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 Colunistas

Quirino Ribeiro

Com mais de 45 anos de atuação jornalística, Quirino Ribeiro já passou pelos principais veículos de comunicação do País. Atualmente, é gerente comercial do SBT/SC - região Oeste, comentarista na Rádio Chapecó, colunista no Jornal Sul Brasil e, de agora em diante, se fará presente também no Portal Oeste News. De segunda a sexta-feira acompanhe aqui o que é destaque no Brasil. 


E-mail: quirino@scc.com.br

Distribuição de renda pública
19/10/2018
Quirino Ribeiro

“A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces”. (Aristóteles)


Às vésperas de sabermos quem será o nosso governante, o presidente que assume em 2019, uma coisa é certa. Não se acaba com a pobreza dando somente esmolas, por isso devemos analisar, antes de ajudar, pois milhares de pessoas serão prejudicadas pelo sistema populista de distribuição de renda infinitamente sem controle de natalidade.


CONTROLE DE NATALIDADE


Este deveria ser o primeiro passo promovendo uma grande campanha, porque, infelizmente, as famílias carentes são as que mais geram filhos, e na maioria delas, estão na média superior a 04 (quatro) filhos por família. Às vezes são gerados sem a definição de um pai responsável pela sustentação, e esse pai irresponsável, às vezes, está em presídios ou desempregado, e esses filhos de ninguém crescem fisicamente, sem nenhuma possibilidade de receber uma vida digna. Assim, a evolução educativa não será alcançada porque ficarão pela rua e longe das escolas.                 


ERRO ESTRATÉGICO


Quando o governo cria bolsas e mais bolsas em forma de esmola definitiva, ao invés de ajudar, na verdade estará criando monstros para a sociedade, pois quando essas “ajudas” são interrompidas, os filhos, produtos dessas esmolas, promovem agressões a toda população em forma de assaltos; em forma de grupos criminosos organizados; ou organizações diversas (sem terras ou sem tetos) que promovem invasões em  propriedades privadas e prejudica a população trabalhadora quando  interrompem as rodovias, promovendo protestos em lugar errado e prejudicando aqueles que não são responsáveis pela suas situações momentâneas.          


QUATRO PREVISÕES PARA 2019


1. Economia brasileira volta a crescer em 2019 - A previsão dos 100 analistas financeiros consultados pelo Boletim Focus revela que existe uma confiança na retomada do crescimento da economia e que esse ritmo deve ser intensificado nos próximos anos.

2. Inflação será reduzida lentamente, será menor em 2019, segundo previsão do Fundo Monetário Internacional. A redução da inflação vai acontecer em ritmo lento.

3. Desemprego deve cair pela primeira vez desde 2014 - A Organização Internacional do Trabalho (OIT) acredita que o desemprego deve cair no Brasil em 2019, algo que não acontece desde 2014.

4. Taxa de juros será de 8% ao fim de 2019 - A expectativa dos analistas consultados pelo Boletim Focus é de que a taxa básica de juros, ou Selic, termine o ano de 2019 em 8%.


BRASIL E A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS


O Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de alimentos. Somente em relação às proteínas animais, o País é líder na exportação de carne de frangos e carne bovina e quarto maior fornecedor global de carne suína; em produção, é o segundo em carne de frangos e carne bovina e o quarto em carne suína. São números fantásticos que colocam o Brasil na elite da produção mundial de alimentos.


E TUDO ISSO FEITO


Com respeito ao meio ambiente e segurança alimentar. Toda essa produção ocupa apenas 30,2% da área territorial do Brasil, ressaltando que 66% do território nacional são compostos por mata nativa. Não podemos perder a guerra da comunicação. Temos de mostrar para o mundo que estamos produzindo mais alimentos com sustentabilidade e sem ocupar novas áreas.


NÚMEROS DEMONSTRAM


A necessidade de aumento da produção global de alimentos para atender à crescente população. Projetando para 2050, serão 2,2 bilhões a mais de pessoas no mundo. A FAO ressalta que é preciso produzir 70% mais de alimentos. E o Brasil tem de cumprir 40% desse objetivo. Estamos fazendo a nossa parte e com muita responsabilidade. Outra preocupação é o desperdício de alimentos. O mundo joga no lixo 2,5 milhões de toneladas de alimentos por minuto! Precisamos mudar esse cenário. (Mark Wiessing, presidente do Rabobank Brasil).



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Obras inacabadas
18/10/2018
Quirino Ribeiro

“Obra inacabada - não é obra.” (Henri Amiel)


Durante o primeiro turno, e agora na segunda etapa da campanha, tanto no debate nacional quanto na sucessão nos estados, a retomada das obras paradas foi um tema recorrente. Na sua mais recente manifestação, o candidato Jair Bolsonaro observou que uma das causas é a ocupação dos ministérios por pressão dos partidos, que, por sua vez, indicam pessoas incompetentes e desconectadas com os projetos que deveriam ser executados. Seu oponente, Fernando Haddad, defende a implementação de projetos, especialmente na área do programa “Minha casa, minha vida”, para retomar o crescimento da massa de empregos.


