorrido, isso sim, é o abuso nessa prática, com infiltração de desqualificados nas administrações federal, estadual e municipal. Muitos deles foram ou agem como fontes de corrupção.


QUE A SOCIEDADE


Tão submetida a escândalos nos últimos anos, queira filtrar o processo é um anseio compreensível. Mas nenhum governo tem condições de governar sem o apoio do Parlamento. Isso precisa ficar claro. Collor fechou as comportas de diálogo com o Congresso. Deu no que deu. Dilma desprezava políticos. Deu no que deu.


POR ISSO MESMO


Sua Excelência, o presidente Jair Bolsonaro, precisa se convencer que não fará uma administração eficiente sem o engajamento da representação parlamentar. Como um veterano como ele pode pensar diferente? Não se trata de cooptar deputados e senadores com “mesadas”, como se viu na época do mensalão. Trata-se de dar vazão ao sistema governativo, do qual faz parte o Legislativo. São os membros da representação parlamentar que dão apoio e sustentação aos governos.


A OXIGENAÇÃO DA VIDA PÚBLICA


Se faz a conta gotas. E leva em consideração a indicação de nomes respeitados, técnicos ou mesmo políticos capacitados a exercer com alta competência sua missão. O que importa é fechar os buracos que propiciam corrupção. Como é sabido, a dilapidação da coisa pública é um fenômeno inerente a todos os regimes políticos, mas nas culturas políticas subdesenvolvidas ganha maior espaço. Sem essa compreensão, a crise política ameaça inviabilizar a administração. Que, ainda na decolagem, dá a impressão de que, sob intenso nevoeiro, impede ver os horizontes.


MULHERES RURAIS


O protagonismo feminino tem sido cada vez mais presente no dia a dia das propriedades rurais. Elas têm ocupado papéis de destaque na gestão rural e revelam um grande potencial empreendedor. As mulheres são, em grande maioria, a base familiar, mas também têm se destacado como empresárias rurais, muitas delas, inclusive, assumindo sozinhas, seus próprios negócios.


VISIONÁRIAS


Elas são visionárias e conseguem trazer um olhar diferenciado para o dia a dia das propriedades rurais. O programa traz um aporte maior de conhecimentos facilitando a aplicação de tecnologias e técnicas de gestão aprimoradas para ampliar o aproveitamento das diferentes cadeias produtivas disponíveis e, consequentemente, aumentando a produtividade, a rentabilidade e a qualidade de vida. Isso demonstra que o meio rural é um lugar de sucesso profissional para toda a família.



Comentários e sugestões podem ser enviados para o e-mail quirino@scc.com.br.

Pacote de medidas
05/04/2019
Quirino Ribeiro

“Vejo os pombos no asfalto, eles sabem voar alto, mas insistem em catar as migalhas do chão.” (Zeca Baleiro)


Pacote de medidas pode ser uma saída importante para reduzir prazos em processos que carecem de pressa para a sua implementação. A despeito da reforma da Previdência, chave mestra para melhorar os números do país, o Governo está preparando um pacote de medidas para aumentar a produtividade e o emprego e tentar destravar a atividade econômica.


DE ACORDO COM O SECRETÁRIO DE PRODUTIVIDADE


Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, o plano foi feito com base na demanda das associações representativas do setor produtivo, ouvidas nesses primeiros cem dias de Governo. As propostas devem acontecer em 90, 180 e 360 dias. Elas foram formuladas em quatro grandes planos: Simplifica, Emprega Mais, Brasil 4.0 e Pró-Mercados.


MENOS BUROCRACIA


Carlos da Costa é uma espécie de Hélio Beltrão do século XXI, no Governo João Figueiredo, disposto a reduzir a burocracia, que hoje é um empecilho para o setor produtivo que tomou uma série de providências, como o Estatuto da Microempresa e os Juizados de Pequenas Causas, hoje Juizados Especiais, a fim de reduzir a interferência do Estado no setor produtivo. Foi um avanço, mas a burocracia, de novo, ganhou corpo e trava uma série de ações econômicas em todas as instâncias de poder.


SIMPLIFICA


É a primeira media a sair do papel, com um conjunto de 50 medidas, entre elas uma reformulação do e-Social, formulário digital pelo qual as empresas comunicam mensalmente ao Governo informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdências, folha de pagamento, aviso prévio e dados sobre o FGTS. Trata-se de uma burocracia mais complexa do que a do Imposto de Renda.


OS PROJETOS ANUNCIADOS


São um avanço, uma vez que o país precisa de choque de gestão para sair do impasse em que se meteu há algum tempo. Ao lado dessas medidas, há também planos para encaminhamento da reforma tributária, outra questão que sempre passa pelos palanques de campanha sem sair do papel, a despeito de sua importância.


SE TODOS ESSES PROCESSOS


Forem levados adiante, com o aval do Congresso, o país terá todas as ferramentas para recuperar os seus níveis de crescimento. Caso contrário, tudo ficará como está ou em situação bem mais precária.


PROGRAMA DE OLHO NA QUALIDADE RURAL


O Estado de SC terá novas turmas a partir do mês de abril, executada por meio do Projeto “Encadeamento Produtivo Aurora Alimentos – Sebrae/SC: suínos, aves e leite”, desenvolvido em parceria com cooperativas e entidades.  O objetivo é organizar o ambiente de trabalho, eliminar desperdícios, além de preservar o meio ambiente e a saúde das pessoas, proporcionando satisfação e melhor autoestima.


ENCADEAMENTO PRODUTIVO


O Projeto é desenvolvido em SC, com as parcerias do Senar, Sescoop, Sicoob, Fundação Aury Luiz Bodanese, Cooperalfa, Itaipu, Auriverde, Coolacer, Copérdia, Caslo, Cooper A1 e Coopervil. No Rio Grande do Sul, conta com a parceria do Sicredi, Cooperalfa, Cooper A1 e Copérdia. No Paraná, participam a Cooperalfa, Copérdia e Cocari e, no Mato Grosso do Sul, Coasgo e Coperalfa. O projeto conta com várias soluções e tem por objetivo contribuir com a melhoria dos índices de produtividade e competitividade, promovendo a inserção de pequenos negócios em cadeias de valor de grandes empresas por meio de relacionamentos cooperativos.



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