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Boca

Mais que um torcedor fanático, um comentarista esportivo profissional. Osmar Carasek, mais conhecido como Boca, semanalmente traz aqui no Portal Oeste News comentários a respeito das atuações da Chapecoense e demais novidades do Mundo da Bola.


E-mail: boca@portaloestenews.com.br

O trem pagador
19/02/2018
Boca

Foto: Sirli Freitas/Associação Chapecoense de Futebol.

Foi sofrido, mas com muita luta a Chapecoense venceu o clássico contra o Avaí na Arena Condá. Naturalmente, por ser inferior tecnicamente, o Avaí jogou o tempo todo na retranca, fez exatamente o que o Figueirense apresentou no Orlando Scarpelli, mas aqui em Santa Catarina temos que ir nos acostumando. Os adversários terão exatamente a mesma tática contra a Chape, e quem é de Série A tem que propor o jogo, buscar alternativas para furar o bloqueio e uma bola parada pode decidir o jogo. Foi assim contra o time da capital, Canteiros voltou e deu um novo ritmo e na cobrança de escanteio, encontrou Fabricio Bruno, que, com maestria e soberano, cumprimentou o  goleiro Avaiano: 1 a 0 para alegria da melhor torcida do estado.


Portões abertos


Aos 49 do segundo tempo, o departamento jurídico da Chapecoense através de uma liminar conseguiu a liberação para as torcidas. A Federação Catarinense de Futebol na quinta-feira tinha determinado que o clássico seria de portões fechados. Entre nós, amigos, uma verdadeira palhaçada, levando em consideração que temos um excelente estádio, que jamais teve problemas graves, e também que no futebol moderno estão aproximando o torcedor do gramado. É só você reparar os principais estádios, um exemplo o Beira-Rio. É muita picuinha para pouca coisa, pouca coisa em termos. O que a Polícia Militar de Florianópolis juntamente com a Federação Catarinense de Futebol exige custa caro e com certeza não poderá exigir o mesmo dos outros estádios de Santa Catarina. Com certeza paralisaria o campeonato. Na minha modesta opinião existe uma marcação forte em cima do Grande Clube do Oeste Catarinense, e não é para menos. É pura dor de cotovelo. A Chape hoje é o trem pagador do futebol catarinense, a média de publico é infinitamente maior que seus principais concorrentes, e os grandes, da Capital, com certeza se sentem inferiorizados em ver o crescimento e o poderio de um clube do interior.



E TENHO DITO.



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Chape perdeu a invencibilidade e liderança
05/02/2018
Boca

A série de invencibilidade acabou na pré-Libertadores. A Chape perdeu na Arena Condá e agora tem a missão de reverter em Montevidéu. No Catarinense, em Tubarão, perdeu também por 1 a 0, e com isso o Figueirense assumiu a liderança do campeonato. O time de Gilson Kleina jogou com reservas, poupando os titulares para o jogo decisivo contra o Nacional, na pré-Libertadores. Tudo vai ser resolvido quarta-feira no Uruguai, e meu ponto de vista, Gilson Kleina fez o correto. No Catarinense tem tempo em recuperar, já na competição internacional não tem como adiar, tudo se resolverá no Estádio Parque Central em Montevidéu.


Nunca se joga a toalha


O futebol é um esporte imprevisível, por isso nunca se deve se jogar a toalha. A Chapecoense está para reverter uma situação, mas não é o fim do mundo. Se tiver tranquilidade e raça, responsabilidade, tem plenas condições de reverter. Vai que a sorte esteja do lado daqueles que vestem as cores verde e branco. Sorte é importante, até porque eu acredito que a Chape não tenha que ir logo em busca de 2 a 0, pois com isso poderá ser presa fácil, se jogaria o ataque e ficaria muito exposto. O negócio é jogar futebol e esperar o momento para fazer 1 a 0, daí depois colocar nas mãos do patrão lá de cima. Difícil, mas para quem acredita e tem fé está muito distante de ser impossível. Então eu analisando, Gilson Kleina fez bem em poupar o seu principal time, ali ele mostrou que acredita e tem fé, e, se ele tem fé, com certeza transmitirá coragem aos seus atletas, pois fique sabendo, que vai ser guerra e na guerra tem que ter estratégia, não mostrar nervosismo, pois pode se expor ao inimigo.