O JORNAL O ESTADO DE S. PAULO

 

Indica que a falta de dinheiro responde pela interrupção no andamento de 294 obras que somam R$ 62,9 bilhões, dos quais parte já foi desembolsada antes de surgirem os problemas. Ainda de acordo com o jornal, a segunda maior causa são problemas técnicos, como falhas na elaboração de projetos. Eles afetam 1.359 obras no valor total de R$ 25,5 bilhões. Na ponta do lápis, porém, o número de obras sem andamento chega a 7.400. Todas dependem de recursos federais.


FENÔMENO


Quem foi que disse que não ocorre tsunami no Brasil? Dia 7, primeiro turno da eleição, essa fenomenal tragédia, atingiu em cheio, a cidade de Brasília e adjacências, mais precisamente o prédio do Senado Federal. Entre mortos e feridos salvaram-se alguns. Que pena! Com ironia, por favor!


CUSTO MILIONÁRIO DAS ELEIÇÕES


A menos de duas semanas do segundo turno das eleições presidenciais e dos governos de 13 Estados e do Distrito Federal, o custo das campanhas já superou R$4 bilhões, sendo 81,3% desse valor, cerca de R$3,3 bilhões, pagos com dinheiro público vindo dos fundos partidário ou do Fundo Especial para Financiamento de Campanha, o absurdo fundão eleitoral. O restante saiu dos bolsos dos candidatos ou de doadores. Do próprio bolso os candidatos já desembolsaram R$357 milhões, segundo relatório do TSE. Candidato a presidente, Henrique Meirelles gastou R$54 milhões.


FAKE NEWS


A rede social, se bem utilizada, pode ser fator decisivo na evolução moral e nas conquistas sociais da humanidade. Infelizmente, existem pessoas que não se deram conta disso e utilizam-na como se estivessem destampando a caixa de lixo liberando toda a espécie de maldade lá contida. Notícias falsas sobre os mais variados temas são recorrentes e induzem os menos avisados a compartilharem-nas, criando descrédito para si e para a rede. Quando questionados, esses incautos internautas respondem com simples ‘mas eu só compartilhei’, como se isso não os tornasse vetores e também responsáveis pelo mal causado.


DIA INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO DE CRÉDITO


Celebrado hoje, representa uma oportunidade para reforçar a importância deste ramo que em Santa Catarina apresenta o maior número de associados (cooperados) e a segunda posição em movimento econômico. O presidente da OCESC, Luiz Vicente Suzin, realça a expressão do cooperativismo de crédito ao mencionar que é essencial não só aos produtores rurais e demais atores do setor agropecuário, mas também para o acesso ao crédito a pequenos e médios negócios nas cidades.


EM SANTA CATARINA


O ramo vem se desenvolvendo cada vez mais. As 61 cooperativas de crédito existentes no Estado reúnem 1 milhão 560 mil cooperados, mantêm 8.260 empregados e movimentaram R$ 5 bilhões 384 milhões de reais no último ano (2017). As cooperativas de crédito oferecem cerca de 100 produtos financeiros e as taxas e juros têm custo muito menor que o mercado bancário.



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Tecnologias
17/10/2018
Quirino Ribeiro

Vivemos a era da informação. Nos últimos 10 anos, foram gerados mais dados digitalmente do que em toda a história da humanidade. Saber utilizar estas informações com criatividade e tecnologia para tomar decisões que atendam às necessidades e desejos de cada cidadão.


ATUALMENTE


A demanda por novas tecnologias não se limita mais às avançadas naves espaciais, aos sofisticados veículos de Fórmula 1 ou aos miniaturizados circuitos eletrônicos que operam armas de guerra, mas também, aos simples modestos utensílios do dia a dia.


DENTRO MUITAS OUTRAS APLICAÇÕES


As citadas são algumas tecnologias para o bem das pessoas, porém, em tempos de economia de energia, as inovações tecnológicas acabam prejudicadas. Dessa forma, é vital investimentos na geração de eletricidade, como as alternativas: eólica, oceânica, placas de células fotovoltaicas, eletrólise e etc., para aumentar a oferta de energia elétrica.


TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO


A sociedade da informação constitui um marco na evolução da história da humanidade. Os avanços técnicos alcançados na produção das materialidades e as incalculáveis possibilidades de usos das tecnologias estão permitindo o surgimento de uma geração de homens e máquinas que inaugura uma nova forma de conhecer a realidade e de com ela se relacionar individual e coletivamente por meio das novas tecnologias de informação e da comunicação.


