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Substituição articular no quadril: recuperação da qualidade de vida

25/11/2019

Artrose no quadril, osteoartrose ou coxartrose é uma doença degenerativa da articulação que provoca redução da mobilidade e dor ao andar ou permanecer sentado por muito tempo. A enfermidade se manifesta por um desgaste de cartilagem articular, que de uma superfície lista e harmônica transforma-se em áspera e irregular.

Os primeiros sintomas podem ser um leve desconforto na região inguinal, nádega, coxa ou mesmo no joelho. Com a evolução da patologia há dor e rigidez, o que dificulta o movimento adequado do paciente. "Atualmente, a longevidade da população mundial aumentou, contudo é necessário ter qualidade de vida, se sentir bem e que as articulações permaneçam saudáveis para realizar as atividades do cotidiano e para a prática de esportes", destaca o médico ortopedista e traumatologista Joaquim Reichmann.

O tratamento é orientado pelo ortopedista e consiste no alívio dos sintomas com medicamentos e fisioterapia. Nos casos de grau elevado é necessário fazer a substituição articular, realizada por meio de prótese que funciona como um "recapeamento da articulação" e faz com que a pessoa recupere a mobilidade e não sinta mais dor. "A prótese de quadril existe há muitos anos, mas ocorreu evolução na técnica cirúrgica e nos materiais utilizados para sua produção. Atuo há aproximadamente 30 anos em Chapecó e as primeiras próteses que implantei, duraram em média 22 anos, dados confirmados durante revisão nos pacientes", argumenta Reichmann.

O médico ortopedista e traumatologista explica que há dois tipos de próteses de quadril: a cimentada fixada dentro no canal do fêmur e na bacia e a impactada no canal femoral, encaixada e parafusada na bacia. "O primeiro modelo é utilizado para pessoas de mais idade ou com ossos frágeis (a exemplo da osteoporose) e proporciona a recuperação da mobilidade. Essa cirurgia tem excelente resultado e é muito gratificante porque em praticamente todos os casos o paciente dá seus primeiros passos no dia seguinte ao procedimento com o uso de andador e acompanhamento de um familiar. Depois é necessário reforço muscular, fisioterapia, reaprender a caminhar como em qualquer cirurgia ortopédica. A previsão é de que em 30 dias o paciente caminhará normalmente", ressalta.

O outro modelo é sugerido para pessoas com os ossos fortalecidos, que é a prótese impactada no canal femoral e encaixada na bacia e depois parafusada. Segundo Reichmann a vantagem está na durabilidade que pode chegar até 30 anos, o que antigamente previa-se no máximo 10 anos. "Essa prótese tem características diferentes e não é feita a cimentação óssea, o que representa a evolução do procedimento e a qualidade dos materiais utilizados. Para isso, é necessário que seja colocada corretamente e por profissional que tenha experiência nessa área", complementa.



Fonte e foto: MB Comunicação.






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