Futebol se ganha em campo


Teve um torcedor do Nacional que foi muito mal aqui na Arena Condá. Aqui o povo recebe muito bem a torcida visitante, não só os nossos torcedores, mas o comércio todo. Esse torcedor do Nacional que fez gestos de aviãozinho, com certeza vai ainda acertar as contas, mas a Chape vai ter que dar a resposta dentro de campo, honrando o manto sagrado e jogando por eles.

Quarta-feira acompanhe mais uma grande jornada na Vang 95.5 FM: Nacional X Chapecoense a partir das 21h45, um canhão de audiência.



E TENHO DITO.



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Gilson Kleina e sua invencibilidade
29/01/2018
Boca

Foto: Sirli Freitas/Chapecoense.

Desde que o técnico chegou à Chapecoense, a Chape não sabe o que é perder. Tudo frutos de um bom trabalho e, principalmente, muita humildade. Gilson Kleina é um estudioso do futebol e tem mostrado isso enfrentando grandes ou pequenos adversários. Joga conforme tem as peças e dentro da realidade da Chapecoense está fazendo um excelente trabalho, um futebol de resultado e assim tem alcançado seus objetivos. Domingo, na Arena Condá, contra o Joinville foi a vez de assumir a liderança isolada do Catarinense. Teve muitas dificuldades, como em outros jogos, o Jec mostrou certa qualidade e assim, no primeiro tempo, o professor foi estudando o adversário, para no segundo partir para cima, sufocando o coelho no seu campo de defesa. Com algumas trocas preservando alguns jogadores o Jec tornou-se perigoso, mas Kleina sabia que teria que arriscar, pois quarta-feira é “copa do mundo”. Se o nosso meio de campo ainda não tem aquele jogador de criação, temos bons volantes, dois zagueiros e um goleiro vivendo uma grande fase. O ponto forte da Chape hoje é sua defesa, mesmo que o atacante Guilherme tenha sido o grande destaque desse começo de temporada.


Agora é guerra


Quarta-feira a Chapecoense recebe o Nacional do Uruguai, um dos clubes de maior tradição do futebol Sul-Americano. Troca a chave, muda tudo, um jogo de muita motivação, uma partida onde as atenções dos amantes do futebol estarão voltadas para a Arena Condá. Jogo para cascudos, é a hora de Wellington Paulista e os mais experientes matar no peito e mostrar o peso e a raça do futebol brasileiro, jogo para “taura”. Nos últimos tempos a Chapecoense mostrou gostar de enfrentar grandes clubes, não tem se intimidado e mesmo carente de um meio campo mais criativo, eu acredito na estratégia do bom e experiente técnico Gilson Kleina. Quarta-feira, 21h45, na Arena Condá, todos ligados na Vang 95.5 FM, um canhão de audiência.


Novilho de ouro


Quero agradecer a direção do restaurante Novilho de Ouro por mais essa parceria, aqui e nas jornadas esportivas da Vang. Novilho de Ouro fica na Avenida Fernando Machado, em frente a Polícia Ambiental e ao lado do Posto Gambatto. Um abraço ao Valmir Vivian e sua esposa Juliana Vivian.



E TENHO DITO.



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Siga o líder
23/01/2018
Boca

Foto: Márcio Cunha/Especial.

Claro que ainda é cedo, mas, para efeito de corneta, está valendo: “siga o líder”, eles que começaram. A Chapecoense recebeu o Interzinho de Lages, jogo válido pela segunda rodada do Catarinense e, na estreia, diante do seu torcedor, venceu pelo placar de 2 tentos a 0, assumindo a liderança do Catarinense. Novamente a Chapecoense teve inúmeras dificuldades para superar o adversário, muita chuva e com isso comprometeu a qualidade do gramado da Arena Condá. Naturalmente o jogo caiu bastante em termos técnicos, até porque no primeiro tempo ficou impraticável um bom futebol. No segundo tempo a chuva deu uma trégua e a drenagem da Arena deu conta do recado. Ainda estava difícil de jogar, mas a Chapecoense dentro das suas limitações físicas abriu o placar logo no início da segunda etapa. Aí por diante as coisas foram facilitando, até o momento em que a Chape com o estreante Guilherme ampliou o placar. Esse Guilherme deixou uma boa impressão, nas duas oportunidades que teve, mostrou frieza e oportunismo.