DIARIAMENTE PRESENTE


Na vida de milhões de pessoas ao redor do mundo, a tecnologia nos acompanha, desde que acordamos até a hora de dormir, quando damos aquela última olhadinha no smartphone ou no tablet. Além disso, carregamos esses aparelhos para todos os lados e constantemente os conferimos, seja para verificar os e-mails, ver mensagens do WhatsApp, acessar as redes sociais ou nos distrair com joguinhos. Quase 80% das pessoas checam os seus celulares ao acordar.


ADMITINDO OU NÃO, NÓS NOS VICIAMOS


Fomos lenta e propositalmente viciados em tecnologias das mais variadas formas que hoje estão presentes em nosso cotidiano – um hábito já enraizado nas rotinas de milhões de pessoas.


O LADO BOM E O LADO RUIM


É claro que a tecnologia e os apps trazem inúmeros benefícios para as nossas vidas, como nos conectar às pessoas distantes, porém também ficamos presos às suas funções. De acordo com Paul Graham, investidor do Vale do Silício, é muito provável que o mundo fique mais viciado nos próximos 40 anos do que nos últimos 40 – e tudo isso ocorre devido a um mecanismo capaz de desenvolver novos hábitos em nós (e que as empresas conhecem muito bem). Essas sensações são manipuladas para que o público fique fiel às empresas e utilize os seus produtos mais e mais.


VIVENDO EM FUNÇÃO DA TECNOLOGIA


A última etapa de todas é o investimento, quando gastamos tempo e esforços com essas ferramentas. Por exemplo, muitas pessoas só registram fotos porque querem postá-las no Instagram ou no Facebook. As imagens são editadas, pensamos em legendas, esperamos comentários – tudo em prol de um aplicativo, permitindo que o ciclo seja recriado desde o início e se retroalimente constantemente. É um novo hábito que você cumprirá todos os dias.


PARA MUITOS


Esses sites se tornaram necessários e não são somente recursos que utilizamos esporadicamente. Desse modo, vemos como um produto capaz de enraizar um hábito no cotidiano dos indivíduos é poderoso e como a tecnologia está afetando diretamente as formas como nos comportamos e nos relacionamos diminuindo o diálogo e individualizando pessoas.



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100 anos depois!
16/10/2018
Quirino Ribeiro

“Todo homem que se vende recebe mais do que vale.” (Barão de Itararé)


Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand, judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920, mostrando uma visão com conhecimento de causa naquela época.


PARECE VERDADEIRA?


“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter autorização de quem não produz nada; Quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; Quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho e que as leis não nos protegem deles, mas pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; Quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em autossacrifício; Então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”


ÍNDICE DO NÍVEL DE CORRUPÇÃO


Nota do Brasil no ranking da corrupção mundial nunca foi tão ruim. Brasil despencou 17 posições e está no 96º lugar entre 180 países, segundo relatório da Transparência Internacional. Triplicou. Ficou triplicada. Só tem aumentando a corrupção no Brasil. Essa sensação que a gente vê nas ruas foi medida em números: o IPC é um índice que registra como as pessoas percebem a corrupção no setor público.


ESPECIALISTAS E EXECUTIVOS DE EMPRESAS


Ouvidos por entidades mundiais analisam aspectos como propina, desvio de recursos públicos, burocracia e a capacidade dos governos de conter a corrupção. Isso tudo forma um ranking. A nota do Brasil caiu de 40 para 37 e qualquer nota abaixo de 50 mostra que o país está falhando na luta contra esse crime. O Brasil ficou atrás de países como Arábia Saudita, Burkina Faso, Sri Lanka, Ruanda e Timor-Leste, e está empatado com Colômbia, Indonésia, Panamá, Peru, Tailândia e Zâmbia.


A TRANSPARÊNCIA INTERNACIONAL


Diz que essa queda no ranking significa que a luta contra a corrupção no Brasil está cedendo terreno, pode estar em risco. Que apesar de operações como a Lava Jato, não foram aprovadas alternativas para atacar de forma efetiva as causas da corrupção, como as dez medidas propostas pelo Ministério Público Federal. Faltou essencialmente uma resposta à altura do problema que é antigo, enraizado. Que não é só do Brasil, e que nós podemos vencer, como tantas outras nações venceram.


COMBATE À CORRUPÇÃO


Para tentar ajudar nessa luta, a Transparência Internacional e a Fundação Getúlio Vargas prepararam um grande plano o maior já preparado no mundo.


