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Candidato a governador pelo PSL reúne-se com Centro Empresarial de Chapecó

04/09/2018

O Estado "anda de bengala" e precisa passar por um enxugamento para que haja mais recursos a serem aplicados em prioridades em áreas como educação, saúde, segurança e infraestrutura. Essa afirmação foi feita pelo candidato Carlos Moisés da Silva, ou Comandante Moisés, que concorre ao governo do Estado de Santa Catarina pelo Partido Social Liberal (PSL). Ele participou de reunião com dirigentes do Centro Empresarial de Chapecó (CEC) no início da tarde desta terça-feira, 4 de setembro.

Do encontro, também participaram a candidata a vice-governadora, Daniela Reinehr, e os candidatos ao Senado Federal, Lucas Emeraldino, à Câmara dos Deputados, Caroline de Toni e Milton Mendes, e à Assembleia Legislativa, Diogo Bertelli e Milton Muniz. Ao abrir a reunião, o presidente do CEC, Neloir Antônio Tozzo (Nico), lembrou o descrédito pelo qual passa boa parte da classe política, lamentou "a perda de valores" e enfatizou que das próximas eleições precisa surgir um novo rumo para o País. Ao final da reunião, entregou ao candidato a Carta de Demandas do Setor Empresarial, que aponta carências que a região enfrenta, algumas há mais de 40 anos.

Ao explanar suas propostas, o Comandante Moisés destacou inicialmente a confiança na eleição do candidato à Presidência da República por seu partido, Jair Bolsonaro, e afirmou que no poder público é preciso "ver as forças e fraquezas e ser resolutivo". Entre as propostas que citou, está a afirmação da necessidade de uma política tributária que incentive a atividade produtiva, atraia investimentos e promova o crescimento do mercado. Também citou a urgência de melhorias da infraestrutura e argumentou que há deficiências de logística em grande escala, enquanto os governos federal e estadual demoram para resolver.


Pacto invertido


Para o candidato do PSL, outra demanda que precisa ser resolvida e necessita da ação daqueles que forem eleitos em outubro está na mudança do Pacto Federativo. Para as lideranças empresariais de Chapecó, Moisés argumentou que a distribuição de recursos para os entes da Federação está "invertida", porque os recursos ficam na maior parte com a União e não com os Estados e municípios.



Fonte e foto: Hugo Paulo Gandolfi de Oliveira/Extra Comunica.






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