Chape: 12 jogos sem perder


Comissão técnica e torcedores comemoram uma invencibilidade de 12 jogos, ou seja, desde que o técnico Gilson Kleina chegou à Chape, jamais perdeu. Tenho certeza que Kleina terá vida longa aqui, nitidamente dá para ver que trabalha enfrentando seus adversários com muita humildade e parece que isso tem sido importante. Historicamente a Chape conseguiu o que conseguiu respeitando os seus adversários, sendo eles gigantes ou mesmo inferiores. Foi assim com o Galo do Oeste e agora com o Leão Baio. A soberba não faz parte da história e o professor Kleina sabe muito bem que dificuldades virão pela frente, mesmo sabendo que o Catarinense é uma preparação para depois enfrentar de peito aberto a pré-Libertadores, Campeonato Brasileiro e por aí em diante. Kleina sabe que seu maior problema é a preparação física, mas de degrau em degrau a Chape vai buscando uma evolução. Duas vitórias e seis pontos na guaiaca. Agora, quarta-feira, às 21h45 todos ligados na Vang FM 95.5, siga o líder.


O velho Gauchão da flauta


Todos sabem que a nossa região acompanha também o Campeonato Gaúcho, muito pela rivalidade Gre-Nal. Bastaram duas rodadas e os colorados já colocaram as manguinhas de fora. O Inter venceu as duas, o Tricolor empatou uma e perdeu outra, mas a flauta veio mesmo nesse fim de semana. Diante do seu torcedor, o Tricolor tomou 5 gols do Caxias. Sabe como que é: uma mão cheia não deixa dúvidas. Os gremistas sabem que é o time alternativo, mas, para os colorados, isso pouca importância tem, até porque as duas torcidas batem no peito: vestiu o manto sagrado até treino é guerra; rivais sempre e inimigos nunca.



E TENHO DITO.



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Valeu pela vitória
19/01/2018
Boca

Foto: Nelson Almeida/AFP.

A Chapecoense venceu na estreia do Catarinense diante do Galo do Oeste, em Concórdia, um clássico regional, onde o Concórdia exigiu bastante da Chape, até porque o Galo jogava diante do seu torcedor e, no momento, tem uma preparação física melhor em relação ao Verdão. Um jogo de raras oportunidades, equilíbrio total, e bem xarope de assistir, mas dentro da realidade, do início da temporada. Essa vitória magrinha, eu debito na conta do técnico Gilson Kleina, foi inteligente em respeitar o Concórdia, pois já sabia das condições do campo e da força física do adversário. Jogou por uma bola, era o que tinha de momento, e foi bem na estreia. Futebol é um jogo, e como diz meu amigo, Jacaré Meneses, “o jogo é jogado, e o peixe é pescado, ou melhor, o galo é flechado”. Temos que parabenizar as duas torcidas: a da Chapecoense que fez bonito, cantou, incentivou lotando seu espaço; e a do Concórdia ainda mais, fez isso também, mas o mais importante: mesmo na derrota manteve a política da boa vizinhança.


Um passo por vez


Gilson Kleina sabia que o mais importante era vencer: apresentou um futebol abaixo, mas dentro do que se esperava. Reconhecer as dificuldades quando se enfrenta um adversário, é sinônimo de sabedoria, e o futebol, muitas vezes, se decide no detalhe. E foi assim que aconteceu, uma única oportunidade de gol para a Chapecoense. Nadson, apagado no jogo, cobrou uma falta venenosa no fedor da meta do goleiro Anderson. Amaral, soberano entre os grandes zagueiros do Galo, subiu no segundo piso e de casquinha meteu a “nega” nos cordéis da cidadela do Galo do Oeste. Foi o suficiente para dar a Chapecoense a primeira vitória do Catarinense. O que se espera é uma evolução jogo a jogo; esse de domingo, na Arena Condá, contra o Lages, certamente será um jogo melhor tecnicamente por várias razões, mas o importante é a evoluções de degrau a degrau.


Equipe de esportes Vang 95,5 FM


Juntamente com a nossa equipe, tive o privilégio de estar no Domingos Machado de Lima, na estreia da Chape nesta temporada. Estádio acanhado, mas com boa estrutura. Trabalhamos com muita tranquilidade. Rafael Cavazzotto, nosso técnico de equipe e motorista, foi muito bem nas duas funções. A equipe está afinada para descrever grandes emoções que vem pela frente.