ENTRE AS PROPOSTAS ESTÃO:


Redução drástica do foro privilegiado; redução da burocracia do estado; tornar crime a corrupção entre empresas; a regulamentação do lobby; canais diretos de denúncia e proteção a quem denuncia corrupção; melhorias no sistema de recursos judiciais, para torná-lo mais rápido; criação de varas especializadas; a criminalização do enriquecimento ilícito de agentes públicos; o fim da aposentadoria compulsória, como pena para juízes condenados, e educação nas escolas contra a corrupção. Se o poder público até hoje não construiu essa resposta, a sociedade brasileira pode fazê-lo.


ENCARGOS TRIBUTÁRIOS


Os malefícios da esmagadora carga de encargos tributários para o setor privado e, em especial, para a agricultura e o agronegócio são conhecidos porque impactam diretamente nos preços dos alimentos. Logo, afeta a qualidade de vida das pessoas. É preciso reduzir e desburocratizar a tributação do setor agropecuário em razão de sua enorme capacidade de contribuir com o desenvolvimento e melhorar os indicadores econômicos e sociais.


AGRONEGÓCIO


Recente levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil revela números cabais e definitivos: cada R$ 1 milhão investido no agronegócio gera R$ 3,3 milhões em produção, 49 novos postos de trabalho e R$ 367 mil em salários. Nenhum outro setor tem essa condição de multiplicar esforços e recursos.



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Reforma da previdência
15/10/2018
Quirino Ribeiro

“Quando um homem assume uma função pública, deve considerar-se propriedade do público.” (Thomas Jefferson)


Com a base esfacelada na Câmara após muitos aliados perderem a reeleição, o presidente Michel Temer quer deixar a Reforma da Previdência para o próximo presidente. Nos bastidores do Planalto, a avaliação é a de que será Jair Bolsonaro (PSL). O que deixa a situação mais delicada. Temer não quer provocar o eventual futuro presidente se mexer, agora, na aposentadoria de militares das Forças Armadas e policiais – categorias que Bolsonaro quer valorizar com carreiras e salários. Um ministro do governo é lacônico sobre a reforma: “Temos que esperar quem for eleito”.


CONSIDERAR A POLÍTICA UM PROBLEMA


É, de fato, um dado a ser discutido, pois ela faz parte da própria vida. O ser humano é um animal político. O problema está na forma como são conduzidas as articulações e o que poderia ter sido mudado (ou pelo menos tentado) com a reforma da Previdência e a Reforma política que acabou não saindo.


O CONGRESSO


Mesmo com o aviso popular, insistiu em não levar adiante demandas importantes e agora paga a conta. Os pontos positivos da mudança só serão testados em 2020, como o fim das coligações, este, sim, um passo adiante. No meio da jornada do segundo turno, tanto para a Presidência da República quanto para a eleição estadual, há espaço para se discutir o papel da política nas futuras administrações. Tirá-la de cena não é a melhor opção. Moralizá-la, sim.


O QUE AS URNAS FALAM ESTÁ FALADO


Expressando a vontade popular, os resultados do pleito desmentiram pesquisas que se acreditam criteriosas do ponto de vista técnico. Contrariaram avaliações de um batalhão de analistas políticos, integrantes de bancadas televisivas dominadas por embriagante autossuficiência. Produziram euforia em alguns redutos e frustração noutros. São resultados a serem, obviamente, assimilados sem choro nem vela por todos os cidadãos e grupamentos partidários que atuaram como protagonistas na frenética corrida pela conquista do voto.


FORAM REGISTRADAS ALTERAÇÕES EXPRESSIVAS


Na composição do Senado, da Câmara dos Deputados, das Assembleias. Revelou-se impactante a pífia votação, sob certo aspecto inimaginável, atribuída a numerosas figuras de prestígio nacional na disputa presidencial. O mesmo cabe ser dito a respeito da retirada constrangedora do palco de nomes proeminentes – alguns deles, não todos – com participação de certo modo com realce no processo de desenvolvimento social e econômico.


O SEGUNDO TURNO É UMA OUTRA ELEIÇÃO.


São bastante compreensíveis as expectativas externadas por todos os segmentos representativos da sociedade, comprometidos com o Bem Comum, em relação ao posicionamento a ser mantido, daqui pra frente, pelos candidatos apontados para a derradeira disputa.


A ARDENTE ESPERANÇA POPULAR


É de que eles se coloquem à altura da confiança que lhes foi outorgada. Esmerem-se na elaboração e exposição dos planos e estratégias julgados relevantes para que o país possa ser recolocado nas trilhas do desenvolvimento econômico e das conquistas sociais. Faz-se essencial se mostrem aptos a oferecer indicações claras de competência, preparo psicológico, condição moral e ética para gerir os sagrados negócios públicos. Dos eleitos espera-se mantenham sintonia perfeita com o sentimento das ruas. Como dizia o imortal Monteiro Lobato, “um governo deve sair do povo como o fumo sai da fogueira”.



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Alianças
11/10/2018
Quirino Ribeiro

“Aprender é a única coisa da qual a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende.” (Leonardo da Vinci)


Na segunda etapa da campanha eleitoral, candidatos terão que chamar partidos para montarem as alianças, o que implica fazer concessões. Nas primeiras conversas em torno do segundo turno, os candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) ainda não abriram o jogo para os possíveis aliados. Primeiro, conversam para dentro, isto é, avaliam com os parceiros da primeira etapa o que pode ser feito para o pleito do dia 28, quando ambos estarão frente a frente na reta final da disputa.


MAS, PELO QUE SE OUVIU ATÉ AGORA


O jogo de concessões é distinto. Bolsonaro, mantendo a retórica da campanha, diz que não negociará cargos, que serão ocupados por notáveis. Haddad sinaliza para o centro, corteja Ciro, mas deste deve receber apenas o apoio protocolar. O candidato do PDT vai levar um bom tempo para esquecer a articulação do ex-presidente Lula para esvaziar sua candidatura.


SEJA QUAL FOR O JOGO


Os candidatos terão que conversar com os demais partidos. O petista terá que gastar mais a sola do sapato para tirar a diferença do primeiro turno quando há o histórico de nunca ter ocorrido uma virada. Ademais, há o voto consolidado do oponente. Haddad deve focar no Sul e no Sudeste, onde Bolsonaro teve sua melhor performance e ganha o respaldo de candidatos fortes aos governos de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.


MAS, SE NÃO FOR AGORA


A negociação de ambos os lados terá que ocorrer em algum momento, pois, fechadas as urnas, o que estará na mesa é a governabilidade. Enquanto prevalecer o modelo de presidencialismo de coalizão, não há que se falar em administrar um país ignorando o Legislativo, ou seja, a instância política. O que pode mudar, até mesmo para não comprometer o discurso, é o modo como essas conversas serão encaminhadas.


E AÍ HÁ OUTRO PROBLEMA


O Congresso que emergiu das urnas terá 32 partidos na Câmara e no Senado, o que atrapalha ainda mais as negociações. Não há mais os grandes blocos, com os quais era possível discutir as questões de Estado sob a garantia de respaldo no Parlamento. Se essa sopa de letrinhas não se aglutinar, o presidente da República, seja ele quem for, terá que negociar no varejo e fazer concessões.


MELHOR COOPERATIVA DO AGRONEGÓCIO


Considerada o terceiro maior conglomerado industrial do setor de carnes e a maior cooperativa de alimentos do Brasil, a Cooperativa Central Aurora Alimentos é a vencedora do prêmio Melhores do Agronegócio 2018 concedido pela Revista Globo Rural e Editora Globo, na categoria Campeã entre as Cooperativas. A premiação é feita com base em questionário de pesquisa e nas demonstrações contábeis enviadas à Serasa Experian, relativos ao exercício de 2017. O prêmio será entregue no dia 23 de outubro de 2018, em São Paulo (SP).


CINQUENTENÁRIO


Próxima de comemorar o cinquentenário (em 2019), a Aurora Alimentos tornou-se uma comunidade formada por mais de 100 mil famílias espalhadas por 500 municípios brasileiros. Com uma capacidade de abate de 18 mil suínos/dia; 1 milhão de aves/dia e um processamento de 1,6 milhão de litros de leite/dia, a cooperativa vem crescendo e levando os seus produtos a mesa de milhares de brasileiros e para mais de 60 países. (Fonte: MB Comunicação)



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Metade do Congresso é milionária
10/10/2018
Quirino Ribeiro

“O problema da desigualdade social não é a falta de dinheiro para muitos, e sim o excesso nas mãos de poucos”. (João Carlos)


Quase metade da nova Câmara que tomará posse em 2019 será formada por deputados federais milionários. Neste domingo 567 parlamentares foram eleitos entre Senadores e Deputados e 48,85% deles com patrimônio superior a R$1 milhão. No Senado 36 dos 54 eleitos informaram ser milionários; dois a cada três. Na Câmara Federal dos 513 novos 241 tem patrimônio alto.


CURIOSIDADE


Dois dos políticos mais ricos se apresentaram ao eleitor como professores, ambos empresários da educação. Na Câmara o eleito mais rico para a próxima legislatura é o deputado e professor Luiz Flávio Gomes (PSB-SP). Ele declara possuir R$ 119 milhões. Entre os bens estão quotas de capital, investimentos em fundos e ações e um apartamento no valor de R$ 14 milhões. Ele diz que hoje tem uma “situação confortável” porque empreendeu na área de ensino.