A partir de hoje também estaremos nos apresentando no Portal Oeste News, o portal mais acessado do Oeste Catarinense e que também está entre os primeiros de Santa Catarina. Obrigado Matheus Parizotto por mais essa oportunidade, conhecemos a seriedade e o profissionalismo do portal e, também, por isso, é uma satisfação e uma alegria estarmos juntos nessa nova jornada.



E tenho dito.



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Chapecoense vacila, e o Catarinense terá final
13/04/2016
Boca

A Chapecoense foi derrotada pelo Metropolitano, e com isso, faltando pouco para terminar o Catarinense, o Joinville se aproveitou e abriu cinco pontos de vantagem da Chapecoense. Assim, tudo indica que o JEC ganhará o segundo turno, aí teremos dois jogos para ver quem será o campeão de 2016. Vantagem para Chapecoense que decidirá o título em casa, diante de seu torcedor, na Arena Condá. Bem na verdade, o nosso Verdão vacilou no returno e perdeu a chance de ser campeão direto, perdeu gás, caiu de rendimento e viu o JEC se recuperar na competição. Hemerson Maria deu sangue novo no time do Maringá e o campeonato ganhou nova emoção. Agora com uma provável decisão tudo poderá acontecer, ainda acredito na capacidade do time do Guto Ferreira, esperando que será só uma marolinha.


Camarões do bairro São Pedro


Talvez esse seja o time amador mais conhecido na nossa cidade, que representa o bairro São Pedro com muita responsabilidade. Lá tem pessoas do bem e que, aos poucos, tornaram aquela comunidade boa de se viver. Segundo alguns integrantes dos Camarões, o bairro terá um campo novo, onde o time ficará ainda mais forte dentro de casa, um projeto da RBS, juntamente com a prefeitura.

Agradeço a grande presença do time dos Camarões, que esteve assistindo ao jogo da Chapecoense. Para mim foi uma grande satisfação em recebê-los. Diz que o Cebola e o King são os craques da equipe e até o bom jogador, Zanata, às vezes vai para o banco de reserva.


Corujão do Boca: toda sexta e sábado até às 6h30.

Tele-entrega: 3329-8670 ou 3311-8670.



E tenho dito.



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Inter, 107 anos de uma história gigantesca
05/04/2016
Boca

Ontem o Internacional estava de aniversário. Títulos inesquecíveis fizeram desse clube um dos maiores do mundo. Os peles vermelhas estão em festa, até porque grandes ídolos como Falcão, Fernandão, Índio, D’Alessandro, Figueroa, Tesourinha, fizeram história dentro e fora de campo. Esse clube já orgulhou uma nação e vivemos momentos eternos. Hoje temos uma Chapecoense forte e, com certeza, esse é nosso produto interno no momento, mas não podemos nunca cuspir no prato que comemos. Homenagear os peles vermelhas é um orgulho, pois em muitos momentos fez um povo feliz também nessa aldeia. Futebol é assim mesmo. Esse clube não vive só de conquista e alegria, às vezes, tem frustrações mesmo que sejam momentâneas. Um dia minha filha me perguntou: "Por que Internacional?" E eu respondi: porque esse clube foi criado para todos, pode ser de qualquer cor, qualquer nacionalidade, todos podem torcer por ele, e completei: foi assim o clube do povo. Eu mesmo aqui já tenho centenas de vezes malhado ou criticado o colorado, mas que esse clube tenha certeza que devem existir milhares e melhores de torcedores e tão colorado quanto eu, mas mais, não. Muito obrigado, Inter, por tantas alegrias que proporcionastes nas nossas vidas.


Mais um taura de aniversário


Já que o dia é de homenagem, quero parabenizar o amigo e tio Joares Cassol pelo seu aniversário, um colorado taura e com profundo conhecimento, tanto no futebol quanto na política. Em nome do Boca Lanches e de sua esposa Ivone Carasek e Pedro Cassol desejamos muitos títulos e muita felicidades.



E TENHO DITO.



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Um dito: “Gre-Nal é Gre-Nal”
03/03/2016
Boca

(Foto: site oficial do Internacional)


Quando escrevo essa coluna, o grande jogo entre a Chapecoense e Criciúma ainda não aconteceu, então começo com um dito: “Gre-Nal é Gre-Nal”. Claro, Gre-Nais como o do século que o colorado venceu com dois jogadores a menos e como o último que o tricolor deu um sacode nos vermelhos, dificilmente se repetirá nesse Gre-Nal, mas o de domingo, posso estar errado, eu vejo que tudo poderá ter passado pelo jogo do tricolor ontem à noite. Se o Grêmio perdeu ou até empatou, irão com a faca entre os dentes tentando dar uma resposta ao seu torcedor, mas, no caso de vencer o jogo, estarão mais light. Vai pelo velho Boca aqui, vou cravar um empate nesse clássico.