O SENADOR ELEITO DE MAIOR PATRIMÔNIO


É o Professor Oriovisto Guimarães que possui declarados 239,7 milhões de reais. Para comparação o patrimônio de todos os outros eleitos, juntos representam 252,8 milhões. A fortuna do novo senador tem origem no Grupo Positivo com sede em Curitiba onde é um dos fundadores.  


NÚMERO DE NEGROS ELEITOS


No Legislativo sobe em relação a 2014 e chega a 27% do total. Dentre as 1.626 vagas para deputados e senador, 444 foram preenchidas por candidatos desse grupo, contra 389 na eleição anterior. Além disso, há 22 políticos que declaram patrimônio “zero” ao TSE – o dobro do verificado há quatro anos. Os dados contrariam a expectativa de mais parlamentares ricos eleitos.


DISTRIBUIÇÃO DE RENDA


Cinco bilionários brasileiros concentram patrimônio equivalente à renda da metade mais pobre da população do Brasil conforme um estudo divulgado pela organização não governamental britânica Oxfam.


12 NOVOS BILIONÁRIOS


No ano em que o mundo teve um acréscimo recorde de bilionários --um a cada dois dias --, o Brasil ganhou 12 novos integrantes. O grupo passou de 31 para 43 integrantes em 2017. O incremento ocorre devido à volta de pessoas que já fizeram parte do seleto grupo, mas perderam dinheiro nos últimos anos, em meio à crise econômica no Brasil.


RICOS X POBRES


O ano no Brasil foi marcado, de um lado, pela retomada da economia e por sucessivas altas na cotação das ações listadas na bolsa de valores brasileira. Por outro lado, o desemprego que, apesar de estar caindo, continua alto e atinge 12,7 milhões de trabalhadores. O patrimônio no Brasil foi reduzido como um todo, mas quem perdeu mais era quem já não tinha muito.


O GRUPO DO 1%


Reuniu no ano passado 44% da riqueza nacional, em linha com os anos anteriores. E o Salário mínimo, enquanto isso encolheu a participação na renda nacional dos brasileiros que estão entre os 50% mais pobres. Passou de 2,7% para 2%. Com as pessoas se endividando, aquelas que têm alguma coisa para vender acabam vendendo para pagar dívida. Por isso, a retração na participação.


PARA MOSTRAR A DISTÂNCIA


Entre o grupo no topo e o que está na base da escala econômica no Brasil, a Oxfam calculou que uma pessoa remunerada só com salário mínimo precisar trabalhar 19 anos se quiser acumular a quantia ganha em um mês por um integrante do grupo do 0,1% mais rico.


AMPLIAÇÃO NA EXPORTAÇÃO DE CARNES


Grande produtor de proteína animal, Santa Catarina encerra o mês de setembro com alta nas exportações de carne suína e de frango. O Estado está entre os maiores produtores de suínos e aves do Brasil e fez da sanidade agropecuária a sua marca registrada na busca por mercados internacionais. No último mês, Santa Catarina embarcou 121,2 mil toneladas desses produtos, faturando aproximadamente US$ 198,5 milhões.


EM SETEMBRO


O Estado exportou 92,7 mil toneladas de carne de frango, 3,6% a mais do que no mesmo período de 2017 e uma queda de 16,9% em comparação com agosto deste ano. O valor arrecadado com os embarques foi de US$ 149,3 milhões – 11,4% menor do que no ano anterior e 17,5% menor do que em agosto. Os principais mercados para o produto catarinense foram Japão, China e Arábia Saudita.



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Estrelas fora da constelação
09/10/2018
Quirino Ribeiro

“Procuro suportar todos os dias minha própria personalidade renovada, despencando dentro de mim tudo que é velho e morto.” (Cora Coralina)


Estrelas da política não conseguem se reeleger e ficam sem mandato. Nomes tradicionais da política brasileira, ex-ministros, ex-governadores e senadores que disputavam a reeleição, não se elegeram para o Senado este ano. É o caso da ex-presidente da República Dilma Rousseff (PT), que decidiu disputar uma vaga de senadora por Minas Gerais após seu impeachment. A petista aparecia disparada em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto desde o início da campanha, mas o povo não entendeu assim.


SUDESTE


No Rio, o também petista Lindbergh Farias disputava a reeleição como senador -posto que ocupa desde 2011, ficará sem mandato. Outro petista derrotado foi Eduardo Suplicy, em São Paulo, após liderar as pesquisas durante todo o período eleitoral.  No Paraná, duas grandes forças da política local ficaram de fora do Senado: os ex-governadores Beto Richa (PSDB) e Roberto Requião (MDB).


NORDESTE


No Maranhão, outros dois fortes nomes locais foram derrotados: Edison Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV), herdeiro do ex-presidente José Sarney (MDB). Os eleitos foram Weverton (PDT) e Eliziane Gama (PPS). Lobão é ex-governador, ex-ministro e atual senador. Ele foi considerado suspeito, num desdobramento da Lava Jato, de ter recebido propinas de cerca de R$ 5 milhões.


EM GOIÁS


O ex-governador do estado Marconi Perillo (PSDB) viu sua liderança na corrida pelo Senado ruir de agosto até às vésperas da eleição. Perillo terminou em 5º no estado que governou por quatro mandatos. Vanderlan (PP) e Jorge Kajuru (PRP) vão ocupar as duas cadeiras do Senado por Goiás.


O ATUAL PRESIDENTE DO SENADO


Também não estará na Casa no ano que vem. Em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto no Ceará durante a campanha, Eunício Oliveira (MDB) amargou a terceira colocação, e por uma pequena diferença viu serem eleitos Eduardo Girão (PROS) e Cid Gomes (PDT).


OUTRO SENADOR QUE PERDEU O CARGO


Foi Cristovam Buarque (PPS), que cogitou concorrer à Presidência. Ele disputava, tecnicamente empatado nas pesquisas, com o deputado federal Izalci (PSDB), que acabou eleito no estado, junto com a ex-jogadora da seleção feminina Leila do Vôlei (PSB).


ALIADO E QUASE VICE DE JAIR BOLSONARO


O senador Magno Malta (PR) também foi derrotado na busca pela reeleição no Espírito Santo. Ele chegou a ser convidado para a chapa presidencial, mas ficou de fora por decidir buscar mais um mandato. Neste ano, 54 vagas estavam em disputa no país -duas cadeiras por Unidade da Federação. Além destes, perderam seus mandatos: Jean Wyllys, Maria do Rosário, Pimentel, Miguel Rosseto, Luiz Marinho, Grazziotin, Jorge Viana, Roseana Sarney, Romero Jucá, Garibaldi Alves, Chico Alencar,  e Cesar Maia.


CONCLUSÃO


De cada quatro senadores que tentaram a reeleição em 2018, três não conseguiram. Essa estatística marca a eleição mais surpreendente da história recente do Senado Federal. Desde a redemocratização do país, não houve um pleito que trouxesse tantas caras novas para o tapete azul do Senado. No total, das 54 vagas em disputa neste ano, 46 serão ocupadas por novos nomes — renovação de mais de 85%.



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Onda Bolsonaro
08/10/2018
Quirino Ribeiro

“Se você cansar, aprenda a descansar e não a desistir”. (autor desconhecido)


O candidato do PSL fez tudo certo na reta final da campanha e soube faturar muito bem, até agora, o apoio do eleitor cansado dos políticos tradicionais, das denúncias de corrupção e que deseja mudança. Bolsonaro surfou muito bem nessa onda. Agora resta saber o que vai acontecer no segundo em turno.


PSDB, PMDB e PT


Com ridícula votação, os grandes nomes das grandes siglas nacionais Geraldo Alckmin (PSDB) e Meirelles (PMDB), confirmaram a perda da credibilidade da classe política, com um repúdio enorme aos candidatos desses três maiores partidos – PMDB, PSDB e PT, com a pulverização de candidatos, esfacelamento das instituições, decadência moral e perda de credibilidade.


EM SANTA CATARINA


Teve um desempenho espetacular. Com 66% dos votos, Bolsonaro, ganhou fácil do candidato do PT Fernando Haddad com 15% dos votos, quase e milhões de votos e colocou seu candidato, desconhecido Comandante Moisés, Coronel na reserva do Corpo de Bombeiros, com chapa pura e desbancando o líder de todas as pesquisas Mauro Mariani do MDB, no segundo turno do Estado para disputar com Gelson Merísio o cargo de Governador do Estado de SC.


SENADO DECEPÇÃO


Raimundo Colombo, ex-governador foi derrotado por Jorginho Mello e ficou atrás do desconhecido candidato do PSL, Lucas Esmeraldino de 35 anos, dentista de Tubarão (SC), elegendo também o experiente ex-senador, governador e deputado Federal Espiridião Amin.


FIEL DA BALANÇA


Mais uma vez, será o MDB, que tanto a nível nacional quanto estadual poderá decidir, apoiando os candidatos do PSL, Bolsonaro para Presidente e Haddad do PT, ou Meríso e Comandante Moisés em nosso estado.  


SONEGAÇÃO E CORRUPÇÃO                                                                      


Fala-se bastante que a corrupção é o principal câncer do Brasil e realmente é uma das principais doenças crônicas e culturais de nossa sociedade. Mas as perdas do País por causa da sonegação de impostos correspondem a um valor sete vezes maior do que é desviado por corrupção.