A novidade nesse Gre-Nal


O Gre-Nal de número 409 valerá para duas competições, o Gauchão e a tal primeira liga. Esse clássico, que é considerado uns dos maiores do mundo, acontecerá domingo, na Arena Tricolor, às 18h30.



E tenho dito.



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Troféu do primeiro turno do Catarinense
01/03/2016
Boca

Campeão do turno do catarinense receberá esse bonito troféu quarta. Uma iniciativa da Equipe Vang de Esportes. Troféu Rádio Vang FM 25 anos com apoio da Tolotti Esportes. Vamos entregar ao campeão logo após a partida. Que seja para o capitão Cleber Santana da Chape.

Parabéns para toda a equipe de esporte da Vang pela iniciativa, em especial para o mentor da ideia, prof. Tadeu líder de audiência Costa.


Frustrou minha expectativa


A minha expectativa era que na última rodada do primeiro turno a Chapecoense já chegasse com o primeiro turno garantido, isso por tudo que o time vem apresentando, temos que considerar que o Criciúma se recuperou na competição, mas mesmo assim para quarta feira o Verdão esta com a faca e o queijo na mão, depende exclusivamente de suas próprias forças, se manterem a mesma tranquilidade de quando enfrentou os adversários dentro da Arena deverá vencer, mesmo que o empate ou uma derrota por um gol de diferença seja o suficiente para o capitão Cleber Santana levantar o troféu Vang FM 25 anos.


Boca Lanches tele-entrega: 3311-8670 ou 3329-8670. O melhor lanche em sua casa.



E tenho dito.



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A um passo da final
26/02/2016
Boca

(Na foto: zagueiro Wilian Thiego, escolhido o melhor da partida pela equipe de esporte da Vang FM. Fez dois gols)


Matematicamente ainda não conquistou o primeiro turno, mas na minha opinião os 3 a 0 em cima do Metropolitano deverá ser o suficiente para alcançar o objetivo. Restam ainda dois jogos: um fora contra o Joinville e depois, em casa, com o Criciúma. A Chapecoense, para não conquistar o primeiro turno, teria que perder as duas partidas e o Criciúma vencer as duas. Convenhamos, tem mais que a faca e o queijo na mão, bem na verdade a Chapecoense vem sobrando no campeonato. A diferença técnica em relação aos concorrentes é notável. Contra o time de Valdir Espinosa, o Verdão jogou só pro gasto, e ao natural fez três a zero. Como se diz: “não deu nem pro cheiro”. No primeiro minuto, Giu cruza e o zagueiro do metrô Luan meteu de canela contra o seu patrimônio, o que já era praticamente uma vitória da Chapecoense. Ali, se alguém tinha uma esperança de zebra, acabou-se. Valdir Espinosa já não é mais o técnico do Metropolitano. Em sete partidas diante do clube de Blumenau, duas vitória, três derrotas e dois empates. O lendário campeão do mundo insiste em não largar, mas o prazo de validade do Espinosa acabou-se.


O melhor clube do estado


Aos poucos, a Chapecoense vem mostrando que é o melhor time e clube do estado de Santa Catarina, mas pé nas costas segue invicto no Catarinense. Para você ter uma ideia, caso se confirme o título do primeiro turno, o Verdão do oeste vai chegar a quinta final do campeonato estadual em 10 anos. Foi campeã em 2007 e 2011 e vice em 2009 e 2013. Não tem como negar, a sensação do futebol do nosso estado é o velho índio, e, acredite, o ídolo Nivaldo vai viver todos esses momentos.


Dupla Gre-Nal


Ultimamente dá pena de falar da dupla Gre-Nal, a tempos atrás a gente só via Flamengo, Fluminense e Grêmio fazendo fiasco, mas agora o colorado também entrou nesse grupo, não é por menos, teve a capacidade de perder dentro do Beira-Rio de virada para o Veranópolis, já o Grêmio pra não deixar o seu torcedor pregar a flauta nos colorados, conseguiu perder para o São Paulo do Rio Grande, também de virada, bem na verdade essa dupla Gre-Nal esta se especializando em deixar o seu torcedor constrangido.



E tenho dito



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