SEGUNDO A INTERNACIONAL DE SERVIÇOS PÚBLICOS


A sonegação, em média, é de R$ 500 bilhões ao ano. Ressalto que, além do dinheiro que não chega aos cofres públicos, há ainda tributação desigual feita no país. Para quem recebe dois salários mínimos, quase 200 dias de trabalho são perdidos para pagar impostos, enquanto para os mais ricos acaba onerando apenas 106 dias ao ano. Portanto, no Brasil, os pobres pagam mais impostos que os ricos. Então questiono: para qual Brasil, de fato, temos uma carga tributária alta?


A SANHA ARRECADADORA


Existe em todos os níveis, para compensar as perdas com corrupção e, com a má gestão de recursos públicos, aumentam impostos. Mesmo o inteligentíssimo FHC, para justificar interesses políticos, disse que o Brasil necessita de políticos e não de gestores. Não concordo, para mim inabilidade de gestão é tão ou mais danosa que a corrupção.


ESTA SAGA POR ARRECADAÇÃO


Além dos aumentos insuportáveis de um monstro que nunca se satisfaz, agora também suprime direitos e realiza protesto de dividas e ações de cobrança, que muitas vezes são indevidas ou intempestivas e sequer notificadas, tolhendo o direito de defesa.



Comentários e sugestões podem ser enviados para o e-mail quirino@scc.com.br.

Momento sem comparação
05/10/2018
Quirino Ribeiro

“Vejo os pombos no asfalto, eles sabem voar alto, mas insistem em catar as migalhas do chão.” (Zeca Baleiro)


É o que o Brasil vive e é de senso comum que há necessidade urgente de transformação e de quebra de paradigmas para que possamos voltar a pensar em desenvolvimento.


A CRISE ECONÔMICA


Tem freado os investimentos na construção civil, atividade impulsionadora de emprego e renda no País, sem alteração na balança comercial, uma vez que os insumos usados são nacionais. No entanto, a falta de investimentos em infraestrutura e saneamento básico, itens fundamentais para garantir a Saúde pública e do desenvolvimento sustentável, é anterior à crise.


O PAÍS VIVE CONTRASSENSO


Ao mesmo tempo em que desponta entre os quatro primeiros do mundo que mais investem em construções sustentáveis, sejam elas de alto padrão ou não, ainda padece de assistência em questões tão básicas quanto a do tratamento de água e saneamento.


CAMINHO CERTO


Falta pouco para conhecermos o governante do próximo quadriênio. Cabe ao eleitor decidir o que melhor lhe convém. Vemos, em grande número, candidatos de esquerda e de direita, no chamado embate eleitoral.


O VOTO É A ARMA DA VONTADE POPULAR


Legendas partidárias, antes desconhecidas do público, tomam a frente de discussões trazendo novos assuntos nas áreas da educação, saúde, moradia, policiamento, esporte, lazer, meio-ambiente e outros. Por isso, no domingo torna-se um momento único, no qual o simples toque na tela da urna irá definir o Brasil do porvir.


ESSA MESMA ESCOLHA


Deve se valer das ideias oferecidas pelos candidatos, tendo em mente a realidade vivida pela população. Falar bonito não resolve. É preciso tirar projetos do papel. Promessas em época de campanha enchem um funil, mas deixam a leiteira vazia.


ESCOLHA


Estamos às vésperas da eleição e chegou a hora de a população ter o mínimo de inteligência e dignidade para ver claramente quem são os candidatos patriotas, que realmente têm amor ao Brasil, essa terra abençoada por Deus, ou quem tem olhos somente para seus próprios interesses, seus bolsos e seus amiguinhos de corrupção. Chegou a vez do povo. Vamos juntos fazer uma Nação melhor para nossos filhos, netos etc. O momento é agora.


BRASILIDADE


Somos 208 milhões de habitantes e temos cerca de 90 mil cargos políticos (de vereador a presidente), ou seja, 0,043% da população. Mesmo assim, muitos dos eleitos, por nossa culpa, são da pior qualidade. Ao eleger elevado número de maus brasileiros, nem a imprescindível reforma da Previdência foi aprovada. Mesmo assim o Brasil é viável, desde que doravante os eleitos sejam patriotas, priorizem o País ao invés dos interesses próprios.


SEMENTE


Todos nós somos eternos semeadores. Estamos a todo e qualquer instante entrando no imenso campo das escolhas, onde temos acesso a uma infinidade de sementes para o plantio. A melhor maneira de entender a lei da vida é estar consciente e alerta para o tipo de semente que estamos plantando. Por isso, no domingo, quando for votar, lembre-se que, quer você goste ou não, tudo o que está colhendo no momento é fruto da semente que plantou no passado. Nessa eleição pense bem, escolha bem e plante bem.



Comentários e sugestões podem ser enviados para o e-mail quirino@scc.com.br